Arco Metropolitano será inaugurado nessa terça

Vai ser inaugurado nessa terça-feira, às 9h, o trecho de 71,2 quilômetros entre Duque de Caxias (BR-040) e Itaguaí (BR-101 Sul) do Arco Metropolitano, a obra viária mais importante do estado do Rio nos últimos 30 anos. Chamada de via do desenvolvimento, o arco liga Itaboraí a Itaguaí e estará completo quando a BR-493, a Estrada Magé-Manilha, estiver duplicada. As obras nesse trecho, segundo o DNIT, serão iniciadas em agosto. O arco integra todas as rodovias federais e vai beneficiar, mais diretamente, os municípios de Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri e Seropédica. A inauguração será feita pelo governador Luiz Fernando Pezão e a presidente Dilma Rousseff, com a presença de todos os prefeitos da região.

Projetado há mais de 40 anos, a obra saiu da gaveta em 2008, depois de incluída, em 2007, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma parceria entre os governos federal e estadual. Esse trecho ficou a cargo da Secretaria de Obras e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), tendo custado R$ 1,9 bilhão. Foram feitas obras de terraplenagem, drenagem pluvial, pavimentação e construídos 156 viadutos (oito deles viadutos sobre dutos da Petrobras e dois outros sobre um lago em Seropédica), pontes, passarelas e passagens subterrâneas. O trecho da BR-493 foi licitado a parte e as obras estão a cargo do DNIT, órgão do Ministério dos Transportes.

IFDM diz que Guapimirim e Magé são os primeiros em Saúde na Baixada

Índice Firjan de Desenvolvimento mostram as duas cidades em 1º e 2º lugares

O relatório do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), estudo apresentado todos os anos sobre a situação dos mais de cinco mil municípios Brasileiros, classificou as cidades de Guapimirim e Magé em primeiro e segundo lugares, respectivamente, em Saúde na Baixada Fluminense, deixando para trás Duque de Caxias e Nova Iguaçu, os dois municípios mais ricos da região. De acordo com o estudo Guapimirim e Magé também melhoraram no setor de Educação em relação a índices conferidos em anos anteriores, ficando nas quinta e oitava posições. Nesse item Guapimirim passou Nova Iguaçu e Mesquita, com Magé ficando na frente de Duque de Caxias, São João de Meriti, Queimados e Belford Roxo. O primeiro município da Baixada em Educação é Paracambi, que na Saúde ficou em oitavo lugar.

Japeri comemora R$ 33,8 milhões em obras

Investimento do estado leva urbanização a vários bairros

Com a entrega de mais 13 ruas revitalizadas nos bairros Citrópolis e Vila Esperança, o governo estadual está concluindo um programa de obras - desenvolvido em parceria com a Prefeitura - que vai beneficiar moradores de 77 ruas em vários pontos de Japeri, que mesmo sem uma representação parlamentar junto ao estado vem conseguindo o resgate de um passivo de vários anos. Sempre optando por votar em deputados de fora, os moradores se sentem enganados pelos “forasteiros” também chamados de “candidatos copa do mundo”, por só aparecerem na cidade mais pobre da Baixada Fluminense de quatro em quatro anos.

TRE vai usar lista de maus gestores recebida do TCE…

... políticos poderão ser declarados inelegíveis

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), vai encaminhar ao Ministério Público Eleitoral cópia da lista de políticos que tiveram contras reprovadas pelo plenário do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com 1.051 nomes de gestores públicos citados em 1.739 processos, a lista, segundo o TRE, vai integrar os pedidos de registro de candidaturas nas eleições gerais desse ano, que terão aplicadas as regras da Lei da Ficha Limpa pela primeira vez. Da lista constam nomes de velhos conhecidos da Justiça Eleitoral. Alguns maus gestores integram as listas do TCE desde 2008, mas a maioria deles não teve problema para registrarem suas candidaturas em 2012. Prefeito de Cabo Frio, Alair Correa, por exemplo, tem quatro anotações e conseguiu assegurar seu registro de candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a exemplo de vários outros que disputaram as eleições municipais sem maiores problemas.

Comprador de votos reclama de “concorrência desleal” em Japeri

Se preparou para pagar só R$ 30 pela “boca de urna” e se deu mal

De acordo com recente pesquisa social feita pelo Instituto Executivo de Comunicação, “quanto mais pobre a população, mais barato é o voto”, mas tem comprador inflacionando o mercado, dificultando a vida dos concorrentes com menor recurso financeiro para a campanha. No município de Japeri, por exemplo - um dos três maiores mercados de compra e venda de votos da Baixada Fluminense - teve candidato que entrou na disputa em 2012 achando que seria eleito vereador com o mínimo de 800 votos, se preparou financeiramente para isso e acabou ficando sem nada: obteve bem menos da metade dos votos que julgou necessário, mesmo  gastando R$ 150 mil no dia da eleição, pagando R$ 30 por voto.

Piabetá será sede do governo estadual nessa segunda

Gabinete itinerante será instalar na Praça Sete de Setembro

O programa Gabinete Itinerante, do governo estadual, vai funcionar na próxima segunda-feira no município de Magé. O local escolhido é a Praça Sete de Setembro, no centro de Piabetá, onde o governador Luiz Fernando Pezão, secretários e representantes de órgãos executivos passarão o dia inteiro. A população será atendida numa estrutura que vai ser montada em frente ao Hospital Municipal Hugo Braga. O programa foi iniciado em março e já atendeu cerca de 300 mil pessoas em vários municípios.

TCE entrega sua lista dos pendurados ao TRE…

...mas ela de nada serve, pois a Justiça Eleitoral deixa passar a maioria das candidaturas

Ex-presisente da Câmara de Vereadores de Magé, Carlos Célio Magalhães tem uma anotação de irregularidade no Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), um processo de prestação de contas datado de 2008. Ele tentou ser candidato a vereador em 2012 e não conseguiu. Foi barrado nas três instâncias da Justiça Eleitoral, que, se fizesse realmente jus ao nome, teria impedido também várias outras candidaturas, tomando por base o mesmo critério que deixou Célio fora da disputa.

Pobreza sustenta o mercado de compra e venda de votos na Baixada

Eleitores de Japeri, Belford Roxo e Magé sãos os “fornecedores” mais baratos

Acrescentar uns quilinhos de arroz e feijão a mais às compras do mês, para não falar em algumas latinhas de cerveja, doses de cachaça ou a garantia de um cigarro menos ruim no dia da eleição, está acima de qualquer padrão moral ou legal para aqueles que fazem do voto uma mercadoria, barata o suficiente para poder ser comprada aos milhares pelos exploradores da miséria humana, as hienas da podridão política que envergonham o Brasil perante o mundo inteiro. É isso que revela uma pesquisa social feita pelo Instituto Executivo de Comunicação em municípios da Baixada Fluminense, o maior mercado de compra e votos do estado do Rio Janeiro, graças aos bolsões de pobreza e ao analfabetismo político.

Oitocentos apartamentos para Japeri

Ao todo o município terá cinco mil unidades até dezembro de 2016

Através de parceria firmada entre a Prefeitura e o governo federal serão construídos 800 apartamentos no bairro Vila Conceição, em Japeri, empreendimento definido através do programa Minha Casa Minha Vida. O anúncio foi feito pelo prefeito Ivaldo Barbosa dos Santos, o Timor, em solenidade na Prefeitura. Ao todo, estimou o prefeito, até o final de 2016, deverão ser entregues à população pelo menos cinco mil unidades habitacionais. As obras estão a cargo da empresa Cury Engenharia, representada na solenidade por Leonardo Mesquita. Ele explicou que cada apartamento terá dois quartos, cozinha, banheiro e sala de estar. Além disso, o local terá quadra poliesportiva, playground e estacionamento. Segundo ele, as obras devem começar num prazo de 90 dias, após a assinatura do contrato entre a Caixa Econômica Federal e a construtora.

Servidores jogam a toalha em Nova Iguaçu

Salário parco e péssimas condições de trabalho causam pedidos de demissões

Enquanto centenas de candidatos aprovados no último concurso público realizado pelo município lutam para serem convocados, dezenas de servidores efetivos de Nova Iguaçu estão abandonando o barco, pedindo demissão, segundo alegam, por conta do baixo salário e das péssimas condições de trabalho. São médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, professores e pessoal do setor administrativo congestionando o mesmo corredor: o de saída. Só na edição de ontem do diário oficial foram publicadas 12 portarias de exoneração, todas a pedido. Entre os que se desligaram nos atos veiculados ontem estão sete professores, uma médica, uma enfermeira e uma técnica de enfermagem.