Presidente da Casa fala uma coisa, mas faz outra
Presidente da Casa fala uma coisa, mas faz outra
O ex-prefeito de Silva Jardim e deputado estadual eleito Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre (foto), teve as contas bancarias bloqueadas para garantir o ressarcimento dos cofres públicos em R$ 297.273,29. A decisão foi tomada pela juíza Daniela Correia da Silva, da Vara Única da cidade, no âmbito do Processo nº: 0000150-32.2019.8.19.0059, no qual o político foi denunciado pelo Ministério Público por "associação criminosa, fraude a licitações e crime de responsabilidade" na contratação de duas empresas para veiculação de atos oficiais, em 2013. A magistrada determinou ainda a perda de função pública, mais um impedimento para Alexandre – que está preso desde o dia 29 de novembro de 2018 – assuma uma cadeira na Assembleia Legislativa.
Na denúncia o MP aponta que o então prefeito "associou-se com agentes públicos e empresários para a prática dos citados crimes", em benefício das empresas Ala Editora e Promoções e R. de M Nogueira e Consultoria, que firmaram dois contratos para prestação de serviços de publicidade de atos oficiais. Ao todo são citadas 14 pessoas, entre elas o ex-subsecretário de Comunicação Ricardo Mariath e Alfonso Gomes Martinez Neto, da Ala Editora.
Preso por crime eleitoral e fraude em licitações, o deputado estadual eleito e ex=prefeito de Silva Jardim Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre (foto), foi denunciado mais uma vez pelo Ministério Público, desta vez por associação criminosa, fraude a licitações e crime de responsabilidade” na contratação de duas empresas para veiculação de atos oficiais, o que ocorreu em 2013. De acordo com o MP, o então prefeito "associou-se com agentes públicos e empresários para a prática dos citados crimes", em benefício das empresas Ala Editora e Promoções e R. de M Nogueira e Consultoria, que firmaram dois contratos para prestação de serviços de publicidade de atos oficiais.
O Ministério Público denunciou o ex-prefeito duas vezes por associação criminosa; duas vezes por fraude a licitações; crime de responsabilidade e 12 vezes pela apropriação de bens ou rendas públicas.
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Apontado na cidade como "o pior comandante que o 39º Batalhão da Polícia Militar (Belford Roxo) já teve", o tenente coronel Wagner Guerci Nunes usou as redes sociais hoje (18) para classificar seus críticos como "covardes". Segundo ele, "estes covardes estão em campanha para destruir o trabalho de repressão ao crime e pequenos delitos que assolam Belford Roxo". Ocorre que o município está sendo apontado como o mais violento da Baixada Fluminense, com traficantes dominando bairros inteiros sem se sentirem incomodados pela polícia. O desabafo foi feito dois dias após o deputado estadual Marcio Canella ter feito declarações nas quais responsabiliza o comando da unidade pelo aumento da violência na cidade.
A fala do comandante foi também uma resposta ao compartilhamento de fotos da cozinha e dos banheiros do Batalhão via watsapp. "Estou conclamando aqueles que lutam por nossa polícia e por nossa unidade (39º BPM) a lutarem contra policiais corruptos, ímpios e covardes que se uniram a causa de criminosos traficantes, contraventores e políticos corruptos", escreveu o oficial sem entretanto dar nomes ou explicar porque, se existem policiais corruptos em sua unidade, ele ainda não tomou providência para fazer uma limpeza na tropa.
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