PM a serviço da CRT em Magé

Operação seria para evitar que caminhões desviem do pedágio através de Piabetá

Como se não bastassem as três praças de cobrança de pedágio que ilham o município de Magé, fazendo com que os moradores paguem para circular até mesmo entre bairros da cidade, a Concessionária Rio Teresópolis (CRT), agora estaria sendo ajudada por policiais do 34º Batalhão da Polícia Militar. Hoje pela manhã, entre 5h e 06h30, agentes dessa unidade faziam uma “operação” no início da entrada principal de Piabetá, em Bongaba, mas o objetivo, segundo motoristas relataram ao elizeupires.com, era evitar que caminhões desviassem da praça principal de cobrança, entrando por Piabetá.

CRT só é boa para os vizinhos de Magé

Teresópolis não tem pedágio e fica com a maior parte do ISS pago pela concessionária. Sapucaia é o segundo maior recebedor do imposto e também não tem posto de cobrança

O trecho da BR-116 administrado pela Concessionária Rio Teresópolis (CRT), vai de Duque de Caxias a Além Paraíba, com exatos 142,5 quilômetros e o critério para a distribuição do Imposto Sobre Serviços (ISS) pago pela empresa é a quantidade de quilômetros dentro dos limites de cada um dos seis municípios existentes no trecho. De posse dos valores pagos pela concessionária em setembro desse ano, concluo que Magé só leva mesmo é prejuízo com essa empresa.

CRT perde mais uma para Teresópolis

8 de novembro de 2011

A máxima popular de que a união faz a força se confirmou mais uma vez na luta dos moradores de Teresópolis contra a CRT. Eles, que já haviam conseguido acabar com a cobrança de pedágio na altura do Vale Paquequer, agora receberão de volta os valores que pagaram antes de obterem o fechamento do posto de cobrança instalado na localidade.

CRT faz muito mal a Magé

Elizeu Pires

Uma carreta que transporta mercadorias até o centro de Magé vai pagar uma tarifa de R$ 67,20 na praça principal de pedágio da Concessionária Rio Teresópolis (CRT). Quem você acha que arcará com essa despesa extra? Por conta dessa tarifa absurda a transportadora aumenta o valor do frete e esse é embutido no preço final da mercadoria e quem acaba arcando com isso é consumidor que mora em Magé. Essa conta, não importa de que forma seja feita, será sempre paga pelo mageense, “premiado” com três postos de cobrança e a quem cabe apenas o direito de pagar.

O direito de pagar

Elizeu Pires

Há anos busco entender essa complacência por parte do governo federal e e da bancada fluminense em Brasília para com a Concessionária Rio Teresópolis (CRT) e até hoje não consegui. Essa empresa mantém todos os seus postos de cobrança de pedágio dentro dos limites do município de Magé, prejudica bastante o desenvolvimento da cidade e afeta diretamente as finanças de boa parte dos moradores cobrando tarifas absurdas.  É uma situação difícil de se resolver, mas não impossível, pois bastaria para isso o engajamento dos nossos deputados federais e senadores, pois se trata realmente de um problema federal.

CRT se volta de novo contra Magé

Elizeu Pires

Há anos busco entender essa complacência por parte do governo federal e e da bancada fluminense em Brasília para com a Concessionária Rio Teresópolis (CRT) e até hoje não consegui. Essa empresa mantém todos os seus postos de cobrança de pedágio dentro dos limites do município de Magé, prejudica bastante o desenvolvimento da cidade e afeta diretamente as finanças de boa parte dos moradores cobrando tarifas absurdas.  É uma situação difícil de se resolver, mas não impossível, pois bastaria para isso o engajamento dos nossos deputados federais e senadores, pois se trata realmente de um problema federal.

E a CRT venceu

Elizeu Pires

Os “nobres” representantes do povo na “colenda” Câmara Municipal de Magé decidiram que a atuação da Concessionária Rio-Teresópolis (CRT – que transformou o município numa ilha cercada de pedágios por todos os lados, inviabilizando o desenvolvimento econômico da cidade – não precisa ser investigada.

Cercados por todos os lados

Moradores de Magé reclamam de “excesso de cobrança” por parte da Concessionária Rio-Teresópolis.

Com cerca de 280 mil habitantes, o município de Magé é uma ilha cercada de pedágios por todos os lados. Pelo menos é disso que reclamam os moradores de bairros como Citrolândia e Parque Bonevile, revoltados com o que chamam de excesso de pontos de cobrança operados pela Concessionária Rio-Teresópolis (CRT), formada pelas empresas a Construtora OAS, Carioca Christiani-Nielsen Engenharia, Strata Concessões (Grupo EIT) e Queiroz Galvão Participações e Concessões, consórcio que assumiu, em março de 1996, a administração de um trecho de 142 quilômetros da BR-116.