Justiça cassa prefeita de Silva Jardim e três vereadores, mas eles ainda podem recorrer, no cargo, à instâncias superiores

A prefeita de Silva Jardim, Maria Dalva Silva do Nascimento, teve o diploma de vice-prefeita cassado pela Justiça, o que a tira do mandato se a sentença for confirmada em instâncias superiores. A decisão foi tomada pela juíza da 63ª Zona Eleitoral, Daniella Correia da Silva, no Processo nº 1-60.2017.6.19.0063, uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral proposta pelo Ministério Público. A medida afeta ainda os vereadores Adão Firmino de Souza, Roni Luiz Pereira da Silva e Jazimiel Batista Pimentel, o Miel da Biovert. Também são réus no processo o ex-prefeito Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre, recém-eleito deputado estadual e o ex-vereador Flávio Brito, sentenciados a oito anos de inelegibilidade, prazo que começa a contar das eleições de 2016. Em relação a prefeita e aos dois vereadores foi aplicada ainda a pena de inelegibilidade.

Vice na chapa do prefeito reeleito Wanderson Gimenes Alexandre, Maria Dalva assumiu a Prefeitura em abril deste ano, com a renúncia de Anderson, que deixou o cargo para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Candidato preso teve 1.216 votos no Rio

Presidente da Câmara de Japeri foi denunciado por associação para trafico

Preso há mais de dois meses por suposta associação para o tráfico de drogas, segundo foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público, o vereador afastado de Japeri Wesley George de Oliveira, o Miga (foto), teve o registro de candidatura a deputado estadual pelo PP homologado pela Justiça Eleitoral e somou 1.216 votos. A campanha dele foi feita através das redes sociais, nas quais foram veiculadas uma carta atribuída ao prefeito Carlos Moraes Costa – preso pelo mesmo motivo – na qual era feito pedido de votos e um vídeo com um suposto recado de Moraes, para que o grupo dele votasse em Miga.

TJ de Goiás devolve comando nacional do PHS a Marcelo Aro, pondo ‘água no chope’ da família Matos, em São João de Meriti

 

O deputado Marcelo Aro, do PHS de Minas Gerais, voltou ao comando nacional do partido. Ele havia perdido a presidência da legenda em medida liminar concedida no dia 24 de setembro a seu adversário, Eduardo Machado. O retorno de Aro é garantido por uma decisão tomada nesta quarta-feira (3) pelo desembargador Guilherme Gutemberg Isac Pinto, da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás. Com essa decisão a presidência do PHS no estado do Rio de Janeiro permanece com o prefeito de São João de Meriti, João Ferreira Neto, o Dr. João, o que significa 'água no chope' do ex-prefeito Sandro Matos – aliado de Machado –, que  mesmo filiado ao PSD disse que as candidaturas lançadas pelo PHS no Rio seriam revistas, declaração recebida como indireta para o vice-prefeito da cidade, Gelson Azevedo, candidato a deputado federal pelo PHS e membro do grupo de Aro.