Foto: Divulgação Uma decisão tomada em meio à dor possibilitou a primeira captação de coração de 2026 no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI). O doador foi um jovem de 26 anos, vítima de atropelamento, com morte encefálica confirmada. A autorização da família também tornou possível a doação de outros órgãos — fígado, rins, pâncreas e córneas — que poderão beneficiar até sete pessoas que aguardam por transplante.
O caso, no entanto, não reflete o cenário enfrentado pela unidade. Apesar do número de notificações de potenciais doadores ser semelhante ao do ano passado, o hospital registra queda nas autorizações familiares e, consequentemente, na efetivação das doações. Entre janeiro e março deste ano, foram 18 notificações — o mesmo número de 2025. Ainda assim, as autorizações caíram de nove para sete, e as doações efetivadas passaram de oito para cinco, uma redução de 37,5%.