Rejeição de 43% e derrota para Ciro Gomes por 45% a 39% em eventual segundo turno
Rejeição de 43% e derrota para Ciro Gomes por 45% a 39% em eventual segundo turno
Haddad tem 19%; Ciro Gomes, 11%; Geraldo Alckmin, 7% e Marina Silva, 6%
Preocupa a todo cidadão de bom senso a declaração do candidato do PSL de que é concreta a possibilidade de uma fraude eleitoral em favor do candidato do PT. É de uma gravidade tamanha. Não porque a votação eletrônica possa ser manipulada, mas por sugerir que Jair Bolsonaro e seus iguais não irão aceitar resultado que não seja a vitória. Quando alguém que se propõe a governar o país faz tal ameaça, ainda que velada, nos leva pensar que Bolsonaro, Mourão e Cia. querem é ganhar no grito. Isso é muito sério. É seríssimo. Quem pensa assim está é pregando o poder absoluto, a marcha dos coturnos sobre as cabeças dos defensores da liberdade e revelando o medo terrível que a democracia lhe causa.
Sei que a militância cega vai cair de pau e me chamar de comunista - como assim classifica a todos os que conseguem pensar livremente -, mas não posso deixar de emitir minha opinião. Vi nessa declaração um ato de desespero, reação de quem teme que, no segundo turno, como assim mostram as pesquisas de intenção de votos, o bicho papão lhe engula.
Na disputa em segundo turno candidato do PSL perderia para Ciro, Marina e Alkimim. Números apontam empate técnico com o candidato do PT
Candidato do PSL subiu apenas dois pontos, continua como o mais rejeitado e perderia para Marina Silva, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin em eventual disputa no segundo turno
"Esse discurso de ódio do candidato é que desencadeou essa atitude extremada"
Os advogados que representam o agressor Adélio Bispo de Oliveira (foto) sustentam que a agressão de seu cliente ao candidato Jair Bolsonaro foi um ato solitário, movido pelo que classificaram de “discurso de ódio” do próprio candidato. Quatro advogados acompanharam Adélio na audiência de instrução com a juíza Patrícia Alencar, na Justiça Federal, na tarde de ontem (7), que determinou a transferência do criminoso para um presídio federal. "Esse discurso de ódio do candidato é que desencadeou essa atitude extremada do nosso cliente", disse o advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior. Um dos motivos, segundo a defesa, foi a referência pejorativa aos negros quilombolas, já que seu cliente se identifica como negro.
Pesquisa diz que ele perderia para três candidatos no segundo turno e mostra empate técnico com o petista Fernando Haddad
Se Lula concorre impugnado seus votos são anulados ai o segundo colocado poderia vencer logo no primeiro turno. Já pensaram nisso?
E anuncia um pré-candidato que não conseguiu votos nem para se eleger deputado
"Oportunismo político". Assim está sendo visto em Maricá o lançamento da pré-candidatura do dentista e suplente de deputado federal em exercício de mandato Marcelo Delaroli (foto), ao governo do estado do Rio de Janeiro. Delarori foi candidato pelo PR em 2014, mas não teve votação suficiente para se eleger. Obteve 33.743 votos e ficou na primeira suplência, agora, tentando surfar na onda do pré-candidato do PSL a presidência da República, Jair Bolsonaro, teve o nome lançado por seu partido para disputar a sucessão do governador Luiz Fernando Pezão. O anúncio da pré-candidatura foi recebido no meio como "mero oportunismo". Em tempo: em 2016 Marcelo candidatou-se a prefeito de Maricá e concorreu com o registro impugnado porque foi considerado inelegível pela Justiça Eleitoral.
Se as eleições fossem hoje e o ex-presidente Lula pudesse concorrer, venceria o primeiro turno com 30% dos votos válidos e o deputado Jair Bolsonaro (PSL) ficaria com 17%. Isso é o que revela pesquisa do Datafolha divulgada neste domingo. Numa disputa sem o líder petista Bolsonaro aparece liderando a corrida com apenas 2% a mais das intenções de voto, uma posição não muito confortável para quem é chamado de 'mito' pelos seguidores. São 19% de votos para ele, 15% para Marina Silva e entre 10% e 11% para Ciro Gomes, o que significa dizer, numa análise sem paixões, que há muita água para passar debaixo dessa ponte e que Bolsonaro pode acabar levado pela correnteza da união de nomes, até porque aparece com 32% de rejeição.
Embora alguns petistas fiquem enganando a si mesmos, dizendo que o ex-presidente será candidato, não existe a menor chance de isso vir acontecer e a pesquisa, quando cita os dois nomes listados internamente para substituírem Lula, mostra o Partido dos Trabalhadores apenas fazendo figuração nesse filme, com apenas 1% das intenções de votos, tanto faz se o escolhido for o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad ou o ex-governador Jaques Wagner, da Bahia.