Consumidores de Magé reclamam, mas não formalizam denúncia

Omissão favorece concessionárias como a Ampla, que teve apenas 100 queixas no Procon

Os moradores de Magé estão entre os que mais reclamam da concessionária de energia elétrica Ampla. Usam para isso o serviço de atendimento da empresa e também os meios de comunicação, mas na hora de formalizar a reclamação junto ao Procon, por exemplo - onde é necessário se identificar e mostrar suas contas de consumo - a coisa muda de figura. Para se ter ideia, em recente audiência pública realizada em Niterói, o Procon-Magé apresentou apenas 100 registros de reclamações à Agência Nacional de Energia Elétrica (Anel), menos da metade do volume de queixas recebidas, por exemplo, pelo elizeupires.com. Essa diferença deixa claro que o cidadão de Magé ainda tem receio de se expor, mesmo em se tratando de uma simples queixa junto ao órgão de proteção ao consumidor contra uma empresa que presta um péssimo serviço e cobra caro por ele.

MPF quer mudar nome da ponte Rio-Niterói

Argumento é o de “Presidente Costa e Silva” viola o direito à memória

Perto de completar 40 anos, a Ponte Rio Niterói pode mudar de nome. É que o Ministério Público Federal (MPF) ajuizou hoje ação civil pública pedindo que seja reconhecida como inconstitucional a Lei nº 5.595/70, que deu a ela o nome “Presidente Costa e Silva”. A promotoria federal pede ainda que “a União e a Concessionária CCR Ponte não utilizem o nome em sinais e placas de trânsito e nem em qualquer documento e registro oficiais, inclusive na internet”.