Perto de entrar para a lista das cidades com eleição em dois turnos, Magé deve se fechar em torno de candidatos locais em 2022

● Elizeu Pires

Nos corredores do poder fala-se em Vinicius Cozzolino e Valdec Mattos Atualmente com dois representantes locais em Brasília – um titular e outro na condição de suplente em exercício de mandato – o município de Magé, na Baixada Fluminense, tem um histórico de preferir nomes de fora aos candidatos locais na hora de votar para deputado. No pleito municipal de 2020 o município tinha o total de 193.559 eleitores inscritos, sendo que 43.177 deles (22,31%) abriram mão do direito de escolha, não comparecendo às urnas. Daqui a três anos e um mês, quando acontecerão novas eleições para prefeito e vereadores, Magé já deverá ter passado da casa dos 200 mil votantes. Aí o pleito majoritário será em dois turnos, mas isso é para se pensar depois, já que 2022 está logo ali...

Prefeito de Caxias “profana” obra de Niemeyer

Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer e inaugurado em setembro de 2006, o Teatro Raul Cortez – localizado na Praça do Pacificador, no centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense – amanheceu hoje (22), cercado por um muro de tijolos.

A ideia foi do prefeito Washinhton Reis (MDB), para, segundo ele, proteger o monumento à cultura na região, dos moradores de rua, um providência muito criticada por vários setores da sociedade.

Questão financeira falou mais alto na redução do número de vereadores em Queimados: Câmara passará a ter apenas 13 cadeiras

● Elizeu Pires

Embora o número de cadeiras não seja levado em conta na hora de definir o valor do duodécimo a ser transferido para as câmaras de vereadores, o corte de quatro cadeiras na composição do Poder Legislativo em Queimados, na Baixada Fluminense, para a legislatura a ser iniciada em janeiro de 2025, foi impulsionado por questões financeiras.

André Cecliano X Washington Reis, uma disputa que lideranças da Baixada Fluminense gostariam de ver em 2022

● Elizeu Pires

O primeiro está vivendo seu melhor momento na vida pública, cotado para concorrer ao Senado, até mesmo ao governo estadual. O segundo tem contas a acertar com a Justiça, uma condenação a sete anos e dois meses de prisão em regime semiaberto, sentença por crime ambiental já confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), cuja execução vem sendo empurrada com a barriga com o uso de embargo sobre embargo, e agora com a troca de advogado.

Encontro de Washington Reis com Michel Temer é visto na Baixada como “busca de ajuda” por conta de julgamento marcado no STF

● Elizeu Pires

Na última segunda-feira (13), o prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis e seu irmão, o deputado estadual Rosenverg Reis, ambos do MDB, posaram para foto ao lado do ex-presidente da República, Michel Temer. Divulgou-se que a visita, segundo WR, foi para parabenizar Temer pela intervenção feita por ele na semana passada para "unir os poderes e pacificar o país", mas a razão do encontro, entretanto, segundo se comenta nos ambientes políticos da Baixada Fluminense, seria outra.

Tribunal de Contas do Estado quer saber onde foram parar os postes comprados para o Arco Metropolitano

O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Obras vão ter de explicar ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) o destino dado a 49 dos postes de iluminação fotovoltaica comprados para serem instalados No Arco Metropolitano.

Uma auditoria da corte de contas apontou o extravio de parte dos portes adquiridos em 2014  através de um contrato de R$ 96,7 milhões, que chegou a R$ 114,8 milhões depois de seis termos aditivos. Cada poste, segundo apurou o TCE-RJ, custou R$ 27 mil.

Frase de Maquiavel ganha corpo em Japeri e vice-prefeito acaba isolado, mas, dizem alguns observadores locais, sonhando com o poder

● Elizeu Pires

“Em política, os aliados de hoje são os inimigos de amanhã”. A frase dita pelo filósofo florentino Nicolau Maquiavel há mais de 500 anos, saiu do papel para a realidade mais cedo do que se esperava no município de Japeri, na Baixada Fluminense, com a exoneração do vice-prefeito Carlos Januário do cargo de secretário de Obras.

De auxiliar de enfermagem à médica, a trajetória de superação de funcionária do Hospital da Posse

A hoje Dra. Juliana começou a trabalhar no Hospital da Posse como auxiliar de enfermagem em 1995 - Foto: Divulgação/HGNI Mulher negra, que viveu em uma comunidade na Baixada Fluminense, superou inúmeros obstáculos ao longo de sua trajetória profissional e continua a vencer na vida. Assim pode ser definida Luciana de Carvalho, de 62 anos, a mais nova médica do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), considerado por ela como sua segunda casa. Afinal, 26 deles foram trabalhados na área da enfermagem. Em julho de 2021, ela se formou em medicina e, agora, começa a escrever um novo capítulo de sua história dentro da unidade.

Atendendo agora no setor de emergência, de segunda a sexta-feira, e também desempenhando funções de gerenciamento no centro cirúrgico, Luciana lembra, com muito orgulho, de sua trajetória no HGNI. Ela chegou em 1995, como instrumentadora cirúrgica e auxiliar de enfermagem. Pouco tempo depois, Luciana se tornou técnica em enfermagem, atuando em praticamente todos os setores da unidade.