O esquema de fraude processual denunciado pelo Ministério Público e que segundo a denúncia teria funcionado entre o início de 2017 e agosto deste ano para favorecer a ex-prefeita Núbia Cozzolino e aliados em processos de improbidade administrativa que tramitam na 1ª Vara Cível de Magé, só serviu mesmo para aumentar a folha corrida, dar ainda mais trabalho ao MP e ampliar condenações. É que as peças serão restauradas, as sentenças já proferidas executadas e novas ações podem estar a caminho, pois ainda existem processos sendo analisados e passando pela lupa pericial...
Núbia Cozzolino e três membros da defesa dela estão presos desde o dia 10 (um em prisão em domiciliar). A pouco surgiu a informação de que a advogada Aidê Raquel da Mata Soares Pacheco – até ontem considerada foragida – teria se entregado à Justiça e estaria na cadeia pública de Benfica, o que ainda não foi confirmado pelo sistema prisional. Esta semana foi emitido novo mandado de prisão contra ela, este sem o Pacheco, sobrenome que Aidê deixou de usar após separação.