Daniela Carneiro e Fernanda Monnerat lançam o livro “Endometriose – tudo o que você precisa saber”

Daniela e Fernanda contam tudo sobre endometriose e os tratamentos - Foto: Divulgação A deputada federal licenciada Daniela Carneiro para ocupar o cargo de ministra do Turismo e a médica Fernanda Monnerat lançaram na sexta-feira (31), na Igreja Nova Vida em Belford Roxo, o livro “Endometriose – tudo o que você precisa saber”. O evento aconteceu em homenagem ao dia 13 de março, data instituída através de uma lei da deputada Daniela Carneiro, como o Dia Nacional de Luta contra a Endometriose. A proposta incluiu ainda a Semana Nacional de Educação Preventiva e de Enfrentamento à Endometriose. No Brasil, mais de 10 milhões de mulheres sofrem com a doença.

Durante o evento, profissionais da saúde da Clínica da Mulher de Belford palestraram abordando o tema do livro. A fisioterapeuta pélvica Catia de Souza Ferreira representou a equipe e compartilhou vivências sobre casos, diagnósticos e tratamentos. A portadora de endometriose, Fernanda Fernandes, deu um relato da visão de paciente. “Consegui ser atendida e operada, é uma doença bastante sofrida. Agradeço a deputada e ministra Daniela por entender as dores das mulheres e lutar por todas nós, dando visibilidade sobre o tema”, ressaltou Fernanda.

Frente Parlamentar das Favelas é instalada em Brasília

Ação, que tem o apoio de deputados e senadores de diferentes partidos, foi criada pelo deputado federal Max Lemos

“Este será um trabalho para reparar uma dívida social. Será uma luta grande, extensa, mas que vai prestar um grande serviço à sociedade brasileira”. Foi com esta frase que o deputado federal Max Lemos (PDT) iniciou, na última quarta-feira (29/3), no Congresso Nacional, lançamento da Frente Parlamentar Mista de Apoio à Habitação de Interesse Social, Regularização Fundiária, Urbanização e Saneamento para Favelas e Assentamentos Precários. O evento contou com a presença de representantes do legislativo de diferentes partidos, além de prefeitos e vereadores.

Novo juiz da Lava Jato alega ‘ameaças pessoais’ e pede esquema de segurança

Appio tem tomado medidas que incomodam os protagonistas da Lava Jato Em mais um capítulo da implosão da Lava Jato, o juiz Eduardo Appio, da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, quer segurança especial para si próprio. Em ofício endereçado ao diretor do Fórum Federal, Appio requisitou carro blindado e uma pistola Beretta, além de 'apoio tático' da Polícia Federal (PF) controlando entrada e saída do prédio onde fica seu gabinete. O juiz afirma estar sofrendo uma 'onda de ameaças pessoais'. "Sinto-me ameaçado pelas declarações dos envolvidos, os quais têm grande poder político e econômico", alega Appio, sem citar nomes de quem o assombra. Desde que assumiu a cadeira que foi ocupada por longos anos pelo ex-juiz Sérgio Moro, hoje senador (União Brasil-PR), Appio vem adotando medidas que incomodam os protagonistas da Lava Jato - operação que desmontou esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e cartel de empreiteiras instalado em diretorias estratégicas da Petrobrás, entre 2003 e 2014. Appio e Moro estão em litígio. O novo juiz da Lava Jato já criticou publicamente os métodos da operação, antes aclamada, ora sob fogo cerrado. Para acirrar ainda mais a cizânia, Appio ouviu na última segunda-feira, 27, um antigo desafeto de Moro, o advogado Rodrigo Tacla Duran, ex-operador de propinas da Odebrecht no esquema Petrobrás. Tacla Duran diz ter munição pesada contra seus algozes. Ele alega ter recebido pedido de propina na Lava Jato em troca de facilidades para clientes. O advogado pediu uma audiência a Eduardo Appio para prestar esclarecimentos e fazer requerimentos. As acusações de Tacla Duran foram encaminhadas por Appio ao Supremo Tribunal Federal (STF), com a menção expressa a possível crime de extorsão e ao foro privilegiado de Moro e do deputado Deltan Dallagnol, ex-coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba. O juiz colocou o ex-operador financeiro da Odebrecht no Programa de Proteção à Testemunhas e pediu à Polícia Federal a abertura 'urgente' de um inquérito sobre o caso. Moro agora tenta impedir o sucessor de despachar nos processos remanescentes da Lava Jato. Ele defende que Appio seja afastado de todas as ações que tenham relação com a operação até a análise de um pedido para declarar a suspeição do juiz. A representação, que acusa o magistrado de parcialidade, foi apresentada por uma procuradora de Ponta Grossa, no interior do Paraná. Appio disse ao Estadão, na ocasião, que a procuradora age como 'longa manus' de Dallagnol. O senador afirma que seu objetivo é 'prevenir' atos processuais ordenados por juiz 'suspeito'. Em 2021, Moro foi declarado parcial pelo Supremo Tribunal Federal para julgar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em ações penais na Lava Jato.

(Agência Estado)

Caged registra criação de 241,7 mil postos de trabalho em fevereiro

Abertura de empregos caiu 26,4% em relação ao mesmo mês do ano passado

Prejudicada pela desaceleração econômica e pelo fechamento de vagas no comércio, a criação de emprego formal caiu em fevereiro. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 241.785 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

Movimentos sociais atribuem ataques a escolas a discurso de ódio

Ação violenta de hoje foi precedida por briga e ofensas racistas

É preciso debater a proliferação de discursos fascistas e de ódio para conter a violência que chega às escolas, avalia a Campanha Nacional pelo Direito à Educação (CNDE). O movimento, que reúne organizações da sociedade civil, emitiu uma nota lamentando o ataque ocorrido nesta segunda-feira (27) na Escola Estadual Thomazia Montoro, na zona oeste da capital paulista. Um estudante de 13 anos de idade matou uma professora a facadas e feriu mais três docentes e dois alunos.

Lula mantém agenda interna no Alvorada até pelo menos quarta-feira

Presidente foi diagnosticado com pneumonia e cancelou viagem à China

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve manter agendas internas no Palácio da Alvorada até, pelo menos, quarta-feira (29). Segundo o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o presidente está muito bem e tem uma evolução positiva no seu estado de saúde. No último dia 23, o presidente passou por exames no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, e teve diagnóstico de broncopneumonia bacteriana e viral por Influenza A.

Salariômetro diz que 80,4% dos reajustes superam inflação em fevereiro

Pesquisa é da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas

Em fevereiro, 80,4% dos reajustes salariais ficaram acima da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). É o que informa o boletim Salariômetro, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), divulgado nesta sexta-feira (24), em São Paulo. Em fevereiro de 2022, essa mesma proporção era de 23,9%.

Ministro defende que direitos humanos precisam ser política de Estado

Silvio Almeida falou em fórum sobre o tema na Argentina

Na avaliação de Almeida, o retrocesso no Brasil nos últimos quatro anos só não foi maior por causa da estabilidade dos servidores públicos - Foto: Tania Rêgo/Agência Brasil) A política de direitos humanos no Brasil deve ser institucionalizada, deixando de estar vinculada a apenas um ministério e passando ser considerada temática de Estado, não de apenas um governo. A defesa foi feita pelo ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, no 3º Fórum Mundial de Direitos Humanos 2023, em Buenos Aires. “Essa ação é o que eu chamo de institucionalização da política de direitos humanos, ou seja, envolver todos os outros ministérios e áreas do governo na promoção de direitos humanos, fazendo com que o nosso ministério seja um polo irradiador das políticas coordenadas e de todo o planejamento sobre a política de Estado”, disse Silvio Almeida.

Governo federal quer cobrar R$ 29 bilhões em multas ambientais

Pareceres da AGU sustentam que sanções não prescreveram

O governo vai insistir na cobrança administrativa e judicial de R$ 29,1 bilhões em multas ambientais. A nova postura resulta da alteração de dois pareceres jurídicos da Advocacia-Geral da União (AGU), que tratam da prescrição da cobrança das sanções. Quando ocorre a prescrição, a União perde o direito de cobrar multas lavradas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Pelo novo entendimento, a AGU passa agora a sustentar que a contagem do prazo para essa prescrição fica interrompida durante a realização de certas diligências, como vistorias e elaboração de pareceres. Na prática, o novo entendimento prolonga o tempo que o governo tem para processar os infratores.