Presidente da Alerj afirma que nada tem a temer e que continuará devolvendo aos cofres do estado os recursos economizados pela Casa

Em nota oficial o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André Ceciliano (foto), rebateu a afirmação de que a doação de R$ 100 milhões à Secretaria de Saúde teve como objetivo o retorno de parte do valor para os próprios parlamentares. André afirmou que até o final deste ano a Casa terá economizado cerca de R$ 500 milhões e que esse montante vai ser devolvido à Fazenda estadual. Segundo Ceciliano, a afirmação de que a doação objetivava reverter parte do montante, "carece de provas que, minimamente, justifiquem a gravidade de uma acusação dessa natureza". 

Na nota o presidente esclarece que em 2019, o valor destinado à Alerj foi de R$ 1,2 bilhão, e que a Casa economizou cerca de R$ 422 milhões, total devolvido ao Tesouro Estadual por meio de transferências bancárias à Secretaria de Fazenda. "Este ano, até hoje (28/08), a Alerj economizou R$ 340 milhões de seu orçamento. Até o fim do ano, a previsão é de que essa economia chegue a R$ 500 milhões, recursos que serão novamente devolvidos aos cofres públicos, como parte do esforço que a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Rio tem feito em apoio ao Estado", diz um trecho da nota.

Ex-prefeito de Rio das Ostras pretende retornar à vida pública por onde começou, pela Câmara de Vereadores

Três vezes prefeito da cidade, Carlos Augusto Balthazar (foto) não vai concorrer ao quarto mandato. Ele confirmou ontem (28), que pretende retornar à vida política de Rio das Ostras por onde começou: vai disputar uma cadeira na Câmara de Vereadores, da qual, inclusive, foi presidente. Em contato com o elizeupires.com nesta sexta-feira ele revelou que vai trabalhar nos próximos dias para tentar unir a oposição.

"Nossa cidade está sofrendo as consequências de uma má-gestão. Vamos trabalhar para recolocar Rio das Ostras nos trilhos do desenvolvimento. Sou hoje pré-candidato a vereador e assumo o compromisso de somar as forças, reunindo os que estão preocupados com o estado de estagnação em que o município se encontra", afirmou.

Uma sexta-feira de azar para o governador do Rio: além do afastamento o STF revoga liminar e mantém o rito do impeachment na Alerj

Depois de ter sido surpreendido na manhã de hoje (28) com uma grande operação da Polícia Federal e pela notificação de seu afastamento do cargo por 180 dias decidido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (foto) sofreu uma derrota no Supremo Tribunal Federal (STF), onde havia conseguido uma liminar para suspender o processo de impeachment aberto contra ele pela Assembleia Legislativa. Na parte da tarde o ministro Alexandre de Moraes autorizou a retomada da tramitação e a tendência, de acordo com vários parlamentares já ouvidos sobre o assunto, é de que Witzel seja afastado também pela Alerj.

De acordo com o despacho do ministro Alexandre Moraes, não houve irregularidade na forma da CPI. "Não me parece que o Ato do Presidente da Assembleia Legislativa tenha desrespeitado o texto constitucional ou mesmo a legislação federal, pois refletiu o consenso da Casa Parlamentar ao determinar que cada um dos partidos políticos, por meio de sua respectiva liderança, indicasse um representante, garantindo ampla participação da 'maioria' e da 'minoria' na Comissão Especial", diz o ministro em sua decisão.

STJ tira governador do Rio do cargo, manda prender Pastor Everaldo e mais 16: operações acontecem em seis estados

Pastor Everaldo é apontado como o "homem que manda" no governo Witzel O ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça, determinou o afastamento do governador do Rio, Wilson Witzel, investigado por fraude nas contratações emergenciais feitas pela Secretaria Estadual de Saúde para o enfrentamento da pandemia causada pelo novo coronavírus.

Mudança a vista na sucessão em Queimados: atual prefeito estaria disposto a disputar a reeleição, o que afetaria Lenine Lemos diretamente

Não será surpresa se o prefeito de Queimados, Carlos Vilela (foto) - até poucos dias considerado fora da disputa - optar por concorrer à reeleição, o que poderia levar à lona o pré-candidato do PSDB, Lenine Lemos. A informação foi passada há pouco por uma fonte ligada ao governo, mas Vilela ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.

O prazo final para realização das convenções partidárias é 16 de setembro, data limite para as legendas definirem seus candidatos. De acordo com a fonte, um racha no grupo do ex-prefeito da cidade e agora deputado estadual Max Lemos, estaria se descortinando, o que se ocorrer poderá ser fatal para os irmãos Lemos.

Redução do número de vereadores em Nova Iguaçu gera choradeira entre pré-candidatos, mas não pode ser considerada ilegal

Muitos vereadores querem manter as atuais 17 cadeiras, mas o tempo é curto e até agora não há uma movimentação nesse sentido Preparados para lançar entre 21 e 25 candidatos à vereador este ano, com suas nominatas praticamente fechadas, os partidos que vão disputar as eleições municipais em Nova Iguaçu terão de reduzir bastante a quantidade de concorrentes, porque o numero de vagas na Câmara da cidade foi reduzido ainda mais, caindo de 17 para 11, isso numa Casa Legislativa que chegou a ter 33 parlamentares.

Essa foi a terceira redução feita pela Casa desde 2014, quando foi feita uma emenda na Lei Orgânica passando de 29 para 21 cadeiras. Em 2016 uma nova emenda foi aprovada, cortando mais quatro, fixando em 17 o número de vereadores a serem eleitos em 2016.

Silva Jardim: presidência da Câmara mantém no mandato vereador condenado por recebimento indevido de dinheiro público

Mesmo condenado por improbidade administrativa em sentença confirmada pelo Tribunal de Justiça - com decreto de perda de função pública e obrigação de ressarcimento aos cofres da Prefeitura de Silva Jardim -, o vereador Adão Firmino (foto) continua na cadeira e até o momento a presidente da Câmara Municipal, Marcilene Xavier, não se pronunciou sobre requerimento protocolado pelo suplente Jonas Moraes dos Santos, que reivindica a cadeira.

Adão foi condenado por ter recebido valores indevidos como antecipação de subsídio, no tempo em que era vice-prefeito. Os pagamentos são apontados como ilegais pelo Ministério Público, que ajuizou a ação na Vara Única da cidade em 2005, depois de concluir o inquérito aberto para apurar o recebimento do dinheiro por Firmino, que foi vice-prefeito até 31 de dezembro de 2000.

Vices de ontem, adversários de hoje: ex-companheiros de chapa vencedoras em 2016 vão se enfrentar direta ou indiretamente nas eleições deste ano em Queimados, Guapimirim e Magé

Machado, a esquerda, foi vice de Vilela numa chapa indicada por Max O policial militar Carlos Machado de Oliveira passou mais de uma década no grupo que governa Queimados desde janeiro de 2009. Ocupou cargos e em 2016 foi companheiro de chapa do prefeito Carlos Vilela. Em dezembro de 2019, na semana em que sua esposa foi exonerado do cargo de secretária de Saúde ele anunciou que estava se desligando do grupo e que disputaria a eleição para prefeito este ano. No último dia 15 ele revelou que estava renunciando como vice-prefeito para configurar-se como oposição de verdade aos olhos dos eleitores. Como vai explicar os quase 11 anos de ligação com o grupo liderado pelo deputado os eleitores queimadenses terão de esperar pela campanha para ficarem sabendo...

A história de Machado é quase a mesma a verificar-se em Guapimirim e Magé, também na Baixada Fluminense. Só que nesse dois municípios a disputa será indireta. No caso de Guapimirim o vice-prefeito Ricardo de Oliveira Almeida, o Pastor Ricardo, não  concorre a prefeito, assim como o deputado estadual Vandro Lopes Gonçalves, Vandro Família, ex-vice-prefeito de Magé. Os dois optaram por apoiar adversários de seus ex-aliados.

Mesquita: vereadora confirma pré-candidatura a prefeita levando entre suas propostas unidades de emergência em Saúde

Cris projeta pelo menos duas unidades de emergência 24 horas Há anos que a vereadora Cristiane Pelinca do Amaral, mais conhecida na Baixada Fluminense como Cris Gêmeas, vem batendo na mesma tecla, a falta de atendimento de emergência na rede Saúde de Mesquita. Esta semana, ao confirmar sua pré-candidatura à Prefeitura da cidade pelo PSD, ela voltou ao assunto: “Atendimento de emergência te de ser prioridade”.

Com cerca de 180 mil moradores, Mesquita tem um hospital veterinário com atendimento 24 horas, mas não há na cidade um leito sequer de tratamento intensivo para pacientes de covid-19. Quem precisa de emergência à noite em qualquer caso tem de buscar socorro nos municípios vizinhos. Cris e o grupo político que a apoia propõe a implantação de duas unidades para emergências e urgências médicas.

Se a Câmara não correr contra o tempo Nova Iguaçu vai eleger apenas 11 vereadores este ano: o município chegou a ter 33 parlamentares

Fechada por conta da pandemia de covid-19, a Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu poderá iniciar a legislatura de 2021 com apenas 11 integrantes. Atualmente com 17 cadeiras, a Casa chegou a ter 33 parlamentares no tempo em que Japeri, Queimados, Mesquita e Belford Roxo ainda eram distritos. O drástico corte de cadeiras não tem nada a ver com a redução do número de habitantes, pois, segundo estimativa do IBGE, a cidade tem cerca de um milhão de moradores e, pela legislação em vigor, poderia eleger até 29 vereadores, conforme ocorreu no pleito de 2012.  Como uma nova redução foi aprovada este ano, ficou fixado o número de 11 vagas, seis a menos que a quantidade de eleitos em 2016.

Sobre o tamanho da próxima formação da Casa o que existe até esta sexta-feira (21), é incerteza, pois não há nenhuma sessão marcada até agora para votar um dispositivo legal voltando ao total de 17 cadeiras ou elevando para 21 parlamentares. Os que estão de fora e se lançando para a eleição que vai acontecer no dia 15 de novembro, defendem 25 vagas e até ameaçam entrar na Justiça, como se ainda houvesse prazo para isto e se a decisão não fosse exclusiva da Câmara, que hoje tem um dispositivo aprovado, sancionado e publicado em diário oficial.