O 34º BPM é o de maior contingente na Baixada, mas não apresenta resultados positivos
O 34º BPM é o de maior contingente na Baixada, mas não apresenta resultados positivos
“Chegou a hora de mudar nosso planeta, ou no futuro próximo vamos precisar procurar outro. Dr. Maurício. A justiça está chegando". Essa postagem no Facebook no dia 6 de junho, feita pelo vereador de Duque de Caxias Maurício Guimarães Nascimento, candidato a deputado estadual pelo PR, vai lhe custar R$ 6 mil. É que o juiz Alexandre Chini, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, entendeu o texto como propaganda eleitoral antecipada e arbitrou a multa. Essa é a segunda vez que Maurício tem problemas com a Justiça. Ele está sendo investigado pelo Ministério Público Eleitoral por conta de um comício ilegal com a anunciada presença do candidato a governador Anthony Garotinho.
Ainda em junho ele e o também vereador Sérgio Alberto Correa da Rocha, candidato a deputado federal, marcaram um evento político para o Clube dos 500, para o qual, segundo foi denunciado à Justiça, teriam recrutado a plateia pagando R$ 30 por cada pessoa que comparecesse. O comício extemporâneo aconteceria no dia 8 daquele mês e só não foi realizado porque fiscais do TRE, comandados pela juíza Daniela Barbosa, coordenadora estadual da fiscalização, impediu. No local juíza determinou a identificação dos presentes, para checar se eles são filiados ao Partido da República, o que caracterizaria propaganda intrapartidária. Os fiscais apreenderam um painel de 60 m² com fotos dos três então pré-candidatos, ofício da Câmara de Vereadores solicitando ônibus para o evento e assinado por Serginho, contrato de locação de dez ônibus ao custo de R$ 3,8 mil, um caminhão de água e um ônibus.
Vereadora tem duas unidades. Uma delas é mais bem equipada que muitos hospitais. As instituições funcionavam para captação ilegal de votos. Donos agora serão processados e poderão perder mandatos se eleitos forem
Os fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) levaram um susto na manhã de ontem ao chegarem no bairro Bom Retiro, em Duque de Caxias. Lá depararam com uma mega estrutura de captação ilegal de votos montada pela vereadora Maria de Fátima Pereira de Oliveira, a Fatinha, candidata a deputada estadual pelo partido Solidariedade. Ela tem dois centros sociais no bairro e em um deles, o CÁS-FÁTIMA, os agentes foram surpreendidos com o alto nível de tecnologia dos equipamentos utilizados nas salas do local, que oferecia serviços de Fisioterapia, Odontologia, Clínica Geral, Pediatria, Ginecologia, Cursos de Informática e encaminhamento para exames em órgãos públicos. Foram apreendidos aparelhos de ultrassom, dezenas de pastas com documentação de atendimento, muitas delas contendo número de título de eleitor, zona e seção, computador, medicamentos, boa parte deles com a validade vencida.
Em Magé o preço varia entre cestas básicas, bombas d'água e promessa de R$ 100 no dia da eleição. Em Japeri aceita-se um par de dentaduras, mas uma laqueadura de trompas - mesma moeda usada nos bairros carentes de Belford Roxo e Queimados - pode servir também para fechar o negócio
Agentes do TRE apreenderam receitas do SUS e medicamentos vencidos
O candidato a deputado estadual pelo PDT Dalmar Lírio de Almeida, o Mazinho, vereador em Duque de Caxias, teve o Centro Social Fábrica de Sonhos fechado ontem por uma operação de fiscalização do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Os agentes da Justiça Eleitoral também interditaram a sede da Associação Pró-Melhoramento do Gramacho, comandada pelo vereador Marcus Vinicius de Moraes, o Boquinha, do mesmo partido de Mazinho e a Associação Cultural Samuel Corrêa, do deputado estadual Samuel Corrêa Junior, o Samuquinha, que está com o registro de candidatura questionado pelo Ministério Público Eleitoral.
A maioria é de ex-prefeitos. Entre eles ex-gestores de Magé, Macaé, Rio de Janeiro e Rio das Ostras
Deputados, vereadores e ex-prefeitos de vários municípios fluminenses constam de uma lista de 35 nomes que estão com suas candidaturas ao pleito deste ano ameaçadas de impugnação. A lista é de pedidos de impugnações feitos ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) pela Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) contra 20 candidaturas a deputado estadual, 14 de deputado federal e uma de senador, a do ex-prefeito do Rio, Cesar Maia. Na lista, divulgada o início da noite de hoje, estão os ex-prefeitos Rozan Gomes (Magé), Riverton Mussi (Macaé) e Carlos Augusto Balthazar (Rio das Ostras). Além dos 35 nomes o TRE-RJ analisa outros 14 pedidos de impugnação apresentados por partidos políticos. Os processos ainda não foram julgados e se as impugnações acontecerem os candidatos ainda poderão recorrer da decisão ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Dos sete candidatos a deputado por Magé três sonham mesmo é ser prefeito
Nas eleições deste ano sete nomes do município de Magé pediram registro de candidatura a mandatos parlamentares ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), mas pelo menos três deles não pretendem esquentar muito a cadeira se eleito forem no dia 5 de outubro, visando mesmo é a eleição para prefeito, daqui a dois anos. Dos sete três são estreantes como candidatos, mas um nem tanto assim: Renato Cozzolino Harb é o nome da família que por muitos anos esteve no poder e agora estaria pretendendo retornar, pelo menos de forma indireta. Filho da ex-deputada Jane Cozzolino e do ex-diretor da Câmara de Vereadores, Jamil Harb, Renato é candidato a deputado estadual pelo PR, mas, os aliados não escondem, é a esperança do clã para 2016, pois não tem pendências com a Justiça nem está na lista negra do Tribunal de Contas. Os outros dois estreantes são a ex-secretária de Governo Sônia Sthoffel, a Soninha (PRB), postulante a uma cadeira na Assembleia Legislativa e o empresário José Augusto Nalin (candidato a deputado federal pelo PMDB), que, afirmam, não estão visando a Prefeitura e sim "uma representatividade para o município".
Mas além desse trecho faltam um viaduto, três passarelas e alças de acesso para concluir o Arco Metropolitano
A inauguração da Rodovia Raphael de Almeida Magalhães, trecho mais novo da BR-493, não marcou a conclusão do Arco Metropolitano. Trata-se da extensão maior do arco, mas a nova via expressa do Rio de Janeiro só terá sido concluída quando forem executadas as obras de duplicação do seu trecho menor, a Estrada Magé-Manilha, que vai de Santa Guilhermina, no município de Magé, a Itambi, em Itaboraí, que serão iniciadas em agosto, segundo cofirmou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Os 71,2 quilômetros da Rafhael de Almeida Magalhães já foram liberados ao tráfego, mas ainda falta a conclusão de um viaduto, três passarelas e as alças de acesso aos municípios de Nova Iguaçu, Queimados e Japeri, além da instalação de placas de sinalização.
Vai ser inaugurado nessa terça-feira, às 9h, o trecho de 71,2 quilômetros entre Duque de Caxias (BR-040) e Itaguaí (BR-101 Sul) do Arco Metropolitano, a obra viária mais importante do estado do Rio nos últimos 30 anos. Chamada de via do desenvolvimento, o arco liga Itaboraí a Itaguaí e estará completo quando a BR-493, a Estrada Magé-Manilha, estiver duplicada. As obras nesse trecho, segundo o DNIT, serão iniciadas em agosto. O arco integra todas as rodovias federais e vai beneficiar, mais diretamente, os municípios de Magé, Guapimirim, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri e Seropédica. A inauguração será feita pelo governador Luiz Fernando Pezão e a presidente Dilma Rousseff, com a presença de todos os prefeitos da região.
Projetado há mais de 40 anos, a obra saiu da gaveta em 2008, depois de incluída, em 2007, no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), uma parceria entre os governos federal e estadual. Esse trecho ficou a cargo da Secretaria de Obras e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), tendo custado R$ 1,9 bilhão. Foram feitas obras de terraplenagem, drenagem pluvial, pavimentação e construídos 156 viadutos (oito deles viadutos sobre dutos da Petrobras e dois outros sobre um lago em Seropédica), pontes, passarelas e passagens subterrâneas. O trecho da BR-493 foi licitado a parte e as obras estão a cargo do DNIT, órgão do Ministério dos Transportes.
Índice Firjan de Desenvolvimento mostram as duas cidades em 1º e 2º lugares
O relatório do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), estudo apresentado todos os anos sobre a situação dos mais de cinco mil municípios Brasileiros, classificou as cidades de Guapimirim e Magé em primeiro e segundo lugares, respectivamente, em Saúde na Baixada Fluminense, deixando para trás Duque de Caxias e Nova Iguaçu, os dois municípios mais ricos da região. De acordo com o estudo Guapimirim e Magé também melhoraram no setor de Educação em relação a índices conferidos em anos anteriores, ficando nas quinta e oitava posições. Nesse item Guapimirim passou Nova Iguaçu e Mesquita, com Magé ficando na frente de Duque de Caxias, São João de Meriti, Queimados e Belford Roxo. O primeiro município da Baixada em Educação é Paracambi, que na Saúde ficou em oitavo lugar.