Estácio Nova Iguaçu oferecerá serviços gratuitos aos idosos, hipertensos, diabéticos e cadeirantes da Baixada Fluminense

Os estudantes, professores e coordenadores do curso de Enfermagem do campus Estácio Nova Iguaçu estão lançando o Projeto PODIENFE (Cuidados de Enfermagem voltados ao tratamentos dos pés), que trata-se de uma produção de pesquisa científica desenvolvida para pacientes diabéticos, hipertensos, idosos portadores de feridas e doenças circulatória. A partir deste mês os atendimentos às pessoas idosas, hipertensas, diabéticas, acamadas e cadeirantes serão realizados, gratuitamente, na própria instituição de ensino, que fica na Estrada Dr. Plínio Casado, 1.466 – Centro- Nova Iguaçu. As consultas poderão ser realizadas por meio do endereço eletrônico  isabella.carius@estacio.br . Elas vão ocorrer, sempre, às sextas-feiras, das 8h às 16h.

No local, será possível fazer diversos tratamentos, como curativo, testes de sensibilidade tátil, térmica e dolorosa, além de avaliações da pisada e de lesões dermatológicas, testes de função motora, extração de calosidade plantares e em unhas, corte de unha, tratamento de micoses nas unhas e laserterapia de baixa frequência para tratamento de infecções e cicatrizações. “Segundo dados do IBGE 2014 e Programa Nacional de Saúde (PNS), o Brasil possui cerca 57,4 milhões de portadores de doenças crônicas e, na Baixada Fluminense, são poucos os municípios que oferecem estes tipos de serviços. Por conta disto,  o  projeto PODIENFE será um forte aliado dos moradores de toda região, pois na Estácio Nova Iguaçu realizaremos diversos procedimentos e promoções do autocuidado. No campus, atuaremos diretamente na prevenção de complicações e amputações de membros inferiores”, afirma Lidyanne Leal e Silva, responsável pelo PODIENFE.

Ouvidoria Itinerante do MP completa 10 anos: unidade móvel leva atendimento direto a população fluminense

O programa institucional Ouvidoria Itinerante do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro completa, no próximo mês de agosto, uma década de atividades, com atendimento e recolhimento de comunicações da população, em diversos pontos da região metropolitana e interior do estado. Os encontros, abertos aos cidadãos, são marcados pela comunicação direta, através de suas reclamações e denúncias sobre as mais diversas áreas nas quais o MPRJ atua, tais como Educação, Saúde, Meio Ambiente e Direitos Humanos. Desde o primeiro evento, realizado no dia 4 de agosto de 2009, na sede do clube Fluminense, em Laranjeiras, a Ouvidoria Itinerante do MPRJ atendeu mais de 23 mil pessoas e recebeu cerca de 7000 registros.

O projeto teve início na gestão do promotor de Justiça Gianfilippo Pianezzola, que esteve à frente da Ouvidoria/MPRJ entre os anos de 2009 e 2013. "Quando assumi o setor, verifiquei que seus usuários não vinham ao prédio do MPRJ, preferindo usar o site ou o telefone 127 para fazer as comunicações. Os atendimentos na sede eram poucos – 340 durante o ano de 2008. A Ouvidoria Itinerante fez parte deste projeto de aproximação da instituição com a sociedade, de abrir as portas do nosso prédio e nos apresentarmos às pessoas em suas próprias comunidades. O impacto foi imediato, também nos atendimentos internos. Tanto que, no ano de 2012, foram atendidas na sede 1.175 pessoas", afirmou, recordando ainda algumas dificuldades logísticas superadas à época: "Precisamos adquirir computadores, ter acesso à internet móvel e à eletricidade, além de pessoal que pudesse, legalmente, prestar serviços fora do prédio sede. Mas fomos evoluindo desde o primeiro evento, até a aquisição de um ônibus para dar suporte ao projeto. Era muito emocionante participar desta interação com a sociedade, especialmente quando atendíamos instituições ligadas às pessoas com deficiência. Conseguimos resolver várias demandas sociais. Além disso, o projeto foi um sucesso em termos de visibilidade da Instituição, pois os eventos sempre tinham grande divulgação da mídia, e eram precedidos de reuniões com as associações de moradores para divulgação".

Número de jovens no ensino médio aumenta de 61% para 68,7% em 6 anos, um mas avanço significante, porém tímido

O número de jovens de 15 a 17 anos cursando o ensino médio aumentou de 61% em 2012 para 68,7% em 2018. O percentual de jovens nessa faixa etária que frequentam a escola também vem crescendo e chegou a 91,5% em 2018. Os dados estão no Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, divulgado pelo movimento Todos pela Educação em parceira com a Editora Moderna e traz dados organizados de acordo com as metas do Plano Nacional de Educação (PNE). "É uma avanço estatisticamente significante, mas um avanço ainda tímido. O modelo que temos acaba fazendo com que adolescentes e jovens saiam da escola e, mesmo os que frequentam a escola, não veem um ambiente atrativo para seguir e encaixar a ideia de escolarização do ensino médio nos seus projetos de vida", disse o coordenador de projetos do Todos pela Educação, Caio Callegari.

A conclusão do ensino médio na idade adequada ainda é um desafio, como mostram os dados do relatório. Em 2018, apenas 63,6% dos jovens de 19 anos matriculados concluíram o ensino médio. Em 2012, 51,7% dos jovens de 19 anos haviam concluído essa etapa do ensino.

Pode ter “pimenta” na merenda de Resende: cidade dos Sul Fluminense gasta mais que Londrina, que tem 2,5 vezes mais alunos

No último dia 10 de abril, a Prefeitura de Resende prorrogou por mais 12 meses o contrato administrativo 61/2018, que prevê o fornecimento de merenda escolar para os quase 15 mil alunos da rede municipal de ensino. De acordo o termo de aditamento, serão R$ 9.961.246,02 destinados ao custeio do contrato com a empresa Nutriplus, sediada no interior paulista. O valor total empenhado antes da assinatura do contrato era de R$ 7.890.321,73, quando a terceirizada conseguiu vencer a licitação, mesmo apresentando uma proposta de R$ 10.086.209,84, ou seja, R$ 2.195.888,11 mais salgada ao bolso dos contribuintes.

A exemplo de diversas prefeituras Brasil afora, o contrato da merenda de Resende pode estar ainda mais "apimentado" do que se pensa. É o que se pode perceber pelo contrato de terceirização da merenda mantido pela Prefeitura de Londrina, que no início deste ano prorrogou os serviços por 12 meses ao custo de aproximadamente R$ 15 milhões. A diferença é que a cidade paranaense possui 38 mil alunos, segundo informações da administração local. Uma quantidade 2,5 maior do que o número de alunos de Resende. Obedecendo esta proporção, a cidade paranaense paga cerca de R$ 6 milhões anuais para cada grupo de 15 mil alunos, que é o quantitativo aproximado de estudantes da rede municipal de ensino de Resende.

Avaliação negativa do governo Bolsonaro cresce, aponta a pesquisa Hello Monitor Brasil: 59% vêem o país na direção errada

Quando pensam no país, na economia de suas regiões, nas finanças pessoais ou na segurança dos empregos as expectativas do brasileiro estão piorando. Hoje, 59% das pessoas acreditam que o Brasil está no rumo errado contra 40% em janeiro. No mesmo período, foi de 46% para 31% a proporção daqueles que veem o país no rumo certo. Os dados são da quinta tomada da Pesquisa Hello Monitor Brasil, da agência Hello Research, realizada pessoalmente entre os dias 3 e 14 de maio com 1238 entrevistados...

De acordo com o resultado, no momento, a palavra que melhor define o sentimento do brasileiro em relação ao futuro do país é "preocupação". Ela foi a escolhida por 46% dos entrevistados. Os otimistas são hoje 23% da população mas em janeiro eram 41%. No mesmo período, aumentou de 56% para 75% os que consideram que a crise econômica não será superada este ano.