Evento vai acontecer no próximo dia 30
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Máquina e caminhões da Prefeitura de Santo Antonio de Pádua, município do interior do estado do Rio de Janeiro, foram usados para serviço em propriedade particular de um vereador da cidade. Isso teria acontecido em outubro de 2017, mas só foi levado ao conhecimento do Ministério Público na tarde de ontem (17), sob o protocolo 2019-00513585, emitido às 15:09h. De acordo com o relatado na representação, os equipamentos públicos foram usados no Sítio João Grilo, que seria do vereador Jose Luiz de Oliveira Cavalcante, eleito em 2016 com 608 votos pela coligação "Compromisso, Ética e Responsabilidade".
Um deslizamento de terra provocou agora a pouco o desabamento de uma estrutura de concreto no Túnel Acústico, na Gávea, na Zona Sul do Rio, no sentido São Conrado. Embora um ônibus tenha sido atingido não há informações sobre vítima. O transito é intenso, registrando grande engarrafamento nas proximidades.
A Prefeitura do Rio acaba de informar que a cidade entrou em estágio de crise. Manha desta sexta-feira o estágio era de atenção.A mudança se deve a constatação de falta de mobilidade em vários pontos. O alerta é para que os motoristas deixem de trafegar entre a Zona Sul e a Barra da Tijuca.
Um terreno cedido pelo governo federal à Companhia de Desenvolvimento Industrial do Rio de Janeiro (CODIN) para instalação de indústrias, visando um programa de geração de emprego e renda em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, vinha sendo usado para a construção de casas, que depois de prontas eram alugadas. A constatação foi feita pelo Ministério Público Federal, que moveu ação civil pública para dar fim ao uso comercial da área. De acordo com a ação, o terreno situado na localidade de Vila Santa Alice, era usado por José Teófilo Magalhães, dono de uma pousada na região.
Na ação o MPF pede que a União e o município de Duque de Caxias realizem novas diligências no loteamento, e notificação todos os ocupantes, "para que cessem a construção de benfeitorias".
Pesquisa da Andifes traz dados sociais e raciais
Através de um convênio a ser firmado nesta quinta-feira (16), o Detran vai vai transferir R$ 120 milhões para o Departamento de Estradas de Rodagem (DER). O dinheiro será utilizado na recuperação de seis mil quilômetros da malha rodoviária do estado do Rio de Janeiro. Estão programadas obras de pavimentação de rodovias, restauração e recuperação de pontes, passarelas e viadutos, sinalização e manutenção corretiva e também na ação preventiva. De acordo com o Detran, isso tornou-se possível porque a atual gestão do órgão economizou R$ 200 milhões após revisar contratos fechados no passado. As obras serão iniciadas ao longo de 2019.
A Justiça aceitou mais uma denúncia do Ministério Público contra o ex-prefeito de Silva Jardim, Wanderson Gimenes Alexandre, o Anderson Alexandre. Ele e mais oito pessoas foram denunciados por associação criminosa pelos crimes de falsidade ideológica, peculato e fraude em processo licitatório. Pelo que o MP apurou, isso ocorreu para a contratação de uma empresa para publicação de atos oficiais da Prefeitura. O MP sustenta na denúncia que os jornais não foram fornecidos na quantidade adequada para a veiculação das publicações e ainda foram usados "como meio de enaltecer a imagem de Wanderson, que concorreu à reeleição no ano de 2016".
De acordo com a denúncia, o então prefeito se utilizou do contrato firmado com a sociedade empresária Alexandre Fernandes Editora, que publica o jornal Boa Semente, "para a divulgação de notícias e feitos institucionais vinculados à sua própria imagem, desvirtuando a publicidade institucional para sua promoção pessoal".
Um carro equipado com a câmera identifica se o veículo tem alguma
De um orçamento de R$ 5,4 milhões previsto para este ano a Câmara de Vereadores de Japeri destinou R$ 300 mil para cobrir despesas com "serviços tecnológicos de informática" e já gastou com isso R$ 79 mil, mas ainda assim está faltando informações no Portal da Transparência, no qual deveriam estar disponíveis os contratos firmados pela Casa, bem como dados sobre as licitações. A falta de transparência com os gastos públicos não é novidade no Poder Legislativo da cidade mais pobre da Baixada Fluminense, que já custou este ano mais de R$ 1,4 milhão, sem que as despesas estejam publicadas de forma clara no site oficial.
Em janeiro as despesas da Câmara de Japeri (confira aqui) somaram R$ 376.491,42 em janeiro, sendo R$ 17.161,21 com “serviços tecnológicos de informática”. Em fevereiro a soma foi de R$ 367.853,07, mês em que os com"serviços tecnológicos de informática" custaram R$ 19.379,93. No mês seguinte os gastos totais caíram para R$ 361.197,77 (R$ 22.338,08 com informática) e em abril o total foi de R$ 359.095,78, R$ 20.880,02 com "serviços tecnológicos de informática" .
Roberto Petto acumulou cargos indevidamente e fiscalizava convênios firmados por ele mesmo