Comissão da Alerj vai solicitar quebra de sigilo de documentos sobre abertura de capital da Cedae

Foto: Octacílio Barbosa A Comissão de Segurança Alimentar, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), oficiará o Estado para obter acesso aos documentos administrativos que referem-se à abertura de capital da Cedae e estão sob sigilo na página do portal da transparência do governo. Entre outros encaminhamentos, está a criação de uma comissão para estudar a privatização da Cedae e de um manifesto em defesa da Companhia (criado por deputados estaduais e federais e vereadores); além da solicitação de reuniões com o Tribunal de Contas do Estado e o Ministério Público para tratar sobre o tema.

“O governo do Rio de Janeiro contratou o consórcio Hidro Rio, por R$ 18,7 milhões, para realizar estudos de abertura de capital da Cedae. Isso significa que a empresa pública, que hoje garante água para milhões de pessoas, está sendo preparada para ser entregue ao mercado financeiro, transformada em moeda de troca política e colocada a serviço dos interesses dos acionistas, não da população. Não é a venda direta que vimos em 2021, mas é uma estratégia que dilui a presença do Estado. Nosso objetivo é pensar em ações concretas para pressionar o governo para barrar a privatização. Água é direito, não é negócio”, disse a presidente da Comissão, deputada Marina do MST (PT).

Eleições municipais já movimentam bastidores da política em Magé

● Elizeu Pires

Valdeck entrou para a vida pública em 1997, como subprefeito de Mauá - Foto: Marcelo Dias Enquanto as eleições gerais de 2026 já formam um turbilhão no pais, no município de Magé, na Baixada Fluminense, as conversas interna giram em torno de 2028, com o nome do presidente da Câmara de Vereadores, Valdeck Ferreira (foto), sendo visto como sucessor natural do prefeito Renato Cozzolino Harb, que não poderá voltar à disputa pois está no segundo mandato consecutivo, e a legislação veda um terceiro para o mesmo núcleo familiar, o que impede, também, uma até desejada candidatura da atual vice prefeita Jamile Cozzolino, irmã do prefeito.

Japeri: oposição cerrada não consegue frear o ritmo do governo, que, anuncia a prefeita, “entra em nova fase de realizações”

Fernanda e sua base de apoio comemora o que está visto como um novo ritmo de ações - Foto: Divulgação Ao que parece, não será com uma CPI que a Câmara de Vereadores de Japeri, que, pelos discursos inflamados de alguns membros da Casa, sugere que já está visando as eleições de 2028, vai diminuir o ritmo da prefeita Fernanda Ontiveros, que anunciou neste sábado uma nova etapa, esta marcada por importantes investimentos em infraestrutura, saúde, educação e lazer, efetivando ações garantidas por parcerias firmada pela prefeita com os governos federal e estadual.

Pelas licitações em andamento e as ordens de início de obras, os próximos meses deverão ser de intensa movimentação no município. s canteiros da cidade. Entre as ações anunciadas estão a abertura das licitações para a construção da tão esperada maternidade municipal, reforma e urbanização da praça do bairro São Jorge e para a Escola em Tempo Integral, projetos que contam com recursos do PAC.

Novamente pendurado: Elton Cristo perde base legal que o blindava e poderá ter de escolher entre ser vereador e deputado temporário

O suplente de depurado estadual Elton Cristo (foto) está cuspindo marimbondos em cima da maioria dos vereadores de Nova Iguaçu, que retiraram o instrumento legal que garantia a ele o direito de ficar na Alerj sem o risco de perder o mandato de vereador.

A Casa revogou um inciso de artigo Lei Orgânica de Nova Iguaçu que assegurava que um  vereador que fosse suplente de deputado não perderia o mandato se optasse por ocupar temporariamente uma vaga  na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal.

‘Cabo de guerra’ entre vereadores e governo prejudica Japeri, onde recursos da saúde estão parados por falta de suplementação

Foto: Reprodução Em Japeri, a relação entre os poderes Executivo e Legislativo atravessa um período de tensão. Vereadores que até pouco tempo integravam a base da prefeita Fernanda Ontiveros agora se apresentam como oposição, pois estariam insatisfeitos, uma mudança de postura  que está sendo  vista como suposta reação à perda de influência dentro da máquina pública.

O embate vem sendo escalado a cada dia. Parlamentares contrários ao governo passaram a aprovar requerimentos contra a prefeita, muitas vezes sem embasamento consistente, mas a população não consegue saber o que está acontecendo na “Casa do Povo”, pois as sessões plenárias deixaram de ser transmitidas ao vivo, o que, segundo alguns observadores, se daria para evitar críticas contra os discursos considerados frágeis, que vinham sendo replicados nas redes sociais.

Prefeita de Japeri pode estar sendo alvo de stalking político, suspeita sua assessoria após vazamento de imagens clandestinas de sua rotina

● Elizeu Pires

A chegada da prefeita Fernanda Ontiveros à Secretaria das Cidades foi filmada e divulgada como se ela estivesse indo ao Tribunal de Justiça, embora as fachadas dos prédios das duas instituições sejam muito diferentes - Foto: Reprodução A prefeita de Japeri, Fernanda Ontiveros, pode estar sendo vítima de perseguição política através da prática de stalking. A suspeita foi levantada pelo entorno da prefeita pelo fato de que, pela segunda vez nesta semana, imagens de sua rotina foram divulgadas de forma clandestina redes sociais, em perfis apontados como falsos pela equipe dela.

Itaguaí está com as atenções voltadas para a pauta de julgamentos da sessão do dia 10 no STF

● Elizeu Pires

Reprodução Pelo menos até o final do expediente de ontem (5) permanecia na pauta de julgamentos marcados para acontecerem na próxima quarta-feira (10) no Supremo Tribunal Federal (STF), um recurso que pode unificar o entendimento sobre terceiro mandato consecutivo. O processo nada tem a ver com o município de Itaguaí, mas as atenções estão voltadas para ele, pois a depender do resultado, o Tribunal Superior Eleitoral (STF), vai poder confirmar o registro de candidatura do prefeito Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (PSD).

Japeri: Câmara nada transparente com suas contas quer instalar CPI para investigar o governo

Elizeu Pires

O Legislativo é um poder independente e entre suas atribuições está fiscalização dos atos do Executivo, principalmente os relacionados ao gasto do dinheiro público. Esta semana circulou pelas redes sociais que um grupo de vereadores de Japeri, liderados pelo presidente da Câmara, Rogério Gomes Castro, o Rogerinho da RR (PSD), está propondo a instalação de uma comissão de inquérito para apurar supostas irregularidades que teriam ocorrido no governo municipal.

Em ano de eleição, Prefeitura de Silva Jardim mais que dobrou os gastos com locação de carros e compra de combustíveis

● Elizeu Pires

Citada em denúncia do Ministério Público em ação ajuizada por suposta fraude em licitação para aluguel de carros por parte da Prefeitura de Silva Jardim, a empresa Conecta Car, pelo que consta no sistema que registra as despesas empenhadas e pagas pela administração desse pequeno município do estado do Rio de Janeiro, recebeu, em 2024 R$ 3,1 milhão dos cofres municipais pela locação de veículos quase cinco vezes mais que o total recebido no ano anterior, quando, aponta o sistema, foi pago a ela pouco mais de R$ 600 mil.

Câmara de Japeri já recebeu cerca de R$ 7 milhões em repasses, mas falta de transparência dificulta o controle social garantido por lei

● Elizeu Pires

Formada por 11 vereadores e comandada pelo parlamentar Rogério Gomes, mais conhecido como Rogerinho da RR (PSD), pelo que está no sistema que registra os repasses e despesas empenhadas e pagas pela administração municipal, recebeu, entre janeiro e agosto deste ano, cerca de R$ 7 milhões.

O chamado duodécimo garante os recursos necessários para quitar os subsídios dos membros da Casa, salários de servidores e assessores, além de cobrir os custos de manutenção, mas a questão, reclamam por lá, é que não está dando para saber com o dinheiro do povo está sendo gasto pelo Legislativo japeriense, pois o site oficial da Câmara não está em funcionamento, o que impede o controle social garantido por força de lei a todo e qualquer cidadão interessado em fazê-lo.