Mercearia dos Rodrigues de Paulo – que tem um membro do núcleo familiar comandando a Câmara de Vereadores – fornece gêneros alimentícios e produtos de limpeza para a Prefeitura
● Elizeu Pires
Mercearia dos Rodrigues de Paulo – que tem um membro do núcleo familiar comandando a Câmara de Vereadores – fornece gêneros alimentícios e produtos de limpeza para a Prefeitura
● Elizeu Pires
Paulo Dames é denunciado em esquema para compra de voto na Câmara de Vereadores
Paulo Dames é acusado de liderar o esquema Está tramitando no 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, ação em que o Ministério Público pede o afastamento do prefeito de Casimiro de Abreu, município do interior do estado. Paulo Dames é apontado pelo MP como líder do grupo político acusado de articular a compra do voto que faltava para que a Câmara de Vereadores reprovassem as contas do ex-prefeito Antonio Marcos Lemos, referente ao exercício de 2016, o último da gestão de Antonio. No processo também estão os vereadores Rafael Jardim, Bruno Miranda e o empresário Wender Veloso, conhecido na cidade como Careca do Gás. De acordo com a denúncia, Wender, que tinha contratos com a Prefeitura, teria sido encarregado de oferecer dinheiro ao vereador Leilson Ribeiro da Silva, o Neném da Barbearia (MDB), para este não comparecer à Câmara ou votar pela reprovação das contas do ex-prefeito.
Prefeitura tirou item de consulta do Portal da Transparência na noite de ontem, voltou hoje com nova data no documento e consertou depois
A Prefeitura de Silva Jardim vem aparecendo de forma negativa no noticiário há anos, o que entristece os moradores da cidade Na noite de ontem (20), em pleno feriado, após a repercussão da matéria Prefeita cassada de Silva Jardim não precisou esperar muito para receber: interino mandou pagar mais de R$ 70 mil a ela, a Prefeitura retirou do Portal da Transparência, na aba Gestão de Pessoal, o item "servidores/empregados ativos", que conduzia ao link onde o documento usado na matéria estava postado (confira aqui). Isto se deu depois de o prefeito interino Jaime Figueiredo ter classificado a matéria como "mentirosa" e prometido que daria uma resposta, o que não aconteceu até agora.
Washington Reis administra o maior orçamento da Baixada, mas não vem pagando os servidores em dia O prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, continua atrasando o pagamento dos salários dos servidores, embora o município seja o mais rico da Baixada Fluminense. Os vencimentos de setembro ainda não saíram para toda a categoria e até o final do expediente de ontem (19), segundo informações do próprio Instituto de Previdência dos Servidores Públicos (IPMDC), apenas de 47,02% dos aposentados e pensionistas tinham recebido os proventos referentes ao nono mês de 2019.
Os primeiros a serem pagos – por conta dos repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – os servidores da rede municipal de ensino começaram a receber ontem o salário de outubro, quando foram pagos 3.580 funcionários da Secretaria de Educação, pouco mais de 60% do efetivo do setor.
A Prefeitura desapropriou o prédio da Bom Pastor e ficou com os equipamentos, mas não pagou por isto ainda. Mesmo assim gastou mais de R$ 3 milhões em obras Embora tivesse contratos com valores que passam de R$ 71 milhões, a Associação de Saúde Social Humanizada – Organização social escolhida pela Prefeitura de Queimados para gerir o Centro Especializado de Tratamento de Hipertensão e Diabetes (Cethid) – deixou muito a desejar na cidade, além de dívidas trabalhistas. Virou ré em processo de improbidade administrativa junto com o ex-prefeito Max Lemos, alvo de investigação no Tribunal de Contas do Estado e no Ministério Público, e só seis anos depois é que o governo resolveu intervir. A má-experiência, entretanto, parece não ter adiantado de nada, pois a Prefeitura pretende terceirizar a operacionalização do Hospital-Maternidade (que ainda não tem data para ser inaugurado), contratando uma nova instituição.
A informação foi dada pelo deputado estadual Max Lemos, ex-prefeito da cidade, durante entrevista ao vivo no Estúdio B, na qual, por um momento, falou como fosse ele o governante de Queimados, não o prefeito Carlos Vilela: "Estamos preparando a licitação para contratar uma OS ou uma empresa para administrar".
O Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Nilópolis (Previnil) lembra os segurados ativos a importância de comparecerem, até dia 29 de novembro, de segunda-feira às sextas-feiras, de 9h às 16h30, na sede do instituto que fica à Rua Professor Alfredo Gonçalves Figueira, nº 18, sala 201, no Centro de Nilópolis, munidos de documentos e para o recadastramento, assim como de dependentes e cônjuges. Esse chamamento vale para servidores ativos da Prefeitura, da Câmara de Vereadores e do próprio instituto.
Os documentos necessários e indispensáveis para o recadastramento são: carteira de identidade (original), CPF (Cadastro de Pessoa Física), PIS/PASEP, título de eleitor, comprovante de residência, certidão de nascimento ou casamento, contracheque atualizado, carteira de trabalho (CTPS) e carteira de motorista (habilitação) em caso de função que exija. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (21) 3236-1900.
Alcione e a filha Myra foram presas na Zona Sul do Rio Prima do ex-governador Anthony Garotinho, a ex-deputada Alcione Athayde foi presa nesta terça-feira (19) na Operação Patrón, realizada pelo Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF), no Brasil e Paraguai. Ao todo foram cumpridos 20 mandados de prisão e 15 de buscas apreensões em endereços. Alcione foi presa na Zona Sul do Rio junto com a filha, Myra de Oliveira Athayde, namorada de Dario Messer, apontado pelo MPF como o doleiro dos doleiros.
A operação desta terça-feira é um desdobramento da Operação Câmbio, Desligo, que teve como foco o ramo paraguaio da organização do super doleiro. Messer, segundo o Ministério Público Federal, "comandou esquemas de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos e evasão de divisas que movimentaram mais de US$ 1,6 bilhão em contas em 52 países e mais de 3.000 offshores".
Cesar fez três contratos milionários com empresas de informática, mas a transparência... Registrando dezenas de contratos e atas de registro de preços para fornecimentos em geral e prestação de serviços desde janeiro de 2017, a julgar pelo volume de dinheiro comprometido com empresas de informática, a Prefeitura de Japeri era para ser a mais transparente do estado do Rio de Janeiro, revelando todas as despesas feitas e a forma como elas foram contratadas, expondo os processos licitatórios de forma clara, bem como os valores pagos a cada firma com negócios com a municipalidade. Só que nada disto acontece, apesar das pressões do Tribunal de Contas do Estado, que já apontou várias irregularidades em contratos e licitações de Japeri.
Conforme já foi revelado na matéria Japeri: gastos com sistema de gestão podem chegar a R$ 11 milhões, o município mais pobre da Baixada Fluminense, detentor um dos piores índices de desenvolvimento humano do país, optou por gastar alguns milhões de reais para implantar um sistema informatizado de gestão que, segundo gente do próprio governo, até agora não resultou em muita coisa, inclusive em relação ao Portal da Transparência, há dias fora do ar.
R$ 929.579,18 com subsídios dos vereadores
"Vencimentos e vantagens fixas, indenizações ou restituições trabalhistas", é o máximo que a Câmara de Vereadores de Itatiaia expõe em seu Portal da Transparência sobre os gastos com pessoal, despesa que até a última sexta-feira (14) estava em R$ 5,3 milhões. Isto tudo ocorre quando a Casa informa que está disponibilizando o seu novo site, que "levará mais transparência e informação aos munícipes e a todos os interessados em acompanhar os trabalhos".
Ex-presidente da Fetransport diz que a entidade gastava R$ 400 mil mensais com membros da casa
Os braços da Operação Ponto Final – desencadeada pelo Ministério Público Federal em 2017 – que já abraçaram empresários do setor de transportes, agentes políticos e até um promotor de Justiça, poderão alcançar ainda mais gente. Em sua delação o ex-presidente da Fetransport, Lélis Teixeira, segundo informou ontem o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, contou que a entidade gastava cerca de R$ 400 mil mensais com pagamento de propinas à Câmara de Vereadores do Rio.