Rio vai intensificar programa de ensino integral

A meta da Secretaria Estadual de Educação é implantar o projeto pedagógico em todas as unidades da rede até 2023

Nos últimos anos, o governo do estado do Rio de Janeiro tem valorizado e investido no modelo de ensino integral, um projeto educacional que surgiu com a criação do Centro Integrado de Educação Pública (Ciep). Atualmente, a rede estadual de ensino possui 776 unidades escolares com esse perfil, incluindo os ensinos Fundamental e Médio.  Esse número representa 60% da rede. O total de escolas estaduais é de 1.290. Com o objetivo de dar continuidade à política de valorização dos Cieps, até o momento, já foram concluídas obras em 17 unidades da rede no estilo implementado por Leonel Brizola; englobando recuperações estruturais, pinturas e reformas parciais, entre outras intervenções. Dois deles, inclusive, receberam as primeiras escolas públicas bilíngues do país: o Ciep 117 – Carlos Drummond de Andrade - Ensino Médio Intercultural Brasil-Estados Unidos, em Nova Iguaçu; e o Ciep 449 – Leonel de Moura Brizola - Ensino Médio intercultural Brasil-França, em Niterói.

Preterido por Pezão, prefeito de Meriti fecha com Lindberg

Sandro Mattos queria até renunciar mandato para formar chama com o PMDB

Preterido pelo PMDB, o prefeito de São João de Meriti, Sandro Mattos (PDT), se encontra hoje com o senador Lindberg Farias, pré-candidato a governador pelo PT, para firmar uma aliança. O compromisso será declarado em almoço marcado para as 13h na churrascaria Oasis, na Rodovia Presidente Dutra. A união é a opção que restou a Sandro, que no dia 31 de março anunciou que iria renunciar o cargo de prefeito porque teria sido convidado para ser vice na chapa de Luiz Fernando Pezão, o que foi desmentido em seguida pelo comando estadual PMDB.  A história da composição com Pezão teria sido inventada pelo presidente do PDT, Carlos Lupi que, na semana passada teve seu oferecimento de apoio ao PR recusado por Anthony Garotinho.

Detro volta com operações esquisitas em Magé…

... e a Policia Militar continua apoiando

O nome já diz tudo - Departamento de Transportes Rodoviários -, mas parece que os agentes fiscalização do Detro não sabem disso, pelo menos os que vêm atuando no município de Magé. De acordo com a legislação é de competência do órgão a fiscalização do transporte intermunicipal, seja ele feito por empresas de ônibus, cooperativas de transporte alternativo ou vans autorizadas, mas, no território mageense, contando sempre com a ajuda de um policial militar fardado, eles têm feito operações no mínimo estranhas, parando, inclusive, carros particulares, como se tivessem autorização para isso. O ponto preferido desses agentes, quase sempre acompanhados do mesmo policial militar, é a entrada de Piabetá, nas proximidades do cemitério de Bongaba, onde param também taxistas de Magé e veículos de transporte escolar local, que só deveriam er fiscalizados, em atividade, pela Secretaria Municipal de Transportes. Em março deste ano uma professora teve o veículo apreendido pelo simples fato de dar carona a uma vizinha que estava passando mal, mais uma vez com os agentes do Detro contando com apoio da PM.

Consumidores de Magé reclamam, mas não formalizam denúncia

Omissão favorece concessionárias como a Ampla, que teve apenas 100 queixas no Procon

Os moradores de Magé estão entre os que mais reclamam da concessionária de energia elétrica Ampla. Usam para isso o serviço de atendimento da empresa e também os meios de comunicação, mas na hora de formalizar a reclamação junto ao Procon, por exemplo - onde é necessário se identificar e mostrar suas contas de consumo - a coisa muda de figura. Para se ter ideia, em recente audiência pública realizada em Niterói, o Procon-Magé apresentou apenas 100 registros de reclamações à Agência Nacional de Energia Elétrica (Anel), menos da metade do volume de queixas recebidas, por exemplo, pelo elizeupires.com. Essa diferença deixa claro que o cidadão de Magé ainda tem receio de se expor, mesmo em se tratando de uma simples queixa junto ao órgão de proteção ao consumidor contra uma empresa que presta um péssimo serviço e cobra caro por ele.

MPF quer mudar nome da ponte Rio-Niterói

Argumento é o de “Presidente Costa e Silva” viola o direito à memória

Perto de completar 40 anos, a Ponte Rio Niterói pode mudar de nome. É que o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou hoje ação civil pública pedindo que seja reconhecida como inconstitucional a Lei nº 5.595/70, que deu a ela o nome “Presidente Costa e Silva”. A promotoria federal pede ainda que “a União e a Concessionária CCR Ponte não utilizem o nome em sinais e placas de trânsito e nem em qualquer documento e registro oficiais, inclusive na internet”.