Belford Roxo empenhou este mês mais de R$ 8 milhões em favor de empresa que acumula reclamações por deficiência na coleta de lixo

● Elizeu Pires

Nas primeiras semanas deste mês moradores de alguns bairros de Belford Roxo voltaram a reclamar do serviço de coleta de lixo, mas os montes de resíduos encontrados nas vias públicas não atrapalharam em nada os negócios da empresa encarregada da coleta, que teve emitida a seu favor mais uma nota de empenho, essa no valor de cerca de R$ 8,7 milhões.

Morosidade do Tribunal de Contas do Estado prejudica início de projeto inovador para educação em Arraial do Cabo

● Elizeu Pires

Dois polos estão prontos para começarem a receber os alunos... Já tendo passado por vários setores do órgão e com os questionamentos respondidos pela Prefeitura, um programa educacional inovador anunciado em 2023 pelo município de Arraial do Cabo, o Inova Arraial – voltado para que cerca de 3.500 alunos do 1º ao 9º ano do ensino fundamental da rede municipal usufruam da educação integral –, está com tudo pronto para ser iniciado, mas a morosidade da tramitação do processo no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) vem atrasando a inauguração do projeto.

Agora é com a Câmara: Com contas reprovadas pelo TCE, prefeito de Belford Roxo pode ficar inelegível

Reprodução Em sessão realizada nesta quarta-feira (23), o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), emitiu parecer contrário pela reprovação das contas de gestão do prefeito de Belford Roxo, Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho (Republicanos), referentes ao exercício de 2022.

O processo agora vai para a Câmara de Vereadores para decisão final. Se o parecer da Corte de Contas for mantido pela Casa Legislativa, Waguinho poderá ficar inelegível por um período de até oito anos.

Pesadelo: Mangaratiba não esquece o grupo Locanty que faturou alto na cidade com serviços questionáveis e deixou reclamações trabalhistas que acabaram complicando a administração municipal

● Elizeu Pires

Foto: Reprodução Em novembro de 2016 o então prefeito de Mangaratiba, Rui Quintanilha, poucos dias antes de ser sucedido por Aarão de Moura Brito Neto, resolveu prorrogar o contrato da Própria Ambiental, empresa então responsável pela coleta de lixo na cidade, que desde julho daquele ano vinha operando com outro nome, Rio Zin Ambiental Serviços. A prorrogação se deu por termo aditivo ao contrato 040, que já havia gerado pagamentos no total de cerca de R$ 80 milhões a empresa, que apesar dos altos valores recebidos, reclamava a população, prestava péssimos serviços. Saiu Rui, entrou Aarão, e quando se pensava que a empresa iria perder o reinado no município, ocorreu a continuidade até a chegada de Alan Campos da Costa, o Alan Bombeiro, que tirou de lá o grupo criado pelo empresário João Felippo Barreto, o Joãozinho da Locanty.