Seminário terá projeto implantado p município da Baixada como exemplo de boas práticas em processos de legalização de empresas e melhorias no ambiente de negócios
Seminário terá projeto implantado p município da Baixada como exemplo de boas práticas em processos de legalização de empresas e melhorias no ambiente de negócios
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, desembargador Carlos Santos de Oliveira, estará hoje em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, para fazer o lançamento da campanha do cadastramento biométrico obrigatório, que, até o final deste ano, atingirá 35 municípios fluminenses. As solenidade será às 10h, no posto biométrico da cidade. Ainda nesta quarta-feira vai ser inaugurado mais uma unidade de atendimento, que funcionará na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, 350, no bairro 25 de Agosto.
Com 626.485 eleitores, Duque de Caxias é o maior colégio eleitoral da relação de municípios com biometria obrigatória marcada para este ano, mas 52,42% dos eleitores da cidade já possuem a digitais cadastradas.
Hematologia passa a ser nova especialidade oferecida na policlínica municipal
Implantar hortas comunitárias, orgânicas e sustentáveis nas unidades do CRAS da cidade e nas escolas da rede municipal de ensino. Essa é a proposta do projeto Mãos à Horta, cujo piloto foi lançado nesta terça-feira (28) pela Prefeitura de Mesquita, no CRAS do bairro Banco de Areia pela Prefeitura de Mesquita, na Baixada Fluminense. As hortas serão cuidadas por usuários do serviço de convivência dos próprios centros de referência e por alunos e profissionais da Educação do município. O espaço servirá como uma fonte de atividade terapêutica e de interação entre os usuários. A prática da horta também poderá ser aplicada como método de ensino para as crianças e estimular a prática de uma alimentação mais saudável e conscientizá-los sobre as questões ambientais.
"Agora, já estamos planejando o lançamento do Mãos à Horta nos outros CRAS da cidade e em unidades da rede municipal de ensino. Essa atividade servirá como instrumento de fortalecimento de vínculos entre os usuários, que é uma das prioridades da Assistência Social", avisa Aparecida Passos, coordenadora de Gestão Pública da Secretaria Municipal de Assistência Social, idealizadora do projeto.
Audiência pública está marcada para sexta-feira
De um orçamento de R$ 5,4 milhões previsto para este ano a Câmara de Vereadores de Japeri destinou R$ 300 mil para cobrir despesas com "serviços tecnológicos de informática" e já gastou com isso R$ 79 mil, mas ainda assim está faltando informações no Portal da Transparência, no qual deveriam estar disponíveis os contratos firmados pela Casa, bem como dados sobre as licitações. A falta de transparência com os gastos públicos não é novidade no Poder Legislativo da cidade mais pobre da Baixada Fluminense, que já custou este ano mais de R$ 1,4 milhão, sem que as despesas estejam publicadas de forma clara no site oficial.
Em janeiro as despesas da Câmara de Japeri (confira aqui) somaram R$ 376.491,42 em janeiro, sendo R$ 17.161,21 com “serviços tecnológicos de informática”. Em fevereiro a soma foi de R$ 367.853,07, mês em que os com"serviços tecnológicos de informática" custaram R$ 19.379,93. No mês seguinte os gastos totais caíram para R$ 361.197,77 (R$ 22.338,08 com informática) e em abril o total foi de R$ 359.095,78, R$ 20.880,02 com "serviços tecnológicos de informática" .
Locais usados para descarte de entulhos são transformados em jardins
Eleição será neste sábado
O prefeito de Mesquita – município da Baixada Fluminense – Jorge Miranda (foto) é o cabeça da chapa única na eleição para a presidência do PSDB, no Rio de Janeiro. A eleição vai acontecer a partir das 10h na sede do partido, na Praça Floriano, no centro da capital fluminense. De olho nas eleições de 2020, Miranda tem planos para fortalecer a legenda no estado.
A empresa que faturou R$ 6,6 milhões locando máquinas pesadas e caminhões para a Prefeitura de Japeri tem como sede uma pequena sala. O TCE constatou que a firma foi mera intermediária entre o município e os donos dos bens locados Vencedora de uma licitação colocada sob suspeita de fraude, com possível direcionamento e competitividade restrita, uma empresa sem frota recebeu R$ 6,6 milhões dos cofres do município mais pobre da Baixada Fluminense pelo aluguel de máquinas pesadas e caminhões, embora o Tribunal de Contas do Estado tivesse apontado "ausência da comprovação regular da execução dos serviços contratados", comunicado isso ao governo e dele cobrado uma explicação. Como o TCE constatou que a contratada não tinha os equipamentos, o que se pergunta hoje na cidade é: "De quem são as máquinas e os caminhões locados e por que se gastou tanto com isso, já que a manutenção das vias públicas vinha sendo feito de forma precária nos últimos dois anos?" A esperança em Japeri é de que o Ministério Público – informado do caso pelo Tribunal – encontre as respostas...
O aluguel dos equipamentos foi feito junto à W.A. de Oliveira Transportes, Comércio, Locação e Serviços em 20 de abril de 2017, através do Contrato 008, pelo valor inicial de R$ 3,340 milhões por ano. A empresa, cuja sede é uma pequena sala sempre vista fechada, teve o contrato prorrogado através de dois termos aditivos e chegou ao total de R$ 6.678.503,04, com a W.A. funcionando apenas como mera intermediária entre a Prefeitura e os donos das máquinas e dos caminhões, mesmo no contrato e no edital da tal licitação não houvesse uma linha sequer autorizando a sublocação dos bens contratados pela Prefeitura de Japeri.
Unidade de saúde de referência na Baixada Fluminense, o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) está recebendo novos equipamentos, além de reforma em suas instalações. As melhorias foram possíveis graças ao repasse do governo do estado no valor de R$ 5 milhões mensais. O governador Wilson Witzel anunciou o aporte de recursos no final de março em visita à cidade para inauguração de um viaduto.
Para o secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, a iniciativa tem como objetivo oferecer um serviço de qualidade aos pacientes.