Emergência da água volta a ser renovada por decreto em Pádua e concorrência prometida pelo prefeito vai ficando para depois

Prometida em janeiro de 2017, quando a Empresa de Saneamento Ambiental e Concessões (Esac) foi contratada sem licitação para operar o sistema de água e esgoto do município de Santo Antonio de Pádua, no Noroeste Fluminense, a concorrência publica para a concessão dos serviços não deverá acontecer tão cedo. É que o prefeito Josias Quintal (foto), deu mais uma esticada na tal emergência e voltou a fazê-lo por decreto, beneficiando a Esac com mais um contrato sem licitação. O Decreto Nº 002/2019 tem dada de 7 de janeiro, mas só passou a ser encontrado no site da Prefeitura há poucos dias e nele o prefeito adotou como argumento os mesmos considerandos...

"Considerando o dever da administração pública municipal de assegurar a regular e contínua prestação dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário aos munícipes; considerando a situação de emergência em que está o serviço público de abastecimento de água município; considerando a obrigação da administração pública de tomar providências necessárias, em caráter emergencial, para prestar os serviços públicos de abastecimento de água”, justifica Quintal para manter os serviços com a Empresa de Saneamento Ambiental e Concessões.

Laudo pericial diz que causa da morte de bebê nascido em maternidade de Piabetá foi traumatismo craniano encefálico

A Secretaria de Saúde de Magé confirmou o afastamento da médica responsável pelo atendimento de uma gestante que ficou oito horas esperando para ser submetida a procedimento de parto, fato ocorrido na última sexta-feira (1) na Maternidade Municipal de Piabetá. Ela deu à luz uma menina, que acabou morrendo horas depois em uma unidade particular em Duque de Caxias, segundo laudo divulgado em primeira mão pelo portal informage.news, por traumatismo craniano encefálico. A secretaria confirmou ainda que abriu uma sindicância interna e que dará toda assistência à família. O caso será investigado pela Polícia Civil, que deverá convocar para prestar esclarecimentos os profissionais que participaram do atendimento a Rafaela Amorim de Carvalho, mãe de Sophia, bebê que ela nem chegou a ter nos braços. Agora a pouco o prefeito Rafael Santos de Souza afirmou que "tudo será apurado pela Secretaria de Saúde" e que "todas as providências que se fizerem necessárias serão tomadas".

De acordo com relatos de Rafaela ao informage.news, ela chegou à maternidade por volta das 3h de sexta-feira, foi atendida, mas ouviu que deveria ficar esperando para um atendimento mais completo e quando isto aconteceu foi informada de que teria de aguardar pelo aumento da dilatação. Segundo ela, antes de deixar o plantão, por volta das 8h, um médico foi vê-la, repetindo a mesma coisa: esperar por mais dilatação. Ela relatou ainda que só voltou a ser atendida lá pelas 10h por um médica, cujo nome não soube dizer.

Com o silêncio permissivo do governador, PM impõe censura em Minas: ameaça prender quem fizer manifestação política no Carnaval

Alguém precisa avisar ao governador Romeu Zema (foto) e ao comando da Polícia Militar de Minas Gerais que o estado é uma unidade da federal e como tal tem de respeitar a liberdade de expressão e a livre manifestação, garantias dadas ao cidadão brasileiro, gostem o governante e sua tropa ou não. Os responsáveis pelos blocos carnavalescos de Belo Horizonte foram avisados pela PM de que se continuarem com frases de efeito contra o presidente Jair Bolsonaro poderão ser presos. A corporação nega a censura, mas manteve o comunicado, alegando que objetivo do controle é evitar desavenças. E como mais uma justificativa saiu-se com essa: "o cidadão vai para o bloco por diversão e não por política". Então tá, né!

 

Enfermeira morta em hospital de Caxias tinha sido substituída “por motivos emocionais”, informou a Prefeitura

Encontrada desacordada no centro cirúrgico do Hospital Municipal Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a enfermeira Jéssica Lima Siqueira, de 36 anos, tinha sido substituída "por motivos emocionais", segundo informou na tarde de hoje (3) a Prefeitura daquele município. Jessica – achada trancada na sala administrativa do centro –, estava com um equipamento de aplicação de soro cheio com uma substância semelhante ao Propofol, produto anestésico usado para anestesia geral em procedimentos cirúrgicos. Ela foi socorrida por médicos da unidade com manobras de ressuscitação, mas resistiu. O caso está sendo investigado pela Secretaria de Saúde e a Polícia Civil.