Albertassi foi condenado a 13 e Paulo Mello a 12 anos
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O diretor do Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, Joé Sestello, foi comunicado agora pela manhã de que o governador Wilson Witzel não vai mais visitar a unidade nesta sexta-feira (29) e virá ao município apenas para inaugurar – ao lado do prefeito Rogério Lisboa – o Viaduto dos Imigrantes. Perde o governador uma boa oportunidade de conhecer o HGNI, hospital responsável pelo atendimento aos moradores de Nova Iguaçu e pelo menos mais 14 municípios no corredor da Rodovia Presidente Dutra. A dívida do governo estadual com o Hospital era de R$ 50 milhões até dezembro do ano passado. O HGNI precisa de R$ 19 milhões mensais e está funcionando com menos da metade do necessário.
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Decisão do TRE foi derrubada de vez
Está confirmada para amanhã (29), a visita do governador Wilson Witzel ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, que há anos vem operado com pacientes demais e recursos de menos. Ele deverá chegar por volta das 10h e, se vier mesmo, vai deparar com um hospital sobrecarregado e de caixa vazio, com problemas acumulados pelo descaso com que o governo estadual vem tratando o HGNI ao longo dos anos, atrasando repasses que deveriam ser regulares e em volume suficiente para atender moradores de pelo menos mais 14 municípios além de Nova Iguaçu, cujas prefeituras não colaboram com nada. O Hospital da Posse precisa, segundo seu diretor, de R$ 19 milhões mensais para funcionar a contento, mas está operando com pouco mais da metade disto.
Apesar do nome o HGNI e de estar localizado na cidade, não é de Nova Iguaçu. É um hospital federal transferido pela Prefeitura, que já ameaçou devolvê-lo várias vezes. Além de não pegar a unidade geral de volta, a União não aumenta os repasses, e o governo estadual não tem pontualidade nas transferências dos poucos recursos que liberava de vez em quando.
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Ex-vereador e presidente da Câmara, o prefeito Eduardo Guedes, o Dudu, conhece muito bem a cidade a qual se dispôs a governar quando disputou a eleição em 2016. Foi eleito com 43.26% dos votos válidos, com 8.383 dos 21.104 itatiaenses que saíram de casa para votar no dia 2 de outubro daquele ano depositando nele confiança e esperança de dias melhores para o município. Não se pode citar porcentuais de aprovação porque não existe uma pesquisa confiável em relação a isso, mas quem ouve a voz que ecoa das ruas de Itatiaia, cidade fria do estado do Rio de Janeiro, entende o seguinte: "Para ser ruim este governo tem de melhorar muito".
A saúde vai de mal a pior. Os usuários da rede municipal de atendimento médico se queixam constantemente da falta de medicamentos, e da dificuldade para realizar um simples exame. Se queixam, mas não são ouvidos.