Justiça manda soltar vereador preso na questionada operação da Polícia Civil fluminense

Foto: Reprodução O desembargador Marcus Basílio, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, determinou no início da tarde desta sexta-feira (13), que a Polícia Civil libere o vereador da capital fluminense Salvino Oliveira (foto), preso na última quarta-feira (11) numa operação que está sendo alvo de representação na Procuradoria Geral da República por parte do PSD, partido do parlamentar.

A decisão sai menos de 24 horas após a mesma Justiça ter mantido, em audiência de custódia, a prisão temporária pedida pela Polícia Civil, acusada pelo PSD de estar sendo usada para fins políticos.

PF volta às ruas do Rio em nova fase da Operação Anomalia: Presos um delegado e dois agentes da Polícia Civil

Fpto: Divulgação A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (10)  mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis do estado do Rio de Janeiro e por operadores financeiros.

Cerca de 40 policiais federais cumprem 4 mandados de prisão preventiva e 3 de busca e apreensão na cidade do Rio de Janeiro, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes de facção criminosa, além de praticar corrupção e lavagem de capitais.

Nova operação da PF no âmbito das investigações contra TH e Bacellar causa ainda mais preocupação

● Elizeu Pires

Foto: Divulgação Em nova operação no âmbito do inquérito que apura envolvimento de políticos com o crime organizado no Rio de Janeiro, a Polícia Federal prendeu ontem (9), o delegado federal Fabrizio Romano. Ele é suspeito de vazar informações sigilosas ao Comando Vermelho (CV). Na mesma operação, batizada de Anomalia, foi cumprido um segundo mandado de prisão contra o ex-secretário estadual de Esportes, Alessandro Pitombeira Carracena.

Vorcaro deixa prisão estadual de São Paulo e vai para presídio federal

PF pediu transferência por causa da influência do banqueiro e de riscos à integridade física dele

O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi transferido nesta sexta-feira (6) para a Penitenciária Federal em Brasília, presídio de segurança máxima. Ele foi preso na quarta-feira (4) e estava custodiado na Penitenciária de Potim, no interior paulista. Ele foi levado para a capital federal em um avião da Polícia Federal (PF). 

MP e PF fazem operação em SP contra corrupção policial

Quatro suspeitos já foram presos

Foto: Polícia Federal/Divulgação O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), realiza nesta quinta-feira (5) operação especial para combater um esquema de corrupção policial que dava proteção a uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

Dono do Banco Master e pastor são presos pela PF na 3ª fase da Operação Compliance Zero

● Elizeu Pires

Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel estão na Superintendência da PF em São Paulo - Fotos: Reprodução A Polícia Federal prendeu nesta quarta-feira (4), na 3ª fase da Operação Compliance Zero, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A ação de hoje foi para cumprir quatro mandados de prisão e 15 de busca e apreensão em endereços nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

Operação do MP caça membros de organização que movimentou mais de R$ 150 milhões com fraudes contra fintechs

Foto: Reprodução O Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (CyberGAECO/MPRJ) denunciou 11 integrantes de uma organização criminosa voltada à prática de fraudes digitais e lavagem de capitais, responsável por movimentar mais de R$ 150 milhões entre 2021 e 2024. Uma operação está sendo realizada nesta quarta-feira (4) para o cumprimento de quatro mandados de prisão, sendo dois no estado do Rio de Janeiro e dois no Maranhão, além de 23 mandados de busca e apreensão.

De acordo com a denúncia, o grupo explorava falhas sistêmicas de fintechs e plataforma de pagamentos, criava identidades digitais falsas para a prática de sucessivos crimes de estelionato e utilizava serviços de fachada e exchanges internacionais para ocultar recursos ilícitos. A operação conta com o apoio da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (CI2/MPRJ), da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital (DRFC-CAP/Polícia Civil) e das forças de segurança do Maranhão. No Rio, os mandados são cumpridos nos bairros do Recreio dos Bandeirantes e de Vargem Grande.