Itaguaí: União Brasil já se prepara para eleição suplementar

● Elizeu Pires

Donizete tem se reunido com várias lideranças com vistas ao que é considerado inevitável: nova eleição - Foto: Reprodução O recurso impetrado pelo ex-prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, Dr. Rubão, contra o indeferimento de sua candidatura a um terceiro mandato consecutivo, será julgado pelo pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 4 de fevereiro, e o resultado é previsível: derrota, conclusão antecipada retirada do que diz a legislação e as decisões contrárias já proferidas contra ele desde o início de sua pretensão.

Gestão interina de Itaguaí não está sendo nada transparente

● Elizeu Pires

Haroldo precisar mostrar os números, e nada melhor para isso que o site oficial do município Depois de paralisar a máquina administrativa demitindo cerca de 1.200 pessoas (entre elas os responsáveis pela folha de pagamento) e suspender contratos de prestação de serviços, o prefeito interino de Itaguaí, Haroldo de Jesus (PDT), jogou ao vento ter encontrado nas contas da Prefeitura apenas R$ 5 milhões para pagar o salário de dezembro, quando seriam necessários R$ 43 milhões. Disse isso para desmentir seu aliado de longa jornada, o ex-prefeito Rubem Vieira de Souza, o Rubão, que havia revelado que deixou R$ 100 milhões em caixa.

Quem está faltando com a verdade?

É o que perguntam lá pelas bandas de Itaguaí

Que o ex-prefeito Rubem Vieira de Souza, o Rubão, entrou na disputa por um terceiro mandato consecutivo sabendo que seria barrado pela Justiça ninguém em Itaguaí duvida, assim como acreditam por lá que a intenção seria tumultuar o processo eleitoral e arrumar um jeito de permanecer no poder, ainda que indiretamente, por meio de um prefeito interino.

Itaguaí: Aliado de Rubão, Haroldo de Jesus é o prefeito interino

● Elizeu Pires

Eleito na manhã desta quarta-feira (1) para presidir a Câmara de Vereadores, Haroldo Jesus (foto), do PDT, vai governar Itaguaí até a realização de um pleito suplementar ou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), validar a votação do ex-prefeito Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão, o que ninguém acredita que irá acontecer. A aposta é de que o TSE- que julgar o processo do ex-prefeito no ddia 4 de fevereiro - vai manter Rubão impugnado e marcar uma nova eleição.

Dr. Rubão perde mais uma: Dessa vez no STF

● Elizeu Pires

O prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (foto), é mesmo insistente. Depois de tumultuar o processo eleitoral insistindo em concorrer a um terceiro mandato consecutivo, mesmo sabendo que está impedido por força de lei, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para validar sua votação e tomar posse no dia 1º de janeiro.

Rubão ganha mais um não no TSE e Itaguaí terá prefeito interino

● Elizeu Pires

Reprodução Em decisão tomada na tarde desta sexta-feira (13), o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, indeferiu pedido de efeito suspensivo apresentado pelos advogados do prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (foto), que tenta reverter a impugnação de seu registro de candidatura.

Forçação de barra do prefeito de Itaguaí é vista como provocação ao Judiciário, que está dando o troco cumprindo a lei

● Elizeu Pires

A insistência do prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (Podemos), em levar adiante uma candidatura à reeleição mesmo sabendo que, juridicamente falando, já se encontra na condição de reeleito e não poderia concorrer a um terceiro mandato consecutivo, não pegou mal apenas no meio político, que viu nisso uma manobra para melar a eleição.

Apostando alto na derrota de Rubão no TSE, políticos de Itaguaí já pensam na eleição suplementar que pode acontecer em um ano

● Elizeu Pires

Ninguém do meio político em Itaguaí duvida de que o prefeito Rubem Vieira de Souza, o Rubão (foto), sabia o que estava fazendo quando resolveu insistir com uma candidatura que já se sabia que seria barrada na Justiça. "Ele tinha quase certeza que venceria nas urnas e convicção de que não toma posse, mas seguiu em frente porque o objetivo dele seria tumultuar o processo eleitoral”, avalia um observador.