TCE-RJ multa prefeito de São José do Vale do Rio Preto por contratações irregulares de funcionários temporários

As contratações feitas por Gilberto Esteves aconteceram em 2018 O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) multou em R$ 12,9 mil ex-prefeito de São José do Vale do Rio Preto, Gilberto Esteves (PV) por não justificar a necessidade de contrato de trabalho por prazo determinado com médica plantonista celebrado pela Secretaria de Saúde do município. Dois secretários municipais de Saúde à época das contratações também foram multados em R$ 5,5 mil e R$ 11 mil, respectivamente.

Em atenção ao princípio da conexão processual, a decisão abrange outros 105 processos correlatos no município. As contratações temporárias emergenciais ocorreram sem realização de processo seletivo simplificado, para cargos ligados à área de Saúde. A contratação objeto da referida decisão teve o período definido em 180 dias, a partir de 3 de agosto de 2018.

Cooperativa que, segundo o MPF, é ligada ao esquema do empresário Mário Peixoto, ganha licitação para serviços de enfermagem no Hospital do Exército

● Elizeu Pires

O contrato com a Renacoop será de R$ 20.3 milhões Preferida da Prefeitura de Duque de Caxias no fornecimento de mão de obra para o setor de Saúde, já tendo assinado com esse município da Baixada Fluminense contratos que somam cerca de R$ 900 milhões desde 2014 -, a Renascer Cooperativa de Trabalho (Renacoop) - uma das instituições que segundo o Ministério Público Federal integraria o esquema do empresário Mário Peixoto - acabou de ser declarada vencedora de um pregão para serviços de enfermagem no Hospital Central do Exército, apesar de se encontrar em situação irregular junto à Justiça do Trabalho.

Tribunal de Justiça declara indevida taxa cobrada pela Prefeitura de Magé de empresas de ônibus por uso de terminal fajuto

● Elizeu Pires

A "rodoviária" de Magé é uma simples calçada coberta Embora o centro da cidade não disponha de uma rodoviária decente – apenas pontos de parada com uma precária cobertura -, com embarque e desembarque de passageiros sendo feito na via pública, a Prefeitura de Magé vinha cobrando das empresas que operam linhas municipais e intermunicipais de ônibus a Taxa de Prestação de Serviço de Terminal Rodoviário, instituída por uma lei municipal de 2017.

Ex-prefeito de Itaboraí é multado por ilegalidades

Helil Cardozo foi punido adotar condutas inadequadas

Cardozo já havia sido multado em 2017 em mais de R$ 700 mil O ex-prefeito de Itaboraí, Helil Cardozo (MDB) vai ter de recolher aos cofres públicos uma multa de R$ 37 mil. Decisão nesse sentido foi tomada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro que, em auditoria governamental,  constatou ilegalidades cometidas durante período em que o município passava por crise financeira.  De acordo com o TCE,  durante a gestão de Helil "diversos procedimentos municipais estiveram em desacordo com os pressupostos da Lei de Recuperação Fiscal".

Mais de 1,2 mil municípios devem manter exigência de máscara, diz CNM

Levantamento é da Confederação Nacional de Municípios

Um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que consultou gestores de 1.960 municípios, aponta que 1.248 (63,9%) pretendem manter a obrigatoriedade do uso de máscara mesmo que a população esteja totalmente vacinada, contra 48 (2,4%) que pretendem acabar com a exigência. Outras 645 (32,9%) prefeituras informaram que a questão ainda não foi decidida e 19 gestores municipais não responderam.

MPRJ e Defensoria obtiveram decisão que suspende o decreto da Prefeitura de Duque de Caxias que liberava o uso de máscara

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde da Região Metropolitana I, e a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, obtiveram decisão judicial que suspende o decreto do Município de Duque de Caxias que liberava o uso de máscaras. A decisão de urgência também determina que o Município de Caxias seja intimado a promover campanha em prol do uso de máscaras. 

A realização da campanha e a suspensão do decreto estarão em vigor até que o município comprove, com estudo técnico, a segurança na liberação das máscaras para a população local. A decisão da 3ª Vara Cível de Duque de Caxias foi proferida a partir de pedido protocolado pelo MPRJ.

Ministério Público e Defensoria vão à Justiça contra decreto que desobriga uso de máscara facial em Caxias

● Elizeu Pires

Mais uma medida polêmica do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis (MDB) em relação às medidas de enfrentamento da pandemia de covid-19 é questionada no Poder Judiciário. Dessa vez a ação é contra um decreto que desobriga o uso de máscaras faciais no município. Representação no sentido de tornar o decreto sem efeito foi protocolada na 3ª Vara Cível da Comarca local, pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde da Região Metropolitana I, e a Defensoria Pública.

Nova Iguaçu: Orçamento de 2022 deverá ser fixado em R$ 1,6 bilhão

Proposta já está sendo discutida na Câmara de Vereadores

Depois da audiência pública realizada ontem (7) a proposta vai passar pela Comissão de Orçamento e liberada para ser votada em plenário Começou a ser discutida na A Comissão de Finanças da Câmara Municipal de Nova Iguaçu  o orçamento do município para o exercício de 2022. A proposta enviada pelo prefeito Rogério Lisboa estima uma receita de R$ 1,6 bilhão. Pelo que está na 141/2021, às secretarias de Saúde e Educação serão destinados os maiores valores, R$ 522 milhões para e R$ 390 milhões, respectivamente.

Agora proibida de operar com o poder público, empresa do grupo de Mário Peixoto fez contratos de cerca de R$ 680 milhões com a Prefeitura de Caxias, mas até hoje acumula pendências com ex-funcionários

● Elizeu Pires

Denúncias que levaram Mário Peixoto à prisão encurtaram a carreira política do ex-juiz Wilson Witzel, que havia prometido acabar com a corrupção no governo fluminense Esta semana o juiz Bruno Bodart, da 10ª Vara de Fazenda Pública da Capital, determinou o bloqueio de R$ 42,5 milhões do empresário Mário Peixoto e de outros investigados por suspeita de envolvimento em suposto esquema de corrupção no governo do estado do Rio de Janeiro, uma ninharia se o valor for comparado com a soma empenhada nos contratos e termos aditivos firmados com a Prefeitura de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense entre 2013 e 2018 por um das empresas do grupo de Mário, a Atrio-Rio Service, que passou a funcionar com outro nome - Gaia Service - e foi proibida pelo mesmo magistrado de firmar novos contratos com o poder público.