TSE faz campanha contra voto em branco e abstenção nas eleições 2018
TSE faz campanha contra voto em branco e abstenção nas eleições 2018
Com cerca de 590 mil eleitores, o município de Nova Iguaçu, a exemplo das demais cidades da Baixada Fluminense, é muito visitado por políticos de fora no período eleitoral, que desaparecem após as eleições. Porém, nem todos agem assim. Dos parlamentares "forasteiros" votados na cidade pelo menos sete deram retorno apresentando emendas, destinando verbas para ajudar na gestão do prefeito Rogério Lisboa, mas é uma filha da terra dos laranjais que mais recursos garantiu. Rosângela Gomes (foto) apresentou nos últimos dois anos emendas que somam mais de R$ 9 milhões. Ao todo 13 parlamentares apresentaram emendas no período, chegando ao total de exatos R$ 38.813.391,60.
Além de Rosângela assinaram emendas os deputados locais Walney Rocha (R$ 6.4 milhões) e Felipe Bornier (R$ 5 milhões). Jjá os senadores Lindberg Farias e Romário Faria destinaram R$ 4.5 milhões e R$ 1.5 milhão respectivamente, enquanto o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, assegurou R$ 3.9 milhões.
A maioria é de mulheres brancas com nível superior
Número de veículos é definido é de acordo com o tamanho de cada cidade e os carros de som ficam permitidos mesmo na ausência do candidato
Um acordo costurado pelos advogados André Marques, Afonso Destri, Eduardo Damian, Luiz Paulo Viveiro de Castro e Marcio Alvim com o desembargador Carlos Eduardo Fonseca Passos (foto), presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, define o que pode e o que não ser feito pelos partidos e candidatos nas eleições deste ano e representa uma vitória para as legendas. O acordo – que considera as situações distintas entre os 92 municípios fluminenses – atende aos pleitos dos advogados representantes dos partidos e sua celebração, segundo André Marques, que falou pelo PC do B, externa "a sensibilidade e fidalguia" do presidente do TRE, diante dos pedidos dos advogados, candidatos e partidos em questões sensíveis como as "dobradas", carreatas, propaganda em veículos e nos comitês centrais, especialmente nas cidades da Baixada e no interior.
Campanha é cara, e dinheiro lícito ficará com caciques partidários
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, Carlos Eduardo da Fonseca Passos (foto), confirmou para 28 de outubro - junto com o segundo turno da votação para governador e presidente da República - as eleições suplementares para escolha de prefeitos e vices nos municípios de Aperibé, Iguaba Grande, Laje do Muriaé e Mangaratiba, cidades que tiveram os governantes eleitos em 2016 cassados por prática de ilegalidades durante a campanha. As resoluções foram publicadas nesta quarta-feira numa edição extra do diário oficial eletrônico da Justiça Eleitoral. Pelo que foi definido, poderão lançar candidatos todos os partidos registrados nesses municípios até o dia 28 de abril deste ano e poderão votar todos os eleitores que tiverem feito inscrições até 9 de maio. Porém, o prazo estabelecido para as convenções partidárias é muito curto: devem ser feitas entre sábado (11) e segunda-feira (dia 13).
A propaganda eleitoral começa no próximo dia 16, mas o ritmo já é de disputa no país. As dúvidas sobre o que pode o que não pode nesse período são muitas e para esclarecê-las nada melhor que um especialista no assunto e é exatamente isso que o advogado Carlos Frota (foto), fera em direito eleitoral faz aqui nesta matéria. Ele dá dicas que interessam tanto aos candidatos quanto aos eleitores...
A partir de quando é permitida a propaganda eleitoral?
Legenda forma aliança com o PSC que tem ex-juiz federal como candidato a governador
Flávio Diniz Berriel vinha tentando evitar eleição suplementar e recuperar a cadeira
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge (foto), anunciou qual será a estratégia de atuação do Ministério Público Eleitoral nas eleições deste ano. Dodge, que também comanda a procuradoria eleitoral, afirmou que os gastos de pré-campanha serão fiscalizados. A pré-campanha não é regulamentada por lei e corresponde ao período, que não tem data fixa, em que os partidos estão se preparando as eleições, mas ainda não podem registrar as alianças e candidaturas. O anúncio foi feito na última sexta (27), após a reunião entre Raquel Dodge e os procuradores estaduais de todo o país.
Ela ainda afirmou que a orientação é pedir a impugnação da candidatura de todos aqueles que tenham condenação em segunda instância, com base na Lei da Ficha Limpa. Questionada, a procuradora evitou comentar o caso do ex-presidente Lula, que cumpre pena após ter a condenação por lavagem de dinheiro e corrupção confirma pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, segunda instância da Justiça.