● Elizeu Pires
Reprodução As eleições só vão acontecer daqui a 19 meses, mas Nova Iguaçu, segundo maior colégio eleitoral da Baixada Fluminense, está efervescente.
● Elizeu Pires
Reprodução As eleições só vão acontecer daqui a 19 meses, mas Nova Iguaçu, segundo maior colégio eleitoral da Baixada Fluminense, está efervescente.
A Vice-Presidência e Corregedoria Regional Eleitoral será comandada pelo desembargador Claudio de Mello Tavares - Foto: Divulgação Em sessão solene realizada no Plenário Ministro Waldemar Zveiter, do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), o desembargador Peterson Barroso Simão foi eleito por aclamação e tomou posse como presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).
“A nossa missão no TRE-RJ é trabalhar por eleições com lisura, um evento popular de paz, com resultados corretos que venham a eleger representantes que cumpram as leis eleitorais”, declarou o novo presidente da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, desembargador Peterson Barroso Simão.
É o primeiro ex-presidente réu por crimes contra a ordem democrática
Antonio Augusto/STF Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (26) tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro réu pelos crimes de golpe de Estado e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito.
Acusados em julgamento fazem parte do chamado núcleo crucial
Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir nesta quarta-feira (26) se o ex-presidente Jair Bolsonaro e mais sete acusados pela trama golpista se tornarão réus. A sessão deve começar às 9h30. O colegiado entrará no segundo dia do julgamento do recebimento da denúncia apresentada no mês passado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra oito dos 34 acusados de integrar uma organização criminosa para praticar atos contra a democracia, entre 2021 e o início de 2023.
Reprodução A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou nesta quarta-feira (19) para rejeitar os recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro e do general Braga Netto para impedir os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin de atuarem no julgamento da denúncia sobre a trama golpista.
Até o momento, sete dos 11 ministros se manifestaram para manter os ministros no julgamento e para confirmar a competência da Primeira Turma, e não do plenário para julgar a denúncia.
Reprodução Os ecos das eleições de 2024 ainda estão no ar e em Guapimirim já tem gente poderosa preocupada com 2028. É que um vereador de primeiro mandato, Horácio Fiuza (foto), eleito pelo MDB, está adotando postura independente e levando seu gabinete itinerante para todo o município.
Reeleita com a maior votação já obtida por um político em toda a história da cidade, a prefeita Marina Rocha (Agir), divide o poder com seu irmão Marlon, presidente da Câmara de Vereadores, e não tem oposição na Casa, mas o entorno dela demonstra certa preocupação com a postura de Fiuza, já o enxergando como possível adversário do grupo.
Encontro com especialistas de diferentes áreas será realizado na quinta-feira (20), às 10h, no Grande Hall do Palácio da Democracia
Palácio da Democracia - Divulgação/TRE-RJ No dia em que celebrará seu aniversário de 50 anos de fundação, 20 de março, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) promove uma edição especial do seminário "Memória Popular: histórias e personagens inesquecíveis das eleições no Rio", a partir das 10h. O encontro será realizado no Grande Hall do Palácio da Democracia, prédio histórico que, desde junho de 2024, abriga a sede da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro.
Com poucos recursos, mas muita determinação, um filho da cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foi o quinto vereador mais votado em Valença no pleito de 2024.
Haroldo Cruz Filho (foto) já havia tentado uma vez (2012) em sua cidade de origem e transferiu-se logo depois para Valença, onde obteve 858 votos nas últimas eleições.
Governador diz que seu vice não senta em sua cadeira
● Elizeu Pires
Protelação no TSE vai esticando gestão interina
● Elizeu Pires