... e a população não percebe a presença do poder público nas ruas
... e a população não percebe a presença do poder público nas ruas
O candidato a deputado federal pelo PHS, Gelson Azevedo, vice-prefeito de São João de Meriti, está com agenda intensa de reuniões políticas. Mas vai colocar a campanha na rua pra valer no dia 25, com uma grande caminhada no município. A partir daí, a estratégia é dividir o tempo entre a cidade e os outros municípios fluminenses para que os eleitores de todo o estado possam conhecer as propostas do homem de confiança do prefeito João Ferreira Neto, o Dr. João. "Quero ser a voz do nosso município em Brasília e somar com uma boa representação para o nosso estado", afirma.
Gelson quer garantir uma vaga na Câmara dos Deputados para desbloquear recursos e captar novos para seu município, além de apresentar projetos de lei para áreas estratégicas do Estado, como segurança, saúde, educação, trabalho e renda. Em Brasília, pretende brigar pela reabertura do Hospital Infantil e a duplicação dos viadutos do Lugano e do Grande Rio, promessas de campanha de Dr. João. Entre os projetos de lei que pretende apresentar, destaca-se o que propõe a criação de postos de empregos para jovens na Baixada Fluminense, bem como em todo o estado do Rio de Janeiro.
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Empresários e profissionais liberais da Baixada Fluminense tem um encontro marcado na manhã desta sexta-feira com o pré-candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro pelo DEM, Eduardo Paes (foto) e com o ex-secretário estadual de Saúde secretário de Saúde Luiz Antonio Teixeira Júnior, o Dr. Luizinho. Será às 8h no Hotel Mercure, em Nova Iguaçu, oportunidade na qual será discutido o panorama atual dos 13 municípios da região em setores como economia, saúde e desenvolvimento, e também apresentadas propostas das entidades de classe para o futuro da Baixada.
Quando, no dia 26 de junho de 2016, no topo da crise econômica, o então presidente da Câmara de Japeri, Cesar Melo (foto), apresentou mensagem aumentando em até 87% os salários do prefeito e do vice, além dos vencimentos dos vereadores e do primeiro escalão do governo para vigorar a partir de janeiro do ano passado, ele já sabia que seria o vice do prefeito Carlos Moraes Costa, preso na última sexta-feira. Sem bola de cristal ele não tinha certeza de que a chapa venceria as eleições e que seria beneficiado, mas não se pode dizer que não se deu bem nessa. Como atual vice ele ganha mais do que o anterior e o salário de agosto que vai cair em sua conta será maior que o antecessor de Carlos. É que a Justiça, ao decretar a prisão de Moraes também decidiu pela suspensão do exercício de função pública e, por conta disso, Cesar terá de assumir o governo interinamente até que a situação se resolva. Uma coisa é certa: como vice, Melo vai sair de um salário de R$ 19.500 para R$ 23.772 (42%) e terá 100% do Poder Executivo em suas mãos.
Como a decisão judicial prevalece e a prisão temporária do prefeito foi convertida em preventiva (sem prazo para ele ser solto), Cesar terá de ser empossado no cargo para governar temporariamente o município, o que, para evitar prejuízos administrativos para o município, espera-se que ocorra nessa segunda-feira, assim como o vereador conhecido na cidade como Pastor Alex – atual vice-presidente do Poder Legislativo – precisa assumir o comando da Câmara, já que o presidente Wesley George de Oliveira, o Miga, também teve a prisão e o afastamento decretado pela Justiça.
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Quem está apostando que uma possível delação premiada do presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (foto) aconteça antes da eleição e conta com isso para tentar tirar proveitos nas urnas, pode estar fazendo o lance errado no concorrido jogo da política. Pressionado pela prisão de um filho que sempre passou longe do poder e pelos graves problemas de saúde, Picciani, dizem os que estão ansiosos para ver o circo pegar fogo, já teria até adiantado os termos de sua colaboração com o Ministério Público Federal, mas não é isso que ele vem demonstrando aos mais chegados. Ontem (9), por exemplo, durante depoimento no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), Picciani mostrou-se como quem quer se defender e acredita na estratégia de defesa; não como quem estaria perto de por as cartas na mesa para livrar a própria cabeça e a do filho Felipe, preso junto com ele e os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi durante a operação Cadeia Velha, em novembro do ano passado.
No depoimento prestado segunda-feira o deputado afastado negou ter recebido propina da Odebrecht e de empresários do setor de transportes. Falou até que não tinha uma relação próxima com o ex-governador Sergio Cabral, mesmo diante da afirmação do delator Carlos Miranda de que Picciani participava do esquema de propina desde a época em que Cabral comandava a Alerj e que, mesmo sem mandato teria recebido R$ 400 mil mensais entre 2011 e 2014.