● Elizeu Pires
Desde agosto de 2024 que o elizeupires.com vinha alertando sobre os riscos de que uma novela de muito mau gosto – encenada em Itatiaia nas eleições de 2020 – viesse a ter um remake em Itaguaí, e foi o que aconteceu.
● Elizeu Pires
Desde agosto de 2024 que o elizeupires.com vinha alertando sobre os riscos de que uma novela de muito mau gosto – encenada em Itatiaia nas eleições de 2020 – viesse a ter um remake em Itaguaí, e foi o que aconteceu.
● Elizeu Pires
Começa nesta quarta-feira (1), a Expo Itaguaí 2026, reunindo grandes atrações até domingo (5), mas as atenções estão voltadas mesmo é para a eleição suplementar, que deverá ser marcada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), para outubro, possivelmente junto com a eleição presidencial em segundo turno, se este houver.
● Elizeu Pires
Teimosia de Rubão mergulhou o município no mar da insegurança jurídica - Foto: Reprodução Por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu agora há pouco que os eleitores de Itaguaí terão de voltar às urnas para eleger novos prefeito e vice. A corte autorizou o TRE-RJ a marcar o pleito suplementar para o dia 4 de outubro (data do primeiro turno das eleições gerais) e, caso não haja condições técnicas para tal, que a votação ocorra junto com o segundo turno ou em 8 de novembro, cabendo ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro decidir.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução O que estava para ser decidido nesta quinta-feira (18), foi transferido para a próxima terça-feira (23). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), remarcou o julgamento do processo sobre a inelegibilidade do ex-prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Rubão, que insistiu em disputar as eleições de 2024 mesmo estando, juridicamente falando, já na condição de reeleição.
● Elizeu Pires
Foto: Arquivo/PMI Adiado por seguidos pedidos de vista, o processo sobre a inelegibilidade do ex-prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Rubão – que, mesmo sabendo de seu impedimento, insistiu em disputar as eleições de 2024 – deverá ser concluído nesta quinta-feira (18), isto se nenhum membro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) voltar a suspender o julgamento, que era para ter sido concluído há muito tempo.
● Elizeu Pires
A ex-presidente do Instituto de Previdência do Município de Itaguaí (Itaprevi), Fernanda Pereira da Silva Machado, um dos alvos das investigações sobre as aplicações de cerca de R$ 1 bilhão do Rioprevidência em fundos sem garantias no Banco Master, teria assinado atestado falso para que as operações pudessem ser feitas, quando ela respondia pelo controle interno do órgão previdenciário dos servidores do estado do Rio de Janeiro, segundo apontou a Polícia Federal ao STF.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução A ex-presidente do Instituto de Previdência do Município de Itaguaí (Itaprevi), Fernanda Pereira da Silva Machado, é um dos alvos da 8ª fase da Operação Compliance Zero, realizada nesta terça-feira (26) pela Polícia Federal no âmbito das investigações que apuram o aporte de cerca de R$ 1 bilhão do Rioprevidência em fundos sem garantias do Banco Master.
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução A informação de que o Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF), do Ministério Público do Rio de Janeiro ajuizou uma ação civil pública contra o Banco Master e os responsáveis pela aplicação de R$ 1 bilhão do Rioprevidência em Letras Financeiras (LS) – que não possuem proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) –, encheu de esperança servidores do município de Itaguaí.
Com certificado anulado e rombo de quase R$ 60 milhões por aplicação no Banco Master, previdência dos servidores vai pesar no bolso dos contribuintes
● Elizeu Pires
● Elizeu Pires
Foto: Reprodução O que deveria ter sido decidido democraticamente, só indo para urnas candidatos sem impedimento legal, acabou tumultuado pela teimosia de alguém apegado demais ao poder, que achou que podia ter um terceiro mandato consecutivo de prefeito e acabou levando para o tapetão a disputa, instalando um clima de insegurança jurídica em Itaguaí, onde, nos últimos anos, o governo tem sido tomado na marra, como esse mesmo alguém fez em 2020, abrindo, então como presidente da Câmara, um processo de impeachment para sentar na cadeira por alguns meses e nela disputar, confortavelmente, as eleições daquele ano.