● Elizeu Pires
Foto: Reprodução O plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro deve começar apreciar a partir das 15h o parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Casa sobre a prisão do presidente afastado Rodrigo Bacellar.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução O plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro deve começar apreciar a partir das 15h o parecer da Comissão de Constituição e Justiça da Casa sobre a prisão do presidente afastado Rodrigo Bacellar.
● Elizeu Pires
Douglas Ruas vai além dos limites de São Gonçalo - Foto: Reprodução Quem circula por lá sente que a coisa está muito tensa na Alerj, um clima que poderá ter temperatura ainda mais elevada na Casa que até a última quinta-feira (3), era comandada por Rodrigo Bacellar, que mesmo que venha a ser liberado após a sessão desta segunda-feira (8), na qual o plenário deve decidir contra a prisão, não retorna ao controle da mesa diretora.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução Está marcada para esta sexta-feira (5) a reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa (Alerj), para analisar a prisão do presidente da Casa, ocorrida ontem (4), por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
● Elizeu Pires
Guilherme está no primeiro mandato de deputado estadual - Foto: Reprodução Caberá a um novato na Casa o comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Guilherme Delalori (PL), primeiro-vice-presidente, é o substituto imediato do presidente Rodrigo Bacellar (União), preso nesta quarta-feira (3) pela Polícia Federal, suspeito de vazar informações privilegiadas sobre a da Operação Zargun, que, em setembro, resultou na prisão o então deputado estadual TH Joias (MDB)), indiciado por oito crimes, entre eles contrabando de armas.
Bacellar vinha se anunciado como pré-candidato a governador - Foto: Reprodução ● Elizeu Pires
Agentes da Polícia Federal realizaram na manhã desta quarta-feira (3) a Operaçãp Unha e Carne, na qual cumpriram oito mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva. O preso é o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Rodrigo Bacellar (União Brasil).
Ex-presidente poderá passar para o regime semiaberto em 2033
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil O ex-presidente Jair Bolsonaro deve terminar de cumprir a condenação a 27 anos e três meses de prisão pela trama golpista em novembro de 2052. O cálculo foi feito pela Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal e encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF).
● Elizeu Pires
Em 2024 foi montada uma força-tarefa para derrubar barricadas e levar melhorias a alguns bairros de São João de Meriti - Foto: Banco de Dados As investigações que resultaram na Operação Muro de Favores, realizada na manhã de ontem (25) pela Polícia Civil em São João de Meriti, na qual foi preso o vereador Ernane Aleixo (PL), começaram a ser feitas em 2024, com a prisão do traficante Marlon Henrique da Silva, o Pagodeiro,
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (25) que o ex-presidente Jair Bolsonaro vai iniciar o cumprimento da pena de 27 anos e três meses pela trama golpista na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. O ex-presidente está preso preventivamente desde a manhã de sábado (22) por determinação de Moraes.
Bolsonaro está em uma cela de cerca de 12 metros quadrados (m²) que foi reformada recentemente. O espaço tem paredes brancas, uma cama de solteiro, armários, mesa de apoio, televisão, frigobar, ar-condicionado e uma janela, além de banheiro privativo.
Político teria negociado nomeações em troca de apoio político e oferecido eu suporte para construção de barricadas
● Elizeu Pires
Moraes dá prazo de 24 horas para manifestação da defesa
SEAP/Divulgação O ex-presidente Jair Bolsonaro usou um ferro de solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica. As informações estão em relatório da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seap) encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) junto a um vídeo em que o próprio Bolsonaro admite a avaria.