Teresópolis: Emergencial para operação de transbordo do lixo é questionada e pode resultar em representação ao MP

Um contrato firmado sem licitação entre a Prefeitura de Teresópolis e a empresa Ecorio Soluções Ambientais para o transbordo do lixo coletado na cidade, está dando o que falar e deverá ser alvo de representação no Ministério Público. Um dos questionamentos está relacionado ao documento apresentado para comprovar a capacidade técnica da contratada, um atestado emitido pela Líbano Serviços de Limpeza Urbana, datado de 22 de maio de 2020. Também há questionamento sobre o valor contratado, R$ 4.632.154,08 por 180 dias de prestação de serviços, o que vai dar R$ 770.205,68 ao mês.

Para fazer o contrato sem licitação a Prefeitura alegou emergência provocada pelo embargado do aterro municipal pelo Instituto Estadual do Ambiente. Só que isso ocorreu em 2018 e desde então já se sabia que o transbordo para outro local de descarte teria de ser contratado algum dia, já que todas as decisões judiciais que permitiram que a Prefeitura continuasse usando o aterro condenado era provisórias e poderiam cair a qualquer momento.

Donos de empresas são denunciados à Justiça por ajudarem na emergência fabricada do transporte em Santo Antônio de Pádua

● Elizeu Pires

O prefeito Paulinho da Refrigeração ficou em situação difícil Pelo menos duas empresas de ônibus participaram da pesquisa de preços que deu, segundo denúncia apresentada do Ministério Público, sustentou uma dispensa de licitação direcionada à Rodolfo Pinto Vinhosa, razão social da Transportes Vinhosa, visando conferir aparente legalidade e competitividade ao processo que resultou em contrato emergencial para prestação do serviço de transporte coletivo de passageiros em Santo Antônio de Pádua, no interior do estado do Rio de Janeiro.

Programa Fique em Dia facilita quitação de dívidas de impostos em Magé

Prazo para obter descontos termina em setembro

Pensando em ajudar os cidadãos e empresas a quitarem dívidas de impostos, a Prefeitura de Magé traz de volta o “Fique em Dia”. O programa retira percentuais de juros e multas de impostos municipais, e oferece maneiras de parcelar os valores devidos. Com isso, o governo municipal busca resolver as pendências de forma rápida e segura, sem precisar entrar em processo de cobrança judicial.

Funcionários terceirizados da saúde de Caxias ainda não receberam o salário de maio, reclamam colaboradores lotados em UPAs

● Elizeu Pires

As reclamações dos funcionários terceirizados da UPA do Parque Lafaiete vêm desde o início do ano As faturas, segundo a Prefeitura, estão em dia, mas os funcionários terceirizados lotados na Unidade de Pronto Atendimento do bairro Parque Lafaiete, em Duque de Caxias, ainda não receberam o vencimento do mês de maio e já não sabem mais o que fazer. Alguns não tem dinheiro nem para se locomoverem de casa para o local de trabalham, mas na Secretaria Municipal de Saúde as queixas são ignoradas. O órgão não dá qualquer apoio aos técnicos de enfermagem e enfermeiros, as maiores vítimas deste descaso.

Denúncia de fraude na contratação do transporte público causa insônia em Pádua: Processo evoluiu de improbidade para criminal

● Elizeu Pires

A empresa Rio Bomba foi retirada das linhas municipais por decreto, ainda tivesse mais de um ano a cumprir de um contrato ao qual cabia renovação por uma década, aponta a investigação do MP Apontada como ação entre amigos, um jogo de cartas marcadas para favorecer apoiadores do prefeito da cidade, a contratação, sem licitação, de uma empresa para operar as linhas municipais regulares está deixando muita gente sem dormir em Santo Antônio de Pádua, pequena cidade do interior do estado do Rio de Janeiro, onde motoristas de vans viraram sócios em uma empresa de ônibus de uma hora para outra.

Presidente da Companhia de Trânsito e seu irmão obrigavam empresa a pagar salários de suas funcionárias domésticas, aponta o MP

● Elizeu Pires

Jamil Migue Sabrá está afastado desde agosto de 2022 Afastado da presidência da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTRANS) agosto de 2022, Jamil Miguel Sabrá Neto, e seu Bernardo Barreto Gonçalves Caminhada Sabrá, obrigavam uma empresa prestadora de serviços contratada pela autarquia municipal a pagar os salários de suas funcionárias domésticas.

Serviço caro e ruim: Empresa contratada sem licitação para cuidar da iluminação pública em Nova Iguaçu vem deixando a desejar

O mal serviço prestado pela empresa contratada sem licitação é "democrático": não escolhe rua - Foto enviada por morador Contratada emergencialmente para fazer a manutenção do sistema de iluminação pública de Nova Iguaçu, a empresa Vision Inteligência e Participações está deixando muito a desejar. O serviço prestado é apontado como ruim em vários bairros, principalmente em relação à qualidade das lâmpadas empregadas, que queimam com facilidade, deixando as ruas às escuras por vários dias, já que demora-se muito para fazer a substituição.

É o caso, por exemplo da Travessa Soares, no centro da cidade, onde os moradores vem reclamando há pelo menos 15 dias, sem receberem a devida atenção da Secretaria de Serviços Públicos, responsável pela fiscalização do contrato de número 008/2023, firmado com a Vision em 20 de março, com validade de seis meses e valor global R$ 5.463.528,44, o equivalente a R$ 910.588,07 por cada mês de serviço prestado.

Nova Iguaçu: Emlurb não garante poda de árvores

Serviço é precário até nas chamadas áreas nobres

Na Rua Alexandre Rodrigues, no bairro Vila Nova, os galhos cobrem a iluminação, tornando a via perigosa à noite - Foto: Cléber Junior/Agência O Globo Conforme pode ser conferido aqui, a empresa FC Paisagismo já recebeu este ano mais de R$ 1 milhão pelo serviço de poda de árvores. A afirma foi contratada em agosto de 2018 através da Empresa Municipal de Limpeza Urbana de Nova Iguaçu (Emlurb), pelo valor global de R$ 1.286.536,42 por 12 meses de prestação de serviços, mas que depois de quatro termos aditivos está hoje em mais de R$ 9 milhões.

Empresa de limpeza urbana de Nova Iguaçu já gastou mais de R$ 8 milhões com podas de árvores

● Elizeu Pires

As queixas de que galhos de árvores se expandem para os fios de eletricidade, telefonia e construções em vários bairros de Nova Iguaçu são muitas, mas as ações de poda, chamadas de "manutenção arbórea" pela Empresa Municipal de Limpeza Urbana (Emlurb) - que não tem nenhuma finalidade que não seja a de gerenciar contratos de prestação de serviços -, já custaram aos cofres da municipalidade mais de R$ 8 milhões, custo que vem aumentando a cada ano.