MP está recorrendo contra decisão que negou liminar para afastar o ex-prefeito de Caxias de cargo no governo estadual
● Elizeu Pires
MP está recorrendo contra decisão que negou liminar para afastar o ex-prefeito de Caxias de cargo no governo estadual
● Elizeu Pires
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O inelegível Washington Reis chamou, em vídeo, Irineu de "o melhor prefeito do estado", mas não é isto que dizem em Itatiaia - Foto: Reprodução/redes sociais Atualmente no cargo de secretário estadual de Transportes e brigando para tentar reverter uma pena de sete anos e dois meses de prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal em um processo por crime ambiental, o ex-prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, está inelegível, mas quer eleger, inclusive fora do município do qual se comporta como dono. ´
O vereador foi preso numa operação do Ministério Público em 2021
Preso no dia 22 de outubro de 2021 sob a acusação dos crimes de agiotagem, extorsão, lavagem de dinheiro e fraude à licitação, o vereador Carlos Augusto Pereira Sodré, o Carlinhos da Barreira, voltou hoje (9) à Câmara Municipal de Duque de Caxias, da qual esteve afastado por decisão judicial. O político – que foi eleito em 2020 pelo MDB com 10.454 votos – discursou na manhã desta terça-feira na tribuna da Casa.
Promotoria quer que o certame seja realizado em 120 dias
A Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação do Núcleo Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ajuizou uma ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, para que o prefeito Wilson Miguel dos Reis e a secretária municipal de Educação, Iracema Medeiros da Costa Silva, sejam obrigados a promover um concurso público para contratação de professores, em um prazo máximo de 120 dias.
● Elizeu Pires
Chamada para a briga por um ministro bolsonarista instalado no Tribunal de Contas da União que achava que criminosos tinham fraudado a carteira de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro para queimar o filme do líder negacionista, a Polícia Federal aceitou a missão e caiu dentro. O tal defensor de Bolsonaro no TCU só não imaginava que que as investigações caíssem nas mãos da ala não aparelhada da PF, que agiu rápido e conseguiu mostrar que tinha ato criminoso mesmo, mas que a coisa toda foi feita por gente muito próxima do então presidente, hoje presa e em maus lençóis.
● Elizeu Pires
Preso na última quarta-feira (3), em operação da Polícia Federal, realizada no âmbito das investigações que apontam para um suposto esquema criminoso de fraude na vacinação contra convid-19, envolvendo, inclusive o ex-presidente Jair Bolsonaro, o secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos Brecha, nunca ocupou cargos no setor de Saúde, mas, segundo foi apurado pela PF, fez mais de 60 inserções de dados do sistema para gerar certificados de imunização.
● Elizeu Pires
Segundo apurou a Polícia Federal, a inserção de dados falsos de vacinação contra convid-19 no Sistema de Saúde para gerar certificados em nome do então presidente Jair Bolsonaro e pessoas ao seu entorno, foi feita pelo secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos Brecha, preso na operação de ontem (3), e quem apagou os registros na tentativa de evitar que fraude fosse descoberta foi Claudia Helena Acosta Rodrigues da Silva.
● Elizeu Pires
A Prefeitura assumiu duas UPAs, mas isto não quer dizer que os salários estão garantidos - Foto: Divulgação Com dois contratos firmados com a Secretaria Municipal de Saúde para fornecer mão de obra às UPAs dos bairros Parque Lafaiete e Sarapuí, a empresa PRC Soluções e Saúde, conforme pode ser conferido aqui, já recebeu este ano mais de R$ 5 milhões dos cofres da Prefeitura de Duque de Caxias, mas até o final do expediente de ontem (2), os profissionais alocados por ela não tinham recebido o salário de março, sem contar que o vencimento de fevereiro só foi pago no dia 6 de abril. Na mesma situação, queixam-se, está o pessoal contratado através da LG da Silva Serviços Combinados, que também tem contrato para atender as mesmas unidades com serviços auxiliares.
● Elizeu Pires
O secretário de Governo de Duque de Caxias João Carlos de Souza Brecha (foto) foi preso nesta quarta-feira (3) no âmbito de inquérito que apura a inserção de dados falsos de vacinação da covid-19 no sistema do Ministério da Saúde. Ele é um dos alvos da Operação Venire, da Polícia Federal, que está nas ruas cumprindo seis mandados de prisão e 16 de busca e apreensão, inclusive na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, onde foram apreendidos aparelhos de telefone celular. Entre os presos estão o tenente coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do então presidente da República, e dois seguranças.
"O prefeito é o último a saber das coisas", dizem por lá
● Elizeu Pires