Balança comercial tem segundo melhor saldo da história para fevereiro: as importações caíram mais que exportações

A balança comercial – diferença entre exportações e importações – fechou fevereiro com o segundo maior saldo positivo para o mês desde o início da série histórica, em 1989. No mês passado, o país vendeu US$ 3,673 bilhões a mais do que comprou do exterior, de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. O recorde anterior da balança comercial em meses de fevereiro havia sido registrado em fevereiro de 2017, quando o superávit atingiu US$ 4,555 bilhões. Segundo o Ministério da Economia, a balança comercial registrou superávit de US$ 2,999 bilhões em fevereiro do ano passado.

As exportações somaram US$ 16,293 bilhões, recuo de 15,8% em relação a fevereiro do ano passado pelo critério da média diária. As importações totalizaram US$ 14,411 bilhões, queda de 21,2% na mesma comparação, também pelo critério da média diária. Nos dois primeiros meses de 2019, a balança comercial registrou superávit de US$ 5,865 bilhões, contra saldo positivo de US$ 5,823 bilhões no mesmo período de 2018.

Senhores, a Bíblia não é a Constituição

Somando 108 deputados e dez senadores, a Bancada da Bíblia ou dos evangélicos – como preferirem – está se achando. Quer impor uma pauta de costumes, quando a prioridade deveria ser o país e questões que vão muito além dos templos que não pagam impostos, não rendem um centavo sequer aos cofres públicos. Mais uma vez o assunto é a transferência da Embaixada do Brasil de Tel-Aviv para Jerusalém, como se isso tivesse uma enorme importância para a nação. O bloco do "nós acima de tudo e de todos" parece ver nessa mudança a solução para todos os problemas nacionais. Ignora, por exemplo, que se levada a efeito, a transferência pode causar um baque e tanto na economia brasileira...

Depois de pregar no deserto, defendendo tratamento especial para o ex-senador Magno Malta, o deputado Sóstenes Cavalcante, líder do bloco, agora ataca o vice-presidente Hamilton Mourão porque este, ao contrário do titular, olha o tempo todo para frente, já desceu do palanque e defende interesses nacionais, não bandeira de grupos.

Governo federal prevê economia de R$ 209 milhões por ano com corte de 21 mil cargos comissionados

O governo pretende economizar R$ 209 milhões por ano com o corte de 21 mil cargos comissionados. Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o decreto com a reestruturação de funções e gratificações técnicas em toda a Esplanada dos Ministérios será editado ainda este mês. De acordo com a pasta, a iniciativa contribuirá para simplificar a gestão e enxugar a diversidade de cargos e comissões. O Ministério da Economia não detalhou a distribuição dos cortes por órgãos nem por tipos de cargos, mas informou que pretende extinguir algumas gratificações de legislação muito antiga, algumas que não estão sendo ocupadas e outras de baixo valor individual, que não representam função de chefia.

A mudança não necessariamente significará que 21 mil pessoas serão demitidas. Isso porque a maior parte dos cargos em comissão é ocupada por servidores concursados escolhidos para chefias ou funções de confiança. Segundo o Ministério da Economia, o decreto pretende adequar a estrutura às necessidades da administração pública e evitar, no futuro, a ampliação dos gastos com a ocupação dos cargos que ficaram vagos e as gratificações que deixaram de ser pagas.

Tribunal de Contas determina que prefeito de Japeri não renove contrato dos ‘sucatões’ do transporte escolar

Quase um ano depois da primeira matéria do elizeupires.com sobre a precariedade dos ônibus escolares que já custaram cerca de R$ 4 milhões aos cofres da Prefeitura de Japeri, o Tribunal de Contas do Estado determinou que o município não renove o contrato com a empresa JL Transporte e Construção firmado para o transporte dos alunos da rede municipal de ensino. a decisão foi tomada depois de uma auditoria feita pelo órgão, que também realizou uma vistoria na frota de 12 veículos velhos, vários deles com documentação atrasada há vários anos.

A equipe técnica do TCE constatou a falta de cintos de segurança e estofamento de bancos e pneus em péssimo estados de conservação; veículos com portas quebradas, lotação máxima não observada, pintura despadronizada e ausências de autorização especial para transportar alunos e de duas vistorias especiais do Detran.