Saúde de Mangaratiba faz silêncio sobre desaparecimento de feto

A mãe contou na delegacia que o feto desapareceu no hospital O correto, devido aos seis meses de gestação, seria o sepultamento

Comandada por Mair Araújo Bichara, a Secretaria de Saúde de Mangaratiba ainda não divulgou qualquer providência no sentido de apurar o desaparecimento de um feto de seis meses que, pela legislação, deveria ter sido registrado e sepultado. A administração municipal também não emitiu nenhuma nota até agora para explicar o fato narrado na 165ª DP, onde um boletim de ocorrência foi registrado pela mãe da criança, Bruna Loredo. Ela relatou que o desaparecimento do feto ocorreu no Hospital Municipal Victor de Souza Breves, onde buscou socorro médico depois que um exame de ultrassonografia realizado no último dia 3 mostrou que a criança não tinha batimentos cardíacos.

Confusão entre GMs e filho do prefeito de Guapimirim resulta em queixa crime por ameaça e denúncia de assédio moral

Os agentes registraram queixa na 67ª Delegacia Policial Uma confusão envolvendo agentes da Guarda Municipal e um filho do prefeito Marcos Aurélio Dias acabou em registro de queixa crime na Delegacia de Polícia por ameaça e denúncia de assédio moral contra superiores dos componentes da corporação. Tudo começou na manhã de ontem durante a inauguração de um supermercado no centro de Guapimirim, local para onde vários agentes foram deslocados pela manhã, mesmo sem condições de trabalho, já que, segundo eles,  estão contando com apenas uma motocicleta. Diante da ordem de deslocamento os agentes pediram a presença de um superior que, segundo eles, não apareceu e teria mandado alguém anotar as matriculas dos guardas para aplicar uma punição. Passado o incidente o caldo entornou quando os guardas já estavam na sede da corporação. É que Marcos Vinicius Dias, filho do prefeito, contam os agentes, teria agredido verbalmente um deles e proferido ameaças ao ser alertado de que não poderia transitar de motocicleta sem estar usando capacete.

 

Magé decreta luto oficial por assassinato de vereador

Mas Câmara mantém sessão e pode até votar hoje o afastamento do prefeito

     Foi decretado hoje luto oficial por três dias no município de Magé em homenagem ao vereador Geraldo Cardoso Gerpe, o Geraldão, assassinado por volta das 22 horas de ontem, no estacionamento da Câmara, em circunstâncias ainda não esclarecidas pela polícia. Apesar do luto e do velório do vereador - que presidia uma das comissões de inquéritos abertas para investigar denúncias de supostas irregularidades atribuídas ao governo municipal - foi mantida a sessão plenária marcada para esta quinta-feira, podendo, inclusive ser colocado em votação o pedido de afastamento do prefeito. "Quero deixar minhas condolências à família do vereador. Espero que todo o caso seja elucidado e os responsáveis por este ato brutal e covarde sejam identificados, e respondam perante a Justiça", afirmou o prefeito Nestor Vidal ao assinar o decreto do luto oficial.

PM começa derrubar barreiras do tráfico em Meriti

A Polícia Militar vai remover barricadass em todas as comunidades ocupadas por bandidos Bandidagem vinha impedindo até a coleta de lixo

Começaram pelo bairro Engenheiro Belford as ações da Polícia Militar para desobstruir os acessos a comunidades de São João de Meriti, ocupadas por traficantes que fugiram das favelas cariocas. Na Rua Aurélio Ribeira, confluência com Rua Nair, com a cobertura dos agentes da segurança pública, uma barreira já foi destruída por uma máquina da Prefeitura e removida por um caminhão. Operações semelhantes acontecerão durante todo o dia de hoje.

PM vai abrir caminho para coleta do lixo em Meriti

Corporação derrubará barreiras feitas por bandidos em algumas comunidades de São João de Meriti

      Em resposta à solicitação feita ontem ao governador Luiz Fernando Pezão pelo prefeito Sandro Matos, a Polícia Militar - através do 21º BPM e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) - vai desobstruir os acessos a comunidades de São João de Meriti, atualmente ocupadas por traficantes que migraram nas favelas cariocas e decidiram ilhar os moradores. Agora a pouco a PM solicitou uma máquina e um caminhão para auxiliar nas operações de derrubadas de barreiras de concreto feitas pelos bandidos, o que vem impedindo inclusive o serviço de coleta de lixo. As operações vão acontecer nos bairros Engenheiro Belford, Vila Humaitá, Vila Norma, Bacia, Venda Velha (morros do Prefeito, Soldado e Caixa D´ água), Moro do Castelinho e Caixa D´ água (centro). As ações dos bandidos estão dificultando o trabalho dos garis e coletores de lixo que trabalham para a empresa Dinâmica, responsável pela limpeza pública em São João de Meriti.

Denúncia ao MPF revela suposto golpe político em Itaguaí

Wesley ficou com a cadeira de prefeito com a queda de Luciano Mota Um dos denunciantes diz que recebeu dinheiro para prestar falso testemunho na Polícia Federal e envolver ex-prefeito em tentativa de homicídio

Um vídeo com mais de uma hora de duração, uma escritura declaratória e depoimentos prestados junto à corregedoria da Polícia Federal e ao Ministério Público Federal podem provocar uma reviravolta no caso do ex-prefeito de Itaguaí, Luciano Mota, que foi afastado por decisão judicial em março deste ano e cassado em junho pela Câmara de Vereadores, sob a acusação de prática de fraudes em licitação e outras supostas irregularidades. O mandato Mota não recupera nunca mais, mas algumas acusações contra ele, umas das muitas que sustentaram o inquérito na PF e o pedido de afastamento feito à Justiça Federal, entendem alguns advogados, poderão ser derrubadas, assim como poderá cair a reputação de heróis de algumas figuras importantes nas investigações que culminaram com a saída de Luciano da Prefeitura. As revelações falam de supostas aquisições irregulares de provas e de um falso testemunho supostamente encomendado para implicar o ex-prefeito e dois membros de sua segurança pessoal.

Ligações com Cunha complicam dois prefeitos do PMDB

Bornier e Solange Almeida podem ter desgaste maior em 2016 Nelson Bornier e Solange Almeida deverão ser lembrados disso durante todos os dias da campanha pela reeleição

Cumprindo o terceiro mandato de prefeito em Nova Iguaçu, o ex-deputado federal Nelson Bornier (PMDB), anda fazendo docinho dizendo que não quer mais saber do poder e que não pretende disputar as próximas eleições, mas, de acordo com o comando estadual da legenda, ele será candidatíssimo. Já Solange Almeida, de Rio Bonito, também ex-deputada e filiada ao mesmo partido, já está praticamente em campanha pela reeleição. Docinho e convicção à parte, os dois tem um grande problema, a Operação Lava Jato, por conta de ligações com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha: na última terça-feira Bornier recebeu a visita de agentes da Polícia Federal em operação de busca e apreensão em seu apartamento (no mesmo prédio do lobista Fernando Baiano) na Barra da Tijuca e Solange é apontada como autora de ofícios com pedidos de informação que teriam servido para pressionar o pagamento de propinas a Cunha por duas empresas com negócios com a Petrobras, estando, inclusive, indiciada.

E o golpe já foi dado…

. Não pelos militares, mas pela companheirada do Supremo Tribunal Federal e o procurador geral da República, Rodrigo Janot (foto) que se comporta como um advogado em plantão permannte na defesa do PT e seus aloprados, o que fica implícito em cada iniciativa dele.

A maioria simples de um colegiado de 81 senadores é mais forte que dois terços de 513 deputados. A conta maluca foi feita por uma bancada de oito “companheiros” da presidente Dilma Roussej (só a chamam de “presidenta” os militantes, os membros do governo e a imprensa chapa branca) no Supremo Tribunal Federal, que resolveu rasgar a Constituição e intervir no Poder Legislativo para preservar a cabeça da poderosa chefona. Deixo com vocês, para uma reflexão o artigo a seguir, um texto do jornalista Guilherme Fiuza, publicado por O Globo e que merece ser lido e relido pelas pessoas de bem que, felizmente, formam a maioria esmagadora da população brasileira. Tenham todos um bom domingo e fiquem com Deus, que eu volto amanhã, às oito em ponto, se Ele assim me permitir e os bolivarianos não me impedirem,

Polícia procura ex-consultor da Câmara de Resende

Novo mandado de prisão foi deferido a pedido do Ministério Público

     Solto no último dia 31 - em decisão tomada pelo desembargador Siro Darlan, responsável pelo plantão judiciário no Tribunal de Justiça naquela data -, o ex-consultor de Economia e Finanças da Câmara Municipal de Resende, Ricardo Abbud de Azevedo está sendo considerado foragido. Ele foi preso no dia 29 durante a Operação Betrug, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pela Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva, mas teve um novo mandado de prisão expedido segunda-feira. Ricardo foi denunciado por fraude em licitação, organização criminosa, peculato e falsificação de documentos. Segundo a denúncia, ele integra uma quadrilha que fraudava processos licitatórios para a contratação de serviços na Câmara.

Quer o poder, general? Dispute a eleição

O general Antonio Mourão convocou os militares para "o despertar de uma luta patriótica" A "luta patriótica" sugerida pelo ex-comandante militar do Sul, general Antonio Hamilton Martins Mourão, soou como música aos ouvidos dos integrantes daquela tropa que ainda resiste à democracia. Como comandante de um exercito armado ele jamais poderia ter falado uma besteira dessas, assim como não deveria emitir opinião crítica ou elogiosa contra uma presidente da República democraticamente eleita. Concordo que Dilma e o PT estão afundando esse país e que a corrupção parece institucionalizada, mas para isso a própria democracia tem solução e o impeachment é uma delas. Essa tal de "luta patriótica" pregada por Mourão só interessa a ele e aos seus iguais, aos que acham que os militares estão acima do bem e do mal, que são o remédio para toda e qualquer doença.

Essa meia-dúzia que tem saído às ruas pedindo a volta da ditadura militar não pode ser levada a sério e o general Mourão muito menos. Como cidadão ele tem todo o direito de falar o que bem entender, mas ele não se pronunciou como cidadão-contribuinte-eleitor, como o jornalista Hélio Fernandes costumava dizer. Falou como comandante de uma tropa sob a qual tinha, até aquele momento, poder de mando e militar não costuma ignorar ordem, mesmo que essa seja a de baixar o porrete, apontar canhões para as instituições e ameaçar mandar bala.