Em vias de ser marcada logo pelo TSE, eleição suplementar de Itaguaí só tem um pré-candidato declarado até agora

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução O que deveria ter sido decidido democraticamente, só indo para urnas candidatos sem impedimento legal, acabou tumultuado pela teimosia de alguém apegado demais ao poder, que achou que podia ter um terceiro mandato consecutivo de prefeito e acabou levando para o tapetão a disputa, instalando um clima de insegurança jurídica em Itaguaí, onde, nos últimos anos, o governo tem sido tomado na marra, como esse mesmo alguém fez em 2020, abrindo, então como presidente da Câmara, um processo de impeachment para sentar na cadeira por alguns meses e nela disputar, confortavelmente, as eleições daquele ano.

Pesquisa diz que 73% dos brasileiros apoiam fim da escala 6×1

Apoiadores ressaltam que a medida deve ser sem redução de salário

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil Cerca de 84% dos brasileiros são favoráveis aos trabalhadores terem, no mínimo, dois dias de descanso por semana, segundo a pesquisa da Nexus - Pesquisa e Inteligência de Dados, feita nas 27 unidades da Federação, entre os dias 30 de janeiro e 5 deste mês. Ainda de acordo com a pesquisa 73% dos entrevistados apoiam o fim da escala 6x1, desde que não haja redução de salário. Foram ouvidos 2.021 cidadãos acima de 16 anos de idade.

Eleições 2026: Cozzolino e Eduardo Paes juntos? Isso pode acabar numa Secretaria de Estado

● Elizeu Pires

O primeiro passo de uma caminhada para sucesso? ´Foto: Divulgação Esta semana, em um de seus costumeiros posicionamentos raivosos, nos quais sempre faz questão de mostrar o tamanho de seu despreparo para um debate político sem agressões, o deputado Alexandre Knoploch foi extremamente grosseiro com seu colega de plenário, Vinicius Cozzolino (União), dizendo que não o conhecia como nada. Ele não, mas, o prefeito Eduardo Paes, pré-candidato a governador pelo PSD, ao que parece, sim.

TJ põe água no chope do grupo do ex-prefeito de Itaguaí, que esperava anular eleição da Câmara para derrubar governo interino

● Elizeu Pires

Sofrendo uma derrota atrás da outra em seus esforços para segurar uma cadeira a qual legalmente não tem direito, o ex-prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, Dr. Rubão, certamente não deve ter gostado nem um pouco de uma decisão proferida nesta quarta-feira (11) pela Terceira Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, em processo relativo a uma ação popular ajuizada para tentar anular a eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores, realizada em 1º de janeiro de 2025 e, consequentemente, tirar a interinidade do presidente da Casa, Haroldo Jesus, como prefeito.

Alerj aprova substitutivo a projeto que define regras da eleição indireta ao governo do estado

Os membros da CCJ se reuniram na parte da amanhã para voarem o substutivo - Foto: Alex Ramos/Alerj A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), aprovou nesta quarta-feira (11), por 6 votos a 1, o substitutivo ao Projeto de Lei Complementar (PLC) 38/25, que determina as regras para a eleição indireta de governador e vice-governador em caso de dupla vacância. A situação excepcional, caso aconteça, será inédita no Rio. Agora, o texto seguirá para apreciação dos deputados pelo plenário da Alerj.

O substitutivo, de autoria do presidente do colegiado, deputado Rodrigo Amorim (União), foi aprovado, mas o deputado Luiz Paulo (PSD), autor original da medida, elaborou um voto divergente em separado. O novo texto estabelece que a eleição seja nominal, aberta e presencial. O substitutivo também deixa claro que os candidatos a esta eleição indireta só precisam se afastar de cargos públicos no Executivo, como em secretarias estaduais, no prazo de 24 horas após a concretização da dupla vacância.

Depois de derrota no STF e com ele já perdendo de 2 a zero no TSE, espera-se que Rubão pare de tumultuar o processo sucessório em Itaguaí

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Não foi por falta de aviso que o ex-prefeito de Itaguaí, Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (foto), insistiu em disputar as eleições de 2024. Ele sabia que já se encontrava inelegível e que concorrendo sub judice poderia até ser o mais votado, mas jamais seria declarado eleito. Foi o que aconteceu: teve votação suficiente para ser considerado reeleito, mas não tomou posse, porque a Constituição veda um terceiro mandato consecutivo