Dois pesos e duas medidas em Magé

Guarda Municipal arrocha no centro e afrouxa em Piabetá

Iguais em obras, mas desiguais na ordem públi- ca. Essa é a percepção de quem sai do centro de Magé e vai para Piabetá, localidade mais populosa do município, com cerca de 80 mil habitantes, tal é o caos verificado nas ruas, por conta da falta de ação dos agentes da Guarda Municipal, que no centro de Magé ordenam o trânsito, aplicam multas, rebocam veículos estacionados irregularmente, aplicando de forma adequada o Código Nacional de Trânsito, mas, fora dali "amarelam" e deixam muito a desejar. En- quanto a confusão transforma Piabetá numa Bangla- desh, os agentes da GM ficam de bate papo nas esquinas, fugindo da responsabilidade, como se tivessem medo de agir na localidade. Por conta disso, trafegar pelo início da Rua Guarani e em boa parte da Avenida Santos Dumont, torna-se muito complicado. O caos predomina e a impressão que se tem é de que a voz de comando da Guarda Municipal para o centro de Magé é uma e para Piabetá outra muito diferente.

Sem conjecturas

Tem gente que ainda não aprendeu que não faço juízo nem formulo opinião com fundamento incerto. O “ouvi falar”, o “andam dizendo por ai” ou o “alguém me disse” não tem nenhum valor para mim. Quando me reporto sobre um assunto sei muito bem do que estou falando e é exatamente daí que vem o sustento da credibilidade. Então não adianta tentar me conduzir a erro, pois checo tudo que recebo, passo a limpo todas as informações e dessa forma consigo evitar que fofocas, vinganças e pendengas pessoais ganhem tom de notícia.

Trabalho com fatos e só eles me interessam. Me lixo para a insatisfação daquele que gostaria que o chefe lhe perdoasse a irresponsabilidade no trabalho e o agride por ele não fazê-lo; para a indignação do que se acha no direito de ter o emprego publico sem o compromisso de trabalhar e para a ira daquele médico que marca o ponto, mete o pé e depois quer usar esse espaço para se vingar. Lamento que demissões ocorram, mas não posso me posicionar contra elas se tiverem sido provocadas pela exigência legal, pois o certo é o certo e o errado tem de ser corrigido, gostemos ou não.

Advogado aposta na validade do concurso de Rio das Ostras

Esforço jurídico é pela anulação do TAC e do decreto municipal

“À luz do direito não há nada que sustente a anulação do VI Concurso Público de Rio das Ostras”. O entendimento é do advogado da Fundação Trompowsky, Enéas Rangel. Segundo ele, o processo seletivo realizado pela entidade no ano passado, não teve nenhuma irregularidade comprovada. Ele aposta alto numa vitória na Justiça e crê que todos os aprovados dentro do número de vagas do edital terão de ser convocados e empossados pela Prefeitura, que continua fazendo contratações temporárias para preencher as vagas que foram oferecidas no concurso. “Nós vamos conseguir anular o TAC e o decreto”, afirmou Rangel.