Operação que teve deputado como alvo resultou na apreensão de mais de R$ 300 mil em espécie, armas e munições

Fotos: Divulgação/PMRJ A operação realizada na manhã desta quinta-feira (18) pelo Ministério Público no âmbito de inquérito que apura suposta ligação do deputado estadual Val Ceasa, o ex-vereador do Rio de Janeiro Ulisses de Almeida Marins e o ex-assessor parlamentar Michael Johnny Vianna de Azevedo com a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), resultou na apreensão de R$ 341 mil em espécie, cinco armas, 11 aparelhos celulares, computadores, dispositivos de armazenamento de dados e munições de diversos calibres, além das prisões de Michael e de uma mulher que o acompanhava, por posse ilegal de arma de fogo.

Segundo foi apurado, “os suspeitos teriam atuado para obter informações sobre uma operação sigilosa destinada à demolição de imóveis utilizados pela organização criminosa em Parada de Lucas, no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio”, alegando que “eram destinados à prestação de serviços sociais, o que, de acordo com as apurações, não correspondia à realidade e contribuiu para o adiamento da ação policial”.

Supremo condena Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo sobre tentativa de golpe

Eduardo foi julgado por atuar contra o Brasil nos EUA - Foto: Reprodução Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, nesta terça-feira (16), o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pelo crime de coação no curso do processo.

De acordo com o colegiado, ficou comprovado que ele atuou para interferir no julgamento da ação penal em que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

Polícia faz operação para prender dona de clínica de estética que causou lesões a pacientes na Baixada

Foto:Divulgação/Policia Civil Agentes da Delegacia do Consumidor (Decon) realizaram na manhã desta segunda-feira (15), a "Operação Estética Segura", cumprindo mandados de prisão e busca e apreensão contra membros de um grupo investigado por causar lesões em pacientes submetidos a procedimentos estéticos em uma clínica localizada em Vilar dos Teles, no município de São João de Meriti, o Instituto Paula Lima.

Além da clinica, os agentes estiveram em endereços localizados na Barra da Tijuca, Madureira, Olaria e Belford Roxo. Foi expedido um único mandado de prisão, este contra Ana Paula Lima Souza Mariano, responsável pelo Instituto Paula Lima, que ainda não foi encontrada. O marido dela, o ex-policial militar Elias Costa, está entre os investigados.

Apreensão de celulares de Claudio Castro estaria causando insônia em muita gente, comentam nos ambientes de poder

● Elizeu Pires

A cobertura do ex-governador, na Barra da Tijuca, foi visitada duas vezes em 15 dias pela Polícia Federal - Foto: Reprodução Foram informações colhidas nos celulares apreendidos de Daniel Vorcaro – dono do Banco Master que está preso e tentando uma delação premiada – que levaram a Polícia Federal ao ex-governador Claudio Castro, na 8ª fase da Operação Compliance Zero, realizada em 26 de maio. Mas 10 dias antes, na Operação Sem Refino, agentes da PF apreenderam celulares e um tablet na cobertura de Castro, na Barra da Tijuca, e, desde então, muita gente estaria precisando fazer uso de remédios para dormir.

Brasil é quem define como combate e classifica o crime, diz Planalto

Governo critica família Bolsonaro por buscar "intervenção estrangeira"

Foto: Antônio Cruz /Agência Brasil O governo afirmou que são os brasileiros que definem como o crime é classificado e combatido dentro do território do país, com suas instituições, leis e forças de segurança. O Palácio do Planalto afirmou também, em nota, que a família Bolsonaro tem buscado uma intervenção estrangeira no Brasil. “O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional”, diz a nota do Palácio do Planalto.

Sem mais nada a oferecer, Claudio Castro deve ser deixado de lado pelo PL

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Queridinho da turma que não consegue viver sem cargos e contratos com o governo, o ex-governador do Rio, Claudio Castro (foto) deverá mesmo ser deixado de lado e já nos próximos dias. Sua pré-candidatura ao Senado teria passado a ser vista como coisa do passado por aqueles que controlam o partido ao qual está filiado, e, segundo gente que orbitava o universo de poder nos tempos de Castro governador, a qualquer momento o nome do xerife Felipe Curi, ex-secretário de Polícia Civil poderá ser anunciado em substituição, por ser considerado o único com peso para tal.

Atos atribuídos ao deputado Thiago Rangel podem afetar carreira da filha vereadora

● Elizeu Pires

Foto: Arquivo/Alerj Segundo nome mais votado para a Câmara de Vereadores de Campos, no interior do estado do Rio de Janeiro, registrando 11.333 votos, Thamires Rangel não é alvo das investigações no momento, mas sua precoce carreira política poderá ser afetada pelas ações atribuídas ao pai dela, o deputado estadual afastado, Thiago Rangel, preso no dia 5 de maior pela Polícia Federal, no âmbito de inquérito aberto para apurar fraudes em contratos para obras de reforma em escolas sob o guarda-chuva da Diretoria Regional de Educação do Noroeste Fluminense, sobre a qual o deputado mantinha controle indiretamente.

PL começa a soltar a mão de Cláudio Castro

● Elizeu Pires

A operação realizada nesta sexta-feira (15) pela Polícia Federal, na qual o ex-governador do Rio, Claudio Castro (foto) foi alvo de busca e apreensão, aumentou no PL a má vontade contra a candidatura dele ao Senado. Já no julgamento de março, quando o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou a inelegibilidade dele, os “donos” do partido disseram que Castro só seria candidato se tivesse condições jurídicas para tal. Hoje, além da falta da tal condição, ele tem conta si o fato de ter passado a ser visto como “figura tóxica”, o que está levando os caciques a pensar em outro nome para senador.

PF faz busca em endereços de Claudio Castro e tenta prender dono da Refinaria Manguinhos

Até então beneficiada por manobras na máquina estatal, refinaria deve mais de R$ 25 milhões em impostos - Foto: Reprodução ● Elizeu Pires

Nas ruas desde a manhã desta sexta-feira (15), agentes da Polícia Federal estão tentando prender o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, a antiga Refinaria Manguinhos, a maior devedora de impostos no Rio de Janeiro. Batizada de Operação Sem Refino, a ação de hoje cumpriu mandados de busca e apreensão em vários endereços, inclusive no apartamento do ex-governador Claudio de Castro, onde foram apreendidos celular e tablet. Também estão na mira, o ex-secretário de Fazenda Juliano Pasquale, ex-procurador Renan Saad e o desembargador afastado Guaraci Viana. Magro já é dado como foragido e seu nome foi incluído na lista Difusão Vermelha da Interpol.