Banco de sangue do Hospital da Posse amplia horário para doação de sangue em fevereiro

A partir desta segunda-feira (3), até o dia 28 de fevereiro, o banco de sangue do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), mais conhecido como Hospital da Posse, vai ampliar seu horário de funcionamento em uma hora. A coleta será das 7h30 às 13h30 – exceto fins de semana e feriado. O grande objetivo da mobilização é manter o estoque abastecido durante o mês, principalmente nas semanas que antecedem o carnaval, quando as doações de sangue diminuem e a aumenta a demanda por atendimentos no HGNI. Para manter o estoque abastecido, o hospital necessita de 600 bolsas de sangue coletadas por mês, porém o banco de sangue recebe, em média, 350 doadores, cerca de 40% abaixo do ideal.

De acordo com o diretor médico, Lino Sieiro, durante o feriado do carnaval, o número de atendimentos a casos de trauma, como acidentados, feridos por arma de fogo, arma branca e agressões, que vêm de toda a Baixada Fluminense, costuma ser maior, assim como a utilização do sangue para procedimentos de urgência e de rotina. “É um período onde, infelizmente, ocorrem mais acidentes e a violência aumenta. Isso faz com que a procura por atendimentos no hospital seja grande. Por isso precisamos estar preparados com mais bolsas de sangue para termos uma reserva maior. É importante a doação de sangue, pois muitas vezes esse ato singelo é decisivo para salvar a vida de várias pessoas”, destaca ele.

Max Lemos namora agora o PSDB e poderá ter vereador eleito pelo MDB como candidato a vice em disputa em Nova Iguaçu

De namoro com o PSDB, depois de um flerte com o PDT, o deputado estadual Max Lemos (MDB), em sua empreitada para disputar a Prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, está piscando os olhos para o vereador Fábio José de Freitas Santos, o Fabinho Maringá, com vistas a uma possível composição de chapa. Max não faz segredo que gostaria de ter Maringá como companheiro de chapa, um possível companheiro de chapa.

Mais de 200 mil eleitores de Caxias e Magé ainda não fizeram biometria: prazo dado pela Justiça Eleitoral termina em fevereiro

Os eleitores de Duque de Caxias e Magé, na Baixada Fluminense, que ainda não possuem as digitais cadastradas na Justiça Eleitoral têm até o dia 14 de fevereiro para fazer a biometria. Esse é o prazo do cadastramento biométrico obrigatório nos dois municípios. Em Duque de Caxias, 172 mil eleitores (26,44% do eleitorado) ainda não estão biometrizados. Já em Magé,  esse número é de 36,1 mil eleitores (19,03%). Quem não comparecer até o final do prazo tem o título cancelado, ficando impedido de votar nas próximas eleições, entre outras sanções.

Como forma de estimular o comparecimento dos eleitores, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) implantou recentemente o agendamento com abrangência estadual, que permite ao eleitor agendar o comparecimento em qualquer posto de atendimento do estado. Se mesmo assim encontrarem dificuldades para agendar o atendimento, pelo site do TRE-RJ ou Central de Atendimento Telefônico (21 3436-9000), os eleitores de Duque de Caxias e Magé podem comparecer diretamente aos postos de atendimento. Isso porque a orientação da Corregedoria Regional Eleitoral é que, sempre que haja disponibilidade, seja feito o "encaixe" de eleitores sem agendamento, em qualquer posto de atendimento no estado.

Meriti poderá ter menos eleitores este ano

Baixa procura pela biometria preocupa o TRE

O TRE autorizou o agendamento para outros postos de atendimento fora da cidade O prazo para que os eleitores de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, façam o cadastramento biométrico termina em 31 de janeiro, e até o último levantamento divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral no dia 10, os postos registravam apenas 60% da capacidade de atendimento e apenas 73% dos atuais 374,2 mil eleitores tinham realizado a biometria. A continuar neste ritmo, alertou o TRE, mais de 100 mil títulos estão ameaçados de cancelamento, repetindo o que ocorreu no município de Queimados em 2018, quando cerca de 40 mil eleitores não puderam votar por não terem feito o cadastramento digital.

Concessão da Dutra pode ser barrada na Justiça se o trecho que corta a Baixada Fluminense não receber investimentos

 

Luizinho cobra investimentos no trecho da Baixada e dinheiro do pedágio para os hospitais municipais que atendem aos acidentados na rodovia O contrato para a exploração da Rodovia Presidente Dutra pelo consórcio CCR-Nova Dutra termina em março de 2021 e, do jeito que está a concorrência para a nova concessão não vai acontecer. Promessa neste sentido foi feita pelo deputado federal Luiz Antonio Teixeira Junior, Luizinho da Saúde. Em debate na segunda audiência pública realizada ontem (15) pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT ) para discutir o novo modelo – que não prevê nenhum investimento no trecho mais complicado da rodovia, o que corta a Baixada Fluminense – o parlamentar deixou claro que a bancada do estado do Rio vai cair em cima e recorrer ao Supremo Tribunal Federal se for necessário.

Nova proposta de concessão da Dutra prejudica a Baixada

Dos R$ 32 bilhões definidos para investimentos não tem um só centavo destinado à região

O novo modelo prevê a divisão do trecho de cerca de 600 quilômetros entre duas concessionárias e a implantação de mais praças de pedágio Na audiência pública realizada na última segunda-feira em Brasília pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT ) para discutir a nova concessão da Rodovia Presidente Dutra foi jogado um balde de água fria na cabeça de quem acreditava que o trecho que corta os municípios da Baixada Fluminense seria beneficiado com obras, e, não fosse o desabafo feito durante acessão pelo prefeito de São João de Meriti ninguém levantaria a voz para alertar que de um total de R$ 32 milhões definidos para investimentos na via não há um só centavo destinado para obras na região.

Mais recursos não garantem melhorias para a população de Japeri, que continua deixada de lado pela Prefeitura

O município de Japeri teve repasses financeiros maiores no ano passado Dizem nos ambientes políticos de Japeri que para ser considerada ruim a gestão do prefeito Cesar Melo precisa melhorar muito, e lideranças comunitárias e moradores da cidade mais pobre da Baixada Fluminense não pensam diferente. A estagnação do município, a precariedade do setor de saúde e a falta de realizações voltadas para melhorar a qualidade de vida motivam a insatisfação cada vez maior com um governante que, ao que parece, estaria ansioso pelo fim do mandato para passar a batata quente para as mãos de outro, apesar de correr nos mesmos ambientes que Melo é o prefeito, mas quem estaria governando a cidade seriam os titulares das secretarias de Saúde e de Governo.

De acordo com alguns fornecedores e prestadores de serviços, as contas de 2019 ainda não foram fechadas, pois ainda há muitas faturas para receber. Porém, de acordo com dados do Demonstrativo de Distribuição de Arrecadação do Banco do Brasil, as transferências constitucionais foram maiores em 2019 que no ano anterior, um total de R$ 9,7 milhões a mais.

TCE deverá ser acionado para abrir a ‘caixa-preta’ das licitações em Aperibé

Prefeitura restringe acesso aos editais e não informa sobre contratos e pagamentos a fornecedores

A Prefeitura exige login para o acesso aos editais de licitação, contrariando a legislação e o Tribunal de Contas Apesar de ser uma das menores cidades do estado do Rio de Janeiro, Aperibé está chamando atenção pela ousadia da gestão do prefeito Vandelar Dias, não de forma positiva ou por causa de realizações para melhorar a qualidade de vida da população, mas pela falta de transparência nos processos licitatórios e no gasto do dinheiro público.

Começou o vale-tudo em Meriti: suplente de vereador usa redes sociais para assumir ‘paternidade’ de emenda para a Saúde

As emendas parlamentares são prerrogativas de deputado e senadores, e são definidas em parcerias com os governos municipais ou estaduais, como ajuda às cidades ou estados que os parlamentares tem como base eleitoral. Entretanto, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mal começou o ano eleitoral, tem suplente de vereador se apresentando como "pai da criança". Luiz Carlos Vicente de Paula, conhecido na cidade como Careca, escreveu em sua rede social: "Só para área da saúde eu consegui 1,5 milhão de reais em emenda para mentar".

Realmente o município recebeu, desde 2018, só através do deputado Rodrigo Maia, cerca de R$ 12 milhões para investimentos na rede saúde, recursos intercedidos pelo prefeito João Ferreira Neto, o Dr. João, e pelo presidente da Câmara, Davi Perini, o Didê. O município recebeu ainda recursos através de emendas dos deputados Júlio Lopes Luiz Antonio Teixeira e Gelson Azevedo.

Inelegível, ex-prefeito tenta construir vias alternativas para o poder em São João de Meriti marcando um triplo no jogo da sucessão

Sandro Matos: aposta tripla em Meriti Antonio Carlos Cardoso Correa não conseguiu a reeleição em 2016. Ficou como primeiro suplente, mas ganhou a cadeira com a eleição do titular, Valdeci da Saúde, para deputado. Titinho, como o veterano político é conhecido em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, segundo se comenta nos corredores do poder local, seria um dos nomes escolhidos pelo ex-prefeito Sandro Matos para disputar a Prefeitura no próximo ano, uma via de acesso para o que seria a volta indireta de Matos, que está inelegível. Titinho, entretanto, não seria o único da lista de Sandro. O ex-prefeito mira outros dois nomes, os ex-vereadores e agora deputados Leonardo Vieira Mendes, o Léo Vieira e Giovani Leite de Abreu, o Ratinho. "Vou ajudar os três", tem dito Sandro Matos, que - junto com o irmão Gil e o "primo" Marcelo - entrou para ramo da indústria gráfica.

Dos três nomes preferidos do ex-prefeito o único que nos meios políticos locais está sendo visto como candidato com potencial eleitoral suficiente para o confronto é Léo Vieira, um nome respeitado no município e com trânsito em todos setores. Titinho, já se comenta nos corredores do poder, seria candidato apenas para bater no governo e fazer escada para os outros dois, mas também se comenta que Léo não teria benefício algum com o apoio de Sandro, que deixou a Prefeitura (em 31 dezembro de 2016) mergulhada em dívidas, além de várias folhas de pagamento em atraso.