Cerca de três mil alunos participarão do projeto
Cerca de três mil alunos participarão do projeto
Aposentados e pensionistas não precisam participar
... reduzir número de secretarias e cancelar contratos investigados pelo MP
Arrasto nos fundos da Baía de Guanabara seria a causa
Doença afeta 25% dos brasileiros
Um contrato com valor inicial R$ 4.466.194,20 firmado entre a Prefeitura de Itaperuna com o Instituto Unir-Saúde, através da Secretaria Municipal de Ação Social, pode custar caro ao prefeito daquele município do Noroeste fluminense, Marcus Vinicius de Oliveira Pinto a primeira-dama Camila Andrade Pires, ex-titular da pasta. O casal foi denunciado pelo Ministério Público, por improbidade administrativa. O prefeito – que foi afastado do cargo no mês passado –, Camila e o atual secretário de Ação Social Reginaldo Braz de Carvalho são acusados de fraudar processo administrativo que resultou na contratação do Unir-Saúde em novembro de 2017.
De acordo com a ação ajuizada pelo núcleo local da Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, o trio, "de maneira organizada simularam um chamamento público para celebração de um termo de colaboração com o Instituto Unir Saúde, para prestar serviços na área da assistência social".
Área de propriedade da União foi desmembrada e loteada sem autorização
Sala adaptada funciona na Escola Municipal Mário Pinheiro, no bairro Santa Dalila
Engenheiros agrônomos dizem que o solo de Magé é muito rico e produz o ano inteiro. Os que trabalham nas terras mageenses sabem disto muito e dela cuidam com carinho. O resultado está em produtos de qualidade, gêneros alimentícios que agora podem chegar à mesa a preços mais em conta. É que uma parceria com entre as com as associações de produtores de pequeno e médio porte da cidade com a Secretaria Municipal de Agricultura está proporcionando uma economia nos custos do cultivo.
Através do programa de Mecanização do Solo os agricultores passaram a ter acesso a uma frota com tratores, retroescavadeiras, subsoladores (usado em preparo profundo do solo), grades aradoras, sulcadores e viaturas, que são disponibilizados mediante o pagamento de uma taxa de R$ 33 por hora de serviço para cobrir os custos de manutenção e abastecimento dos veículos, 57% a menos que o valor de mercado.
"Fornecimento ainda não foi normalizado nas escolas", reclamam pais de alunos