● Elizeu Pires
Reprodução Há pelo menos 15 anos o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro tem alertado para uma malandragem nos processos de licitação para os serviços de limpeza urbana, com prefeituras enviando ao órgão editais cheio de erros, provocando a reprovação para protelar os certames, criando, assim, uma situação emergencial para contratarem quem bem o gestor de turno entender. A fábrica de emergência gerou inquéritos e condenações por improbidade administrativa contra vários prefeitos, mas outra modalidade, a da falta de pagamento, ainda não foi enfrentada com sucesso.