Calote em Porto Real: Trabalhadores da limpeza pública reclamam que estão há sete meses sem receber o que lhes é devido

Sediada em Italva, no interior do estado do Rio de Janeiro, a Projam Construções e Projetos foi contratada em maio de 2022 para os serviços de coleta, transporte e segregação de resíduos recicláveis por um período de um ano.

Dois meses depois foi firmado um novo contrato com a empresa, esse para “prestação de serviço de coleta, transporte e disposição final de resíduos sólidos urbanos”, ao custo de R$ 1,4 milhão. Para cumprir o compromisso foram recrutados trabalhadores, mas esses estão arrependidos de aceitarem o emprego, pois esperam desde dezembro pelo que lhes é de direito.

Itaboraí pagou mais que o triplo por servente terceirizado: Funcionário efetivo da Educação recebe três vezes menos

● Elizeu Pires

Um servente estatutário da Secretaria Municipal de Educação de Itaboraí recebeu em julho salário líquido de R$ 1.031,03, mas uma empresa foi contratada pela Prefeitura recebendo o triplo por cada funcionário terceirizado alocado nessa função.

Prefeitura de Macaé esperou CNPJ de consórcio sair para homologar resultado de concorrência de mais de R$ 50 milhões cujo vencedor já era conhecido 21 dias antes

● Elizeu Pires

A sociedade empresária que venceu a concorrência pública para as obras de reforma do Centro de Convenções de Macaé teve a vitória declarada no dia 16 de maio pela comissão de licitação do município, com uma proposta no total de R$ 54.767.650,52. Isso ocorreu 21 dias antes de o Consórcio Barreto, encarregado do projeto, constar como aberto no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

Macaé: Consórcio criado em junho ganhou contrato de cerca de R$ 55 milhões licitado em processo aberto em 2022 e concluído em maio

● Elizeu Pires

A Prefeitura de Macaé, no Norte Fluminense, vai gastar R$ 54,7 milhões para reformar o Centro de Convenções da cidade. O valor considerado "alto demais" por gente que acompanha de perto as ações da gestão do prefeito Welberth Rezende, enquanto outros, observadores mais atentos, apontam para um detalhe até agora não compreendido por eles: a sociedade empresária contratada para executar o projeto aparece na Receita Federal como aberta dias depois de um processo licitatório que foi iniciado em junho de 2022 e se arrastou até maio deste ano.

Cachoeiras de Macacu: Mão de obra terceirizada custa à Prefeitura até o triplo do salário base fixado para algumas categorias

● Elizeu Pires

Um motorista adminisstrativo categoria B no Rio de Janeiro, ganha, em torno de R$ 1.800 de salário, enquanto a média salarial de um auxiliar de serviços gerais é de R$ 1.430, segundo valor de remuneração registrado pelo Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação (Seac). Porém, uma firma que fornece mão de obra para a Prefeitura de Cachoeiras de Macacu, está recebendo muito mais que o dobro disso por cada profissional alocado.

Porto Real: Mesmo com posição contrária do Tribunal de Contas, Prefeitura homologa licitação suspeita de favorecimento

● Elizeu Pires

Em decisão liminar tomada em 16 de junho no âmbito do processo 231.037-4/23, o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro determinou que a Prefeitura de Porto Real suspendesse o trâmite do Pregão Presencial  031/2023, que foi realizado no dia 31 de maio para alocação de mão de obra em postos de trabalho de várias secretarias, elevando a despesa em mais de 60% em relação ao contrato anterior, mas a gestão do prefeito Alexandre Serfiotis, ao que parece, andou para o posicionamento do órgão fiscalizador.

União paga em julho mais R$ 703 mi em dívidas atrasadas de estados

Valor abrange contas garantidas pelo Tesouro Nacional

O governo federal pagou, em julho, R$ 703,49 milhões em dívidas atrasadas de estados e municípios, informou nesta segunda-feira (7), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Os números abrangem dívidas garantidas pela União e não honradas por seis estados e constam do Relatório de Garantias Honradas pela União em operações de crédito.

Prefeitura de Magé nega irregularidades na compra de papel

A administração municipal diz que o total adquirido corresponde a três caídas para cada unidade de ensino

O contrato de cerca de R$ 1 milhão firmado com a empresa JCRRJ para compra de papel ofício para atender as escolas da rede municipal de ensino, segundo a Prefeitura de Magé, não registra nenhuma irregularidade, muito menos exagero na quantidade adquirida.