Datafolha mostra Paes com 10 pontos acima do segundo colocado e batendo Garotinho e Romário em eventual segundo turno

O candidato do DEM ao governo do Rio continua na frente, Eduardo Paes, segundo pesquisa do Datafolha divulgada a pouco pela TV Globo. Ele tem 25% das intenções de voto, seguido de Antonhy Garotino com 15% e Romário Faria, 14%, tecnicamente empatados. Em terceiro lugar vem Indio da Costa com 8%. Tarcísio Motta aparece com  6%; Wilson Witzel, 4%; Marcia Tiburi, 3%; Pedro Fernandes, 2%; Marcelo Trindade, André Monteiro e Luiz Eugenio, 1%; Dayse Oliveira não pontuou. A pesquisa foi feita entre 26 e 28 de setembro e está registrada com o protocolo RJ-00977/2018. Na projeção para o segundo turno Paes derrotaria Romário por  44% x 32% e venceria Garotinho com 46% contra 25%.

 

Eduardo Paes lidera disputa pelo governo fluminnse e venceria qualquer um dos adversários no segundo turno

O ex-prefeito do Rio, Eduardo Paes (DEM) continua liderando a disputa pelo governo fluminense e bateria qualquer um dos adversários do segundo turno. É o que diz pesquisa de intensão de votos do Ibope divulgada na noite dessa terça-feira (25) pelo Ibope. Paes tem 24% , seguido de Romário Faria (Podemos) e Anthony Garotinho (PRP), empatados com 16%. Índio da Costa (PSD) aparece com 6% ; Tarcísio Motta (PSOL) e Wilson Witzel (PSC), com 4%; Marcia Tiburi (PT), com 3%; e Pedro Fernandes (PDT) e Marcelo Trindade (Novo), com 2%. André Monteiro (PRTB) e Dayse Oliveira (PSTU) chegaram a 1%. Luiz Eugênio (PCO) não pontuou.

O Ibope fez também projeções para um eventual segundo turno e Paes vence em todas simulações. Ele derrotaria Romário (38% a 33%) e Garotinho (44% a 22%).

TRE barra candidatura de Garotinho

Em decisão unânime tomada a pouco o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro impugnou a candidatura de Anhtony Garotinho (PRP) ao governo do estado. O colegiado acolheu pedido do  Ministério Público Eleitoral (MPE), que contestou a candidatura, com base numa condenação do Tribunal de Justiça de desvios de R$ 234,4 milhões na Saúde entre 2005 e 2006, quando ele era secretário. A defesa do político já anunciou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.