Gestão do prefeito com a menor votação da história do município, dizem os observadores mais atentos, "precisa melhorar muito para ser considerada ruim"
● Elizeu Pires
Gestão do prefeito com a menor votação da história do município, dizem os observadores mais atentos, "precisa melhorar muito para ser considerada ruim"
● Elizeu Pires
● Elizeu Pires
A gestão de Glauco Kaizer vem sendo bastante questionada, mas a insatisfação com seu governo parece não incomodá-l0 Todos os alunos das redes municipais de ensino têm direito a material escolar, uniformes e calçados, itens que devem ser distribuídos a eles pelas prefeituras gratuitamente. A regra, entretanto, não está valendo em Queimados, cidade da Baixada Fluminense governada pelo pastor Glauco Kaizer, apontado como o pior prefeito da história do município.
“Seriedade e sinceridade no compromisso com povo”. Esse foi slogan de campanha usado pelo primeiro suplente de vereador pelo PP, o secretário de Transportes de Queimados, Maurício Baptista Ferreira, o “Maurício do Vila”, que foi preso ontem (11) por agentes da por policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), no bairro Vila Americana, onde, segundo foi apurado, comandaria uma milícia. Maurício, que é policial militar reformado, foi denunciado pelo assassinado do entregador de lanches João Marcos Coutinho Medeiros, morto a tiros no dia 20 de maio.
Segundo as investigações do Ministério Público, a vítima circulava pelo bairro em uma motocicleta com a descarga, o que fazia o escapamento emitir barulho tiro, João Marcos foi morto em frente a uma lanchonete na qual prestava serviços, por quatro homens que desembaraçam de um carro prata. O prefeito Glauco Kaizer exonerou o secretário no fim da tarde, substituindo Maurício interinamente pelo chefe de gabinete Abner Peclat.
● Elizeu Pires
Transparência parece ser uma palavra desconhecida pela gestão do prefeito Glauco Kaizer Sem fiscalização por parte da Câmara de Vereadores, a gestão do prefeito Glauco Kaizer (Solidariedade), continua escondendo o jogo em relação ao uso dos recursos recebidos do governo estadual pela venda da Cedae. O leilão da estatal rendeu aos cofres da Prefeitura de Queimados R$ 99 milhões, mas o que está sendo feito com esse dinheiro não é revelado de jeito algum.
● Elizeu Pires
A Casa comandada pelo presidente Nilton Moreira, para observadores locais, está mais para uma extensão do governo de Glauco Kaizer que para um poder independente Dizem lá pelas bandas de Queimados, município carente da Baixada Fluminense, que para ser considerada ruim a gestão do prefeito Glauco Kaizer (Solidariedade) tem de melhorar muito. Entretanto, a julgar pela complacência da Câmara de Vereadores, os 17 membros da Casa devem estar muito contentes com o governo, talvez pelos cargos ocupados por indicados deles, ou sabe-se lá o que mais, uma vez que não dão um passo sequer no sentido de fiscalizar uma administração nada transparente, e não fazem um questionamento sequer sobre os contratos não disponibilizados ao controle social e as adesões de atas de registros de preços, manobra que tem sido feitas com frequência para evitar a abertura de processos licitatórios.
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Nova Iguaçu, ajuizou ação civil pública contra o ex-prefeito de Queimados, Carlos de França Vilela (foto), e o ex-secretário de Obras do município, João Pedro de Souza Lemos. O MPRJ requer que ambos sejam condenados a ressarcir os danos causados aos cofres públicos, no valor de R$ 274 mil, em razão de obras contratadas e abandonadas.
A ação relata que o município celebrou, em 2019, às vésperas de ano eleitoral, um contrato no valor de R$ 1,47 milhão para a construção de uma piscina semiolímpica e para a reforma de duas praças na cidade. Ocorre que, de acordo com a ação, os gestores resolveram realizar as obras contando com um financiamento que se mostrava absolutamente improvável. Isso porque os recursos financeiros seriam oriundos do Ministério do Esporte (com complementação municipal), mas a condição de inadimplente do município de Queimados impedia o recebimento de recursos federais.
Protegido pelos vereadores Glauco Kaizer esconde as contas públicas não disponibilizando dados sobre as despesas para consulta dos contribuintes, e agora arrumou problema com companheira de chapa
● Elizeu Pires
Dizem que para ser considerada ruim a gestão do prefeito de Queimados, Glauco Kaizer, precisa melhorar muito, e agora, o apontado como "péssimo governo" arrumou mais um problema desnecessário, transformando uma grande aliada em o que poderá visto daqui para frente como forte adversária. Eleita na chapa dele 2020, a vice-prefeita Maise Justo Meireles montou um gabinete itinerante, e o primeiro atendimento foi nesta quinta-feira (7), na Praça dos Eucaliptos, Centro, onde presta atendimento aos moradores da cidade.
A concessionária Águas do Rio deu fim ao problema de abastecimento que há mais de 13 anos causava transtornos para moradores do centro de Japeri e dos bairros Proletário, Beira-Rio, Planetário, Nova Belém, Chacrinha e Virgem de Fátima. Mais de 24 mil pessoas foram beneficiadas pelas obras de implantação de novas redes de água e de outras melhorias realizadas em junho.
O padre João Paulo, responsável pela Paróquia Nossa Senhora da Conceição, é um dos beneficiados pelas intervenções feitas pela Águas do Rio no município. Ele conta que passou os últimos quatro anos pagando pelo serviço de carro-pipa para abastecer a igreja. “Não tínhamos água para nada, como limpar o ambiente, cozinhar e lavar as roupas. Os fiéis que frequentam minha paróquia relatam que esse problema perdurava na cidade há mais de 13 anos, antes da minha chegada aqui. Agora fico satisfeito quando abro a torneira. Agradeço muito pelo empenho de cada profissional da empresa”, expressou com satisfação.
Cada pessoa carrega no seu braço direito a cicatriz da vacina BCG (Bacillus Calmette-Guérin), uma das mais importantes para o recém-nascido por prevenir formas graves da tuberculose. Os bebês que nascem na Maternidade Mariana Bulhões, em Nova Iguaçu, são imunizados ainda durante a internação para que, no momento da alta, possam deixar a unidade protegidos e com a primeira vacina registrada na caderneta.
O imunizante é aplicado em dose única e precisa ser administrado logo nos primeiros momentos de vida do recém-nascido. No primeiro trimestre de 2022, a Maternidade Mariana Bulhões aplicou 1.366 vacinas BCG. A imunização acontece no período da tarde para os bebês saudáveis acima de dois quilos e a aplicação é feita por um profissional da enfermagem capacitado. Em outros casos é necessário aguardar que o paciente chegue ao peso ideal para garantir a proteção com a vacina.