O candidato a governador pelo PSD fará caminhada pela manha em Queimados
O candidato a governador pelo PSD fará caminhada pela manha em Queimados
...e entenda que agente de postura não é policial!
O prefeito Rogério Lisboa precisa avisar a seu secretário de Segurança, o coronel reformado da Polícia Militar, Roberto Penteado (foto), que a Prefeitura não é um quartel da PM e que agente de postura não é policial. Mais uma denúncia de truculência contra camelos em Nova Iguaçu chega às redes sociais, essa, inclusive, dando conta do uso de armas e algemas. As armas de um fiscal de postura, coronel são um talão e multa e uma caneta, comandante. Apure os fatos e tome uma providência antes que ocorra uma tragédia.
Organização critica resultados e defende reestruturação das polícias
Foram gastos mais de R$ 11 milhões com publicações de atos oficiais, dez vezes mais do que seis casas legislativas juntas pagaram pelo mesmo serviço
Após inquérito criminal aberto pelo Ministério Público o Tribunal de Contas do Estado decidiu proibir a Câmara Municipal de Itaboraí de publicar atos oficiais em um jornal local, o Diário do Leste. Só com a publicação do Projeto de Lei Orçamentária e da Lei Orçamentária Anual de 2016, a despesa passou dos R$ 3 milhões. Pelo que foi apurado, o gasto que antes era de cerca de R$ 100 mil por ano, aumentou mais de mil vezes depois que o vereador Deoclécio Miranda Viana (foto) assumiu a presidência da Casa e firmou contrato, sem licitação, com a Empresa Jornalística Itaboraí, que edita o jornal. Ao todo, constatou o TCE, entre janeiro de 2013 e maio deste ano a Câmara gastou mais de R$ 11 milhões com o serviço.
Entrega de fuzis e munições começou hoje
General pretende deixar uma agenda positiva como legado
A fragata Niterói é uma das seis adquiridas. Foi lançada ao mar em 8 de fevereiro de 1974 e incorporada dois anos depois É o que revelam documentos sobre compra superfaturada de navios na Inglaterra
O governo militar atuou para abafar uma investigação na compra de navios de escolta, as chamadas fragatas construída na Inglaterra e, além disso, dispensou uma indenização de R$ 500 mil libras ((o equivalente a quase 3 milhões de libras hoje ou R$ 15 milhões) que o governo britânico estava disposto a pagar para evitar ser acusado depois de estar envolvido no esquema. É o que revelou ontem (2) o jornal Folha de São Paulo, com base em documentos confidenciais históricos do governo do Reino Unido. De acordo com os jornal, os fatos narrados nos papéis ocorreram durante os governos dos generais Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e Ernesto Geisel (1974-1979). Os documentos mostram ainda que, em 1978 a Inglaterra queria investigar denúncia de superfaturamento na compra de equipamentos para a construção dos navios vendidos ao Brasil e se ofereceu para pagar indenização, mas em vez de permitir e ajudar no inquérito o regime militar abriu mão do pagamento e rejeitou os pedidos britânicos para ajudar na investigação — que foi recebido com estranheza em Londres.
Tradição religiosa perde espaço para 'batalha de tintas'
Proposta é acabar com a lotação de agentes fora das instituições de segurança
Discutindo internamente no ambiente dos gabinetes da Assembleia Legislativa, um projeto de lei proibindo a cessão de policiais civis, militares, agentes penitenciários e bombeiros para quaisquer órgãos públicos diferentes dos postos de origem está ganhando força na Casa. Segundo um parlamentar revelou na noite de hoje ao elizeupires.com, a proposta já contaria com apoio de 57 dos 70 deputados, numero de assinaturas mais que suficiente para a aprovação.
Presidida atualmente pelo vereador Alessandro Ferreira Rodrigues, o Sandro Construforte, a Câmara de Vereadores de Itaboraí tem primado pela falta de informação quanto ao gasto do dinheiro público, mas pelo menos no papel, é a mais transparente do estado. Pelo menos é o que sugere um contrato firmado em 2015 pelo ex-presidente Deoclécio Miranda Viana (foto) para cobrir despesas com publicações dos atos oficiais da Casa, com valor que pode ter chegado a R$ 15 milhões, segundo estima o Ministério Público. Por conta isso um inquérito criminal foi instaurado pelo MP, que ontem fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão na Câmara, nas residências de Deoclécio e dos sócios da Empresa Jornalística Itaboraí, titular do contrato.
De acordo com o que foi apurado, o primeiro contrato foi firmado no valor de R$ 3 milhões por um ano de publicações, mas antes do fim da validade foi feito um distrato, ficando acertado um novo valor global, R$ 6 milhões até novembro de 2016, com a vigência podendo ser prorrogada por mais um ano. Segundo o Ministério Público, antes desse contrato a Câmara gastava R$ 8 mil por mês com suas publicações, o que dá R$ 96 mil por ano.