Plano Integrado de Saúde nas Favelas celebra seis anos como um dos maiores programas de saúde territorial do Brasil

O ex-presidente da Alerj, André Ceciliano, recebeu homenagem pelo apoio decisivo ao projeto - Foto: Divulgação Mais de um milhão de moradores de 175 favelas, em 33 municípios do Estado do Rio de Janeiro, já foram atendidos por 146 projetos de promoção da saúde e segurança alimentar. Esses são os números centrais do Plano Integrado de Saúde nas Favelas, iniciativa que completa seis anos de existência. O programa nasceu de uma parceria entre a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) durante o pico da pandemia de Covid-19, em 2020.

O projeto foi viabilizado inicialmente por um aporte de R$ 20 milhões repassados pela Alerj, somados a R$ 3 milhões da Fiocruz e R$ 700 mil em emendas parlamentares federais.

Fiocruz celebra 6 anos do Comitê Integrado de Saúde das Favelas

O programa foi viabilizado pelo apoio da Assembleia Legislativa sob a presidência de André Ceciliano - Foto: Banco de Dados Nesta sexta-feira (29), o ex-presidente da Alerj André Ceciliano participa, no campus Maré da Fiocruz, da reunião comemorativa pelos 6 anos do Comitê Interinstitucional do Plano Integrado de Saúde nas Favelas RJ, que apresentará os resultados das ações desenvolvidas nas comunidades fluminenses.

O impacto do programa foi viabilizado pelo apoio decisivo da Assembleia Legislativa do Rio (ALERJ) sob a presidência de Ceciliano. Em sua gestão, a Casa garantiu repasses orçamentários fundamentais para que a Fiocruz e as universidades parceiras estruturassem o Plano.

Japeri: Mobilização da Saúde amplia acesso aos serviços nos bairros

Ações itinerantes fortalecem a cobertura da atenção básica e levam atendimento para mais perto da população

Foto: Divulgação A Praça da Chacrinha, em Japeri, conhecida por receber moradores em momentos de lazer, se transformou, na manhã desta terça-feira, (26), em um grande ponto de atendimento à população durante mais uma edição da Mobilização da Saúde.

Saúde de Nova Iguaçu transforma Clínica da Família da Prata em Super Clínica com atendimento até 22h

Foto: Reprodução Os moradores do bairro da Prata passam a contar com atendimento médico especializado e uma nova unidade de saúde com funcionamento até às 22h perto de casa. A Prefeitura de Nova Iguaçu entregou neste sábado (23),  a nova Super Clínica Dolores Delfino Gomes, que foi ampliada e reformulada para reforçar o acesso a consultas e atendimentos especializados na região.

A unidade é a quarta da rede municipal a funcionar em horário estendido, das 8h às 22h, se somando às policlínicas de Santa Rita, Vila Operária e Ambaí. Além de consultas clínicas e serviços da rede básica de saúde, o espaço também vai oferecer atendimento especializado em ortopedia, pediatria, endocrinologia, cardiologia, psicologia e psiquiatria.

Governo do RJ apresenta projetos de lei para isenção fiscal

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil O governo fluminense enviou à Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) dois projetos de lei que tratam sobre benefícios fiscais relacionados ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para diferentes setores da economia fluminense.

Um dos textos é o Projeto de Lei 7.684/26, que internaliza convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e prorroga benefícios fiscais relacionados ao ICMS até 31 de dezembro de 2026. Já a outra proposta, o Projeto de Lei 7.683/26, adequa a legislação do querosene de aviação (QAV) e mantém o benefício fiscal para o setor aéreo até 2027.

Caxias: Empresa que já recebeu mais de R$ 750 milhões por terceirização de mão de obra estaria exigindo que trabalhadores assinem pedido de demissão

● Elizeu Pires

Reprodução O tempo passa e a Gaia Service Tech Tecnologia continua sendo motivo de queixas por parte de trabalhadores terceirizados por ela alocados em unidades das secretarias de Saúde e Educação do município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Japeri: Obras de drenagem e pavimentação chegam ao bairro Aldeia

As intervenções vão beneficiar moradores com mais de 2,2 quilômetros de pavimentação, melhoria no escoamento das águas pluviais e mais qualidade de vida para a população - Foto: Divulgação A Prefeitura de Japeri deu início a obra de infraestrutura no bairro Aldeia, na região de Nova Belém, com serviços de drenagem pluvial e pavimentação asfáltica que prometem transformar a realidade da população local. O projeto prevê a execução de mais de 2,2 quilômetros de pavimentação e aproximadamente dois quilômetros de rede de drenagem, beneficiando diretamente moradores que conviviam com lama, poeira e dificuldades de acesso.

Atualmente, operários já atuam na Avenida Marquês de São Marcos e na Rua Manoel Lopes de Oliveira, realizando a montagem do canteiro de obras, assentamento da tubulação de drenagem e construção dos Poços de Visita (PVs), estruturas essenciais para o funcionamento e manutenção da rede pluvial.

Resolução da SES institui diretrizes antirracistas e reforça política de equidade em saúde mental

Foto: Divulgação/SES Iniciativa representa mais um passo no enfrentamento aos preconceitos e estigmas historicamente associados à falta de saúde mental A Secretaria Estadual de Saúde (SES) publicou a Resolução SES nº 4009, que estabelece diretrizes para a implementação de estratégias antirracistas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A medida busca fortalecer a equidade racial no acesso, no cuidado e na gestão dos serviços de saúde mental. A medida também amplia a política pública estadual ao incorporar, de forma estruturada, o debate sobre racismo, desigualdades e determinantes sociais da saúde no campo da atenção psicossocial. Entre as diretrizes, estão ações voltadas a populações historicamente vulnerabilizadas, como pessoas negras, indígenas, quilombolas, ciganas, imigrantes e refugiadas. A resolução integra um movimento mais amplo de incorporação de políticas de equidade na saúde pública e reforça o entendimento de que o enfrentamento ao racismo estrutural é parte fundamental da promoção da saúde mental e da qualidade do cuidado oferecido à população.A secretaria avalia a possibilidade de desenvolver instrumentos de monitoramento e visibilidade dos impactos da política, como painéis de informação, para acompanhar os impactos das ações antirracistas na rede. 

A SES destaca que a implementação das estratégias antirracistas depende de processos contínuos de formação e educação permanente dos profissionais. Entre as ações em curso estão oficinas territoriais e cursos de capacitação, como o programa “Nós na Rede”, desenvolvido em parceria com o Ministério da Saúde e a Fiocruz, que envolve milhares de trabalhadores da rede. “A normativa não representa o início do processo, mas a consolidação de uma construção já em andamento nos territórios e serviços da rede. A publicação formaliza diretrizes que vêm sendo desenvolvidas por meio de fóruns de saúde mental, grupos condutores da RAPS e oficinas de qualificação profissional”, disse a superintendente de Atenção Psicossocial e Populações em Situação de Vulnerabilidade, Karen Athié. A gestão também aponta desafios importantes na execução da política, como a necessidade de diálogo permanente com os territórios e a diversidade de percepções sobre o tema entre profissionais e serviços. Outro ponto destacado é a complexidade de traduzir a diretriz em mudanças práticas na assistência cotidiana. De acordo com a SES, a publicação da resolução tem também o papel de validar institucionalmente processos já em curso e consolidar o compromisso do Estado com a equidade racial no sistema de saúde. A expectativa é que a medida fortaleça a articulação entre diferentes pontos da RAPS e contribua para a qualificação do cuidado em saúde mental. Na prática, a resolução busca orientar mudanças na forma de organização do cuidado em saúde mental, ampliando a escuta e o reconhecimento de experiências atravessadas por racismo, gênero e sexualidade. A proposta é fortalecer práticas que considerem o pertencimento social e os impactos da exclusão na produção do sofrimento psíquico.

Tem complô na saúde de Nova Iguaçu? Dizem que sim…

● Elizeu Pires

Impedida de contratar com o poder público em decisão tomada pela Justiça, a Organização Social Instituto de Desenvolvimento, Ensino e Assistência (IDEAS) foi tirada da gestão do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), da Maternidade Mariana Bulhões e das UPAS Patrícia Marinho e Carlinhos da Tinguá, e não está fazendo falta, mas, ao que parece, teria gente insatisfeita com a retirada dela, a ponto de trabalhar às escondidas para tentar derrubar o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Cavalcanti.