Mãe do menino morto em queda de prédio trabalhava como doméstica para família de prefeito, mas recebia salário de cargo comissionado

A mãe de Miguel deixou o filho com a primeira dama Sari Porto Real e foi à rua fazer um serviço para ela. O prefeito Sérgio Hacker ainda não falou sobre o assunto O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) abriu procedimento para apurar a nomeação da empregada doméstica  Mirtes Renata de Souza, em cargo comissionado na Prefeitura de Tamandaré. Ela é mãe do menino Miguel Otávio Santana da Silva, de 5 anos, que morreu em queda do nono andar de um prédio no Recife, onde Mirtes trabalhava.

O imóvel é do prefeito Sérgio Hacker Corte Real, que a nomeou no dia 1º de fevereiro de 2017, embora ela trabalhasse mesmo era para a primeira dama, Sarí Corte Real, que chegou a ser presa em flagrante após a morte do menino, mas foi liberada após pagar fiança de R$ 20 mil. Mirtes consta como ocupante do cargo de gerente de divisão, com salário de pouco mais de R$ 1 mil.

Itaguaí: Ministério Público abre inquérito para apurar condições de atendimento do hospital público da cidade

Denúncias dando conta de que o Hospital Municipal São Francisco Xavier estaria recebendo pacientes infectados pelo coronavírus sem as condições de higiene e segurança adequadas, a 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva da Saúde da Região Metropolitana I, instaurou Inquérito Civil para apurar como está funcionando a unidade mantida pela Prefeitura de Itaguaí.

As denúncias recebidas através da Ouvidoria do Ministério Público dão conta de que o HMSFX não contaria com falta de equipamentos de proteção individuais, respiradores e testes diagnósticos, além da existência de vetores de doenças e ausência de separação dos pacientes infectados com o novo coronavírus dos demais. O MP foi comunicado ainda de que funcionários com sintomas da covid-19 estariam sendo obrigados a trabalhar para atender à demanda, "sendo-lhes negado direito a licença médica, mesmo após perícia realizada pelo próprio município".

Deputado faz marcação cerrada sobre os empacados hospitais de campanha que já consumiram cerca de R$ 300 milhões

Felippe Poubel acha que o dinheiro gasto teria sido melhor aplicado se investido na estruturação das unidades de saúde já existentes Contratado por mais de R$ 800 milhões para implantar sete hospitais de campanha no estado do Rio de Janeiro, o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS), já recebeu cerca de R$ 300 milhões e só entregou uma unidade até agora, a do Maracanã, mesmo assim funcionando à meia bomba. A situação que mais preocupa é a do município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, que já registra 1.935 casos de covid-19, 219 óbitos e ninguém sabe dizer quando a cidade poderá contar com o seu hospital especialmente para os casos de contaminação pelo coronavírus, pois já foram marcadas quatro datas para inauguração e até agora nada...

Preocupado como o número de pacientes esperando pelo atendimento adequado e com o desperdício de dinheiro públivo, o deputado Filippe Poubel (PSL) esteve em fiscalização no hospital de campanha de Nova Iguaçu, onde constatou que a obra de infraestrutura é a mais adiantada em relação aos demais, e até existe até um tomógrafo pronto para uso, mas falta instalar os respiradores, equipamentos de extrema necessidade para socorrer os pacientes em estado grave.

Saquarema vai gastar com iluminação pública bem mais que valor contratado por cidade com universo populacional quase seis vezes maior

A cidade governada por Manoel Peres tem cerca de 90 mil habitantes e vai gastar R$ 7,5 milhões em seis meses, quando Belford Roxo, com 520 mil moradores, vai pagar R$ 11,2 milhões a mesma empresa por 12 meses de prestação de serviços O município de Saquarema, na Região dos Lagos, acaba de contratar a mesma empresa encarregada do serviço de iluminação pública em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, só que pagando bem mais caro por isto. A prefeita Manoela Ramos de Souza Gomes Alves, Manoela Peres autorizou a contratação da Hashimoto Manutenção Elétrica e Comércio pelo total de R$ 7.580.882,48, por seis meses de prestação de serviço.

O contrato sem licitação foi feito por adesão de uma ata da Prefeitura de Belford Roxo, que contratou a empresa por R$ 11.211.296,34, através de um instrumento jurídico com validade de um ano, o que significa dizer que Saquarema, que tem cerca de 90 mil habitantes, vai pagar muito mais caro que a terceira cidade mais populosa da Baixada, que conta com 520 mil habitantes, quase seis vezes mais moradores que o município governado por Manoela Peres, o que pode ser conferido aqui.

Antes da Faetec mãe do prefeito de Paulo de Frontin teve cargos na Prefeitura e na Câmara de Vereadores de São João de Meriti

● Elizeu Pires

Desde o ano passado recebendo salário da Atrio Rio para trabalhar na unidade da Faetec de Quintino, bairro do Rio de Janeiro, a mãe do prefeito de Paulo de Frontin, Jauldo de Souza Balthazar Ferreira, o Marcia de Souza Balthazar Ferreira, passou por São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Conforme o elizeupires.com revelou na matéria Paulo de Frontin vira filial de Meriti, veiculada no dia 30 de janeiro de 2017, ela foi nomeada na gestão do prefeito Sandro Matos, em novembro de 2014, na função de assessora especial da Secretaria Municipal de Governo.

Governo do estado promete entregar hospital de campanha de Nova Iguaçu nesta quarta-feira, mas, porém, entretanto…

A unidade foi projetada para 500 leitos, sendo 200 para tratamento intensivo A Secretaria Estadual de Saúde está anunciando para amanhã (3), a inauguração do hospital de campanha de Nova Iguaçu, mas gente do próprio setor tem lá suas dúvidas. A unidade era para ter entrado em operação na primeira semana de maio e nada. Depois foram anunciadas mais três datas de inauguração, e agora o governo promete para esta quarta-feira, mas quem esteve no local nas últimas 24 horas afirma que ainda falta muito a ser feito.

A implantação do hospital de campanha para atender pacientes acometidos pela covid-19 foi anunciada na última semana de março. Na primeira semana de abril a Prefeitura concluiu as obras de preparação do terreno para que a unidade modular projetada para 500 leitos - sendo 200 de CTI – fosse instalada.  A terraplanagem de 50 mil metros quadrados, que teve o uso de mais de 60 máquinas, entre caminhões e equipamentos já foi concluída no dia 9 e no dia 10 foi feita a forração do pátio para a estabilização do solo, ficando a conclusão a cargo do Instituto de Atenção Básica e Avançada è Saúde (IABAS).

Em tempos de pandemia Prefeitura de Mesquita gasta R$ 3,7 milhões com informática: cidade já registra 63 mortes por covid-19

Na semana passada um morador de Mesquita buscou socorro na UPA de Edson Passos e foi mandado de volta para casa porque seu caso seria de "stress". Passou por várias outras unidades e morreu de covid-19 no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, onde chegou com os 50% dos pulmões comprometido.

Quem busca atendimento na rede municipal de saúde diz que Mesquita que não tem leito para tratamento de pacientes graves acometidos pelo coronavírus. Até ontem (1), segundo dados do último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, o município registrava 511 casos confirmados e 63 óbitos, mas a Prefeitura que não comprou um respirador sequer, licitou recentemente R$ 3.734 milhões em equipamentos de informática.

Prefeito de B. Roxo insiste nas despesas esquisitas: em plena pandemia contrata locação de banheiros químicos por R$ 910 mil

Em tempos de coronavírus e isolamento social imposto como medida de prevenção, a Prefeitura de Belford Roxo homologou uma licitação para alugar banheiros químicos. A quantidade a ser disponibilizada por uma empresa de produções artísticas não está claro no ato de homologação, mas o valor chama a atenção: R$ 910. 827,32.

Equipamento usado em grandes eventos, os banheiros químicos, para os observadores mais atentos, não são nada úteis fora disso quando disponibilizados em grande quantidade, como faz crer o valor global licitado.

Depois de denúncias e atrasos nos prazos de entrega, IABAS pode ficar fora da administração dos hospitais de campanha

O hospital de campanha de Nova Iguaçu era para ter sido inaugurado na primeira semana de maio O hospital de campanha de Nova Iguaçu era para estar funcionando desde a primeira semana de maio. Não foi aberto até agora, o que poderá acontecer esta semana se o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS) não der mais nenhuma desculpa, a instituição foi contratada inicialmente para instalar sete unidades com 1.400 leitos por R$ 836 milhões, com duração de seis meses. O número de leitos caiu para 1.300 e o valor global foi reduzido para R$ 770 milhões. Ruim de cumprir prazo, o IABAS só entregou até agora o hospital do Maracanã e este deverá ser o único que ficará sob a administração do instituto.

Com 500 leitos – sendo 200 de UTI – o hospital de Nova Iguaçu teve três datas de inauguração anuncias pela Secretaria Estadual de Saúde. A última foi 29 de maio, mas o IABAS mais uma vez não correspondeu às expectativas. Ontem falava-se nesta segunda-feira, mas quem é que acredita agora?

Magé estende medidas de isolamento por mais 15 dias e 19 profissionais de Saúde voltam à linha de frente depois de vencerem a covid-19

Os profissionais do Serviço Móvel de Urgência sofrem os mesmos riscos dos médicos e enfermeiros  Décimo quarto município do estado do Rio de Janeiro em números de casos confirmados de covid-19 (655) sétimo em óbitos (89), segundo o último boletim da Secretaria Estadual de Saúde, Magé, na Baixada Fluminense, decidiu manter as medidas restritivas de funcionamento de  comerciais e órgãos públicos municipais, e a suspensão das aulas da rede municipal de educação até 15 de junho de 2020, mas inseriu na atividades liberadas para funcionamento o setor de construção civil e as feiras livres. Na semana passada os servidores da Saúde receberam uma boa notícia: 19 profissionais do venceram a doença e estão recuperados do novo cornavírus.

Ao todo dois médicos, quatro enfermeiros, sete técnicos de enfermagem, cinco condutores de ambulância e uma auxiliar de serviços gerais acometidos da doença já estão de volta ao trabalho, ajudando a salvar vidas no atendimento móvel de urgência. "Passei uns dias muito cansada, comecei com uma tosse muito forte no trabalho, mas achei que fosse alergia. Com a garganta arranhando e uma tosse que não passava, fui à unidade 24h de Fragoso, e a médica pediu para que eu colhesse o swab e realizasse o raio-x. Me afastei 14 dias do trabalho e fiz o isolamento. Meus sintomas foram diminuindo, e eu tendo mais coragem para enfrentar esse vírus. Pois antes eu estava desacreditada, o que é muito triste. Me recuperei e vi muitos amigos meus se recuperaram também. Retornei ao trabalho com 14 dias. Temos que ter consciência de que o vírus só vai ser combatido com prevenção, higienização e obediência", conta técnica de enfermagem Liliane Sanches.