Por uma questão de respeito aos mageenses, fora ele!

O cara parece que não tem espelho em casa. Sua imagem está mais queimada que carvão no fim do churrasco, mas ele se acha. O setor de saúde de sua cidade é o que mais recebe recursos federais na Baixada Fluminense, mas a coisa está feia por lá. Tanto que 40% dos procedimentos médicos feitos nas unidades de Piabetá - segundo estimativa da Secretaria Municipal de Saúde de Magé - contemplam moradores da cidade dele. Os servidores de lá, coitados, são obrigados a trabalhar dois meses para receber um, mas e dai? Quem se importa, né?

Os aposentados e pensionistas, por exemplo, só conseguiram receber os proventos de agosto no último dia 22, mas ainda assim o cara se acha o cara.

Crise no PSL silencia lideranças em várias cidades e euforia começa dar lugar à preocupação

O compasso parece ser o de espera para ver o que vai dar

Em rota de colisão entre eles mesmos, o que deverá ficar ainda mais complicado com a declaração feita ontem (25) por Jair Bolsonaro de que ele pode vir a ser um presidente sem partido, líderes do partido na Baixada Fluminense parecem ter "entrado na muda", esperando para ver o que acontece. Até aqueles que estavam acreditando que para ganhar uma eleição bastava vestir-se de amarelo, colocar o número da legenda no peito e posar para fotos fazendo cara feia ou arminha com as mãos, está subindo no telhado. Isto, ao que parece, acontece também em Itaguaí, onde membros da atual comissão provisória expõe com orgulho a ex-vereadora do Rio Rogéria Bolsonaro como madrinha, mas têm optado pelo silêncio em relação ao pleito de 2020, apesar de terem lançado em setembro – antes da guerra interna vir à tona – uma campanha para atrair novos filiados.

Concessionária de águas lançou poluidores químicos na Laguna de Araruama e no Rio Bacaxá, na Região dos Lagos, denuncia o MPF

O MPF contou com apoio de técnicos do Inea na inspeção em uma das estações de tratamento operada pela concessionária - Foto:Divulgação/Ascon O Ministério Público Federal (MPF) denunciou a Concessionária Águas de Juturnaíba e seu superintendente responsável Carlos Alberto Viera Gontijo por delito ambiental. De acordo com a acusação, nos dias 18/06/2019 e 02/07/2019, a concessionária, por intermédio das Estações de Tratamento de Esgoto (ETE's) localizadas no Município de Araruama/RJ e de Saquarema/RJ (bairro Bacaxá), causou poluição por meio do lançamento de substâncias (efluentes líquidos) na Laguna de Araruama e no Rio Bacaxá (com potencial impacto à Lagoa de Saquarema e às praias da região) em níveis superiores ao patamar legalmente permitido, causando danos ao meio ambiente.

Diante disso, os acusados praticaram o delito previsto no art. 54, §2º, V, da Lei 9.605/98, que consiste em causar poluição que resulte ou possa resultar em danos à saúde humana, ou que provoque a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora – por lançamento de resíduos sólidos, líquidos ou gasosos, ou detritos, óleos ou substâncias oleosas, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos. A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos. Na denúncia, o MPF requer que os acusados também sejam condenados, a título de reparação dos danos causados, a pagar o valor de R$ 15 milhões.

Chuva forte e queda de granizo provocam danos na Baixada Fluminense

Em Nova Iguaçu caiu gelo em vários bairros. O centro da cidade ficou intransitável

A Via Light, no centro de Nova Iguaçu, teve vários trechos cobertos pelo gelo Choveu forte na região serrana do Rio de Janeiro na noite desta sexta-feira (25). Em municípios da Baixada Fluminense, também houve chuva de intensidade moderada a forte, precedida de rajadas de vento e raios. Queda de granizo foi registrada em regiões da Baixada e também na zona norte da capital. Nova Iguaçu foi uma das cidades mais atingidas por ventos fortes e granizo.

Justiça manda primeiro secretário da Câmara assumir a Prefeitura de Silva Jardim, se antecipando à nova eleição da mesa diretora da Casa

Binho (a esquerda) era do bloco de sustentação do ex-prefeito Anderson Alexandre e aliado da prefeita cassada O vereador Webster dos Santos Barcellos, o Binho da Agricultura, primeiro secretário da Câmara de Vereadores de Silva Jardim, terá de assumir o governo imediatamente. Determinação neste sentido foi dada agora há pouco pela juíza eleitoral do município, Daniella Correia da Silvada, para o cumprimento imediato da decisão que cassou o mandato da prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento, a Cilene.

O afastamento da prefeita vem sendo adiado pela Câmara de Vereadores, que só marcou a eleição da nova mesa para o próximo domingo, lançando uma chapa única com dois membros da bancada do governo, Jaime Figueiredo Lima, presidente e Marcilene Xavier vice.

Silva Jardim está com o Certificado de Regularidade Previdenciária vencido há mais de dois anos, revela órgão do governo federal

O Cadprev – sistema do Ministério da Previdência Social – aponta cinco situações irregulares além do certificado vencido Não é apenas a falta de dados claros sobre os dividendo das aplicações financeiras feitas pelo Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Silva Jardim (IPSJ) e a inexistência de informações sobre se há ou não contribuições patronais em atraso que está preocupando em Silva Jardim. O município que vive em turbulência desde a prisão do ex-prefeito Anderson Alexandre – situação piorada com a cassação dos mandatos da prefeita Maria Dalva Silva do Nascimento e de três vereadores – está com o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) vencido há mais de dois anos, segundo revela o Sistema de Informações dos Regimes Públicos de Previdência Social (Cadprev) do Ministério da Previdência Social.

De acordo com dados do Cadprev, o último CRP concedido a Silva Jardim foi emitido no dia 20 de março de 2017 e está vencido desde 16 de setembro daquele ano. Pela legislação, o CRP é a prova de que o município está em situação regular dentro do estabelecido pela Lei Federal Nº 9.717, de 27 de novembro de 1998, que dita as regras dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos federais, estaduais e municipais.

Ex-delegado do DOPs vira réu em ação penal movida pelo MPF

Cláudio Antônio Guerra é acusado de incinerar 12 cadáveres durante a ditadura

A Justiça Federal recebeu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS), Cláudio Antônio Guerra, de 79 anos, pelo crime previsto no artigo 211 do Código Penal, por ocultação e destruição de 12 cadáveres, nos anos entre 1973 e 1975, por meio de incineração em fornos da Usina Cambahyba, em Campos, Norte-Fluminense.

Vereadora presa em janeiro pode vir a presidir Câmara de Silva Jardim

Marcilene estaria sendo contada para ser a vice do candidato a presidente apoiado pelo governo

Está confirmada para às 9h deste domingo (27) a nova eleição da mesa diretora da Câmara de Silva Jardim, determinada pelo Tribunal de Justiça para que seja definido quem vai assumir a Prefeitura interinamente até a realização de um pleito suplementar. O prazo para inscrição das chapas terminou às 17 horas desta quinta-feira (24), mas apenas uma foi oficializada, encabeçada pelo vereador Jaime Figueiredo Lima e tendo a vereadora Marcilene Xavier (foto) como vice.

Rio Bonito: mesmo com mudança na direção no Iprevirb, segredos sobre previdência dos servidores ainda preocupa

Em abril deste ano Mandiocão comemorou a retomada do controle da previdência municipal, mas as contas precisam estar claras Sob o controle indireto do prefeito da cidade através de diretores nomeados, o Instituto de Previdência de Rio Bonito (Iprevirb), vive dias turbulentos desde 2013, quando Solange Almeida passou a governar o município. Saiu Solange, entrou José Luiz Alves Antunes, mas as turbulências continuaram. Em abril deste ano, Mandiocão como o prefeito é mais conhecido, destituiu – com base em uma decisão judicial – todo o comando da autarquia criada para garantir os proventos dos servidores aposentados e dos pensionistas, mas ainda assim os interessados em fazer o controle social garantido pela Lei da Transparência não tem acesso a informações sobre as contas do fundo de pensão, pois no site da administração municipal não há dados sobre possíveis aplicações no mercado financeiro e seus dividendos, folha de pagamento nem balancetes mensais.

Pelo que está no Portal da Transparência do município, a Prefeitura já repassou ao órgão cerca de R$ 7,8 milhões e há restos a transferir no total de R$ 4,4 milhões, mas não para saber quanto disto refere-se aos valores descontados dos servidores nem o volume correspondente a contribuição patrimonial. O site revela ainda transferência de R$ 10.178.790,97 no ano passado e R$ 8.605.343,60 em 2017 (confira aqui), mas não há nenhum registro sobre débitos em atraso relacionados a contribuições retidas ou parcelamento não pago.