Nova Iguaçu: Justiça Federal manda governo do Rio repassar R$ 5 milhões mensais para o Hospital da Posse

A Justiça Federal determinou que o Estado do Rio de Janeiro retome o pagamento de R$ 5 milhões mensais ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (RJ) e das parcelas em atraso de pactuações do SUS. Durante a audiência de conciliação realizada pela 1ª Vara Federal de Nova Iguaçu em 1º de fevereiro, no curso da análise de duas ações civis públicas movidas pelo Município de Nova Iguaçu para garantir o funcionamento do hospital, o Ministério Público Federal (MPF), diante do diagnóstico dado em audiência, propugnou a reativação imediata dos pagamentos.

A gestão da unidade de saúde federal foi transferida ao Município em 2002, sob a condição de que os recursos necessários para seu custeio seriam repassados pela União e pelo Estado do Rio de Janeiro, uma vez que o hospital forma, com a Maternidade Mariana Bulhões, o maior complexo hospitalar da Baixada Fluminense em atendimentos de média e alta complexidade, absorvendo pacientes de toda a região e funcionando como unidade de portas abertas, ao contrário de outras unidades de grande porte do Estado.

Quem seria o padrinho da Cruz Vermelha do Rio Grande do Sul no RJ? Mesmo declarada inidônea instituição vai gerir hospital em Nova Iguaçu

Elizeu Pires

Em outubro do ano passado o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) declarou inidônea a Organização Social Cruz Vermelha Brasileira Filial do Rio Grande do Sul, o que não é novidade para a OS, que já ela teve sanção semelhante adotada pela Prefeitura de Camboriú, no estado de Santa Cantarina. Porém, mesmo assim, a instituição foi escolhida pela Secretaria Estadual de Saúde para administrar o Hospital Modular de Nova Iguaçu, pelo período de um ano, pelo total de R$ 200 milhões.

HGNI suspende cirurgias eletivas devido ao aumento de casos da Covid-19

Hospital da Posse terá de repassar por mais uma readequação

O Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) decidiu, a partir de ontem (25), suspender as cirurgias eletivas devido ao aumento no número de internações de pessoas com o novo coronavírus. Cirurgias oncológicas, de maior complexidade, serão reguladas para transferências às unidades de referência neste tratamento e analisadas de forma cuidadosa e criteriosa. A Prefeitura segue monitorando o número de casos no município.

Depois de acidente Justiça proíbe queima de fogos em eventos de campanha em Nova Iguaçu, onde três pessoas ficaram feridas

A Justiça Eleitoral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, proibiu a queima de fogos em eventos de campanha eleitoral no município. A medida de segurança foi tomada na tarde de ontem (8), depois de um acidente no bairro Jardim Tropical, durante a carreata promovida por um candidato a vereador. Dois homens e uma criança saíram feridos, tenso sido levadas para o Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse.

Em nota a assessoria de imprensa do HGNI informou que a criança sofreu ferimentos leves e foi liberada logo após o atendimento. A nota revela, ainda, que um dos homens sofreu queimaduras em 15% de um membro inferior e fratura na mão direita, enquanto o outro teve 4,5% corpo queimados. Os permanecem internados e o estado deles é estável.

Serviço Social do Hospital da Posse ajuda paciente a reencontrar a família após quase duas décadas

 "Estou muito feliz. Voltei a ter família". Entre sorrisos e lágrimas, Carlos Roberto Lessa, de 65 anos (foto), recebeu alta do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), na última quinta-feira (5), e reencontrou sobrinhos que não via há quase 20 anos. A aproximação só foi possível graças ao trabalho do Serviço Social da unidade, que fez uma busca ativa em órgãos públicos para encontrar parentes de Lessa, que há seis anos vivia em uma casa de recuperação no município de Paracambi.

"Encontrar meu tio foi um sentimento incrível. Quando vi foto dele e o contato do hospital, eu fiquei muito emocionada. Mostrei para toda família. Sentimos muita saudade dele durante todos esses anos”, disse Ivonete de Melo, de 59 anos, que, entre um carinho e um abraço no tio, tentou resumir o sentimento do reencontro.

OS fatura alto na pequenina Santa Maria Madalena, mas contrato não aparece no sistema da Prefeitura: instituição “sem fins lucrativos” já recebeu R$ 13,1 milhões em pouco mais de um ano

O Hospital Basileu Estrela está sob gestão terceirizada A rede municipal de saúde de Santa Maria Madalena, segundo algumas lideranças locais, funcionava melhor com a Prefeitura cuidando por si mesma dos moradores de uma das menores cidades do interior fluminense, mas em fevereiro de 2019 o prefeito Carlos Alberto de Matos Botelho, mais conhecido na região como Beto Verbicário, resolveu abrir um chamamento público para terceirizar a gestão do setor, incluindo o Hospital Basileu Estrela.

O processo foi vencido por uma desconhecida organização social, o Projeto Social Cresce Comunidade, que tem como nome fantasia Prima Qualità Saúde, primeira qualidade em italiano. O serviço prestado – pelo que se tem ouvido de reclamações – pode não ser lá essas coisas, mas o município está sangrando para pagar conta: de março de 2019 a junho deste ano a instituição recebeu mais de R$ 13 milhões do Fundo Municipal de Saúde.

Nova Iguaçu: Hospital da Posse conta com modalidade de atendimento para garantir assistência rápida e reduzir internações

A Secretaria Municipal de Saúde  segue buscando alternativas para garantir o acolhimento no Hospital Geral de Nova Iguaçu, o Hospital da Posse, em meio à pandemia da covid-19. A unidade ampliou serviço prestado pelo Hospital Dia, um espaço que oferece assistência intermediária, entre a internação e o atendimento ambulatorial, onde o paciente em acompanhamento pós-cirúrgico faz seu procedimento e recebe alta em até 12h, agilizando o tratamento e evitando a ocupação de um leito clínico para casos de emergência.

Antes utilizado somente pela equipe de DST, o Hospital Dia passou a atender outras especialidades a partir de 1° de junho. Desde então, já foram realizados 52 procedimentos, sendo 50 de ortopedia e dois de cirurgia geral. A unidade também pode receber casos de bucomaxilofacial, ginecologia, neurocirurgia, urologia e cirurgia vascular. Todos os procedimentos são feitos a nível ambulatorial de assistência prevista pelo SUS (portaria nº 44/GM/2001). "O uso do Hospital Dia é fundamental, pois diminui o tempo de permanência do paciente internado, o risco de infecção hospitalar e oferece uma modalidade de tratamento rápida com toda a segurança assistencial, além de colaborar na luta diária do HGNI contra a superlotação", destaca o secretário municipal de Saúde, Manoel Barreto.

Nova Iguaçu: paralisadas por conta da pandemia, obras nas enfermarias do Hospital da Posse são retomadas

A Prefeitura de Nova Iguaçu retomou as obras no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) ontem (16). Duas enfermarias da ala adulta foram esvaziadas e começaram a ser reformadas com a unidade funcionando normalmente. Não houve qualquer prejuízo à assistência dos pacientes. O serviço precisou ser paralisado em março deste ano devido à pandemia do novo coronavírus, seguindo as medidas de prevenção propostas em decreto municipal para evitar aglomerações, além do funcionamento das atividades essenciais.

“Retomamos as obras no Hospital da Posse com todos os setores funcionando normalmente, sem deixar de oferecer assistência, ainda mais nesse momento de pandemia em que precisamos nos reestruturar para atender a população. As equipes estão tomando o cuidado necessário para reformar a estrutura de uma unidade que recebe pacientes de toda à Baixada Fluminense”, destaca o prefeito Rogerio Lisboa.

Sem a tão propalada e cara unidade de campanha Hospital da Posse vai segurando a onda em Nova Iguaçu na luta contra a covid-19

O HGNI funciona com 75 leitos exclusivos para os casos de covid-19, sendo 30 de tratamento intensivo  "Quando o governo estadual entregar os hospitais de campanha a pandemia já vai ter acabado". A afirmação em tom de ironia vem de profissionais de saúde que atuam no front contra a covid-19 em unidades da Baixada Fluminense. Até ontem (12), de acordo com boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde, Nova Iguaçu – município escolhido para sediar uma unidade com 500 leitos, 200 de UTI – registrava 2.520 casos confirmados de contaminação pelo coronavírus e 266 óbitos. Na cidade, que recebe pacientes de várias cidades, quem vem segurando a onda é a rede municipal de saúde, com o já há tanto sobrecarregado Hospital da Posse fazendo a diferença.

Nos últimos dias Hospital Geral de Nova Iguaçu passou a ter vagas sobrando nas alas destinadas a pacientes de covid-19. A direção do Hospital da Posse e a Secretaria Municipal de Saúde teve de ampliar e reorganizar a estrutura do HGNI para poder dar conta do recado, passando a funcionar com 75 leitos, sendo 30 para tratamento intensivo e 45 de enfermaria exclusivos para cuidar das pessoas acometidas pelo coronavírus. Na primeira semana de maio 74 pacientes com os sintomas da doença estavam internados, 21 deles precisando de respiradores. Naquela mesma semana 13 pacientes receberam alta.

Hospital da Posse tem estrutura ampliada e passa a operar com 75 leitos para pacientes de covid-19, 30 de tratamento intensivo

A ala para tratamento de covid-19 foi ampliada em dois dias pela Secretaria Municipal de Saúde A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Nova Iguaçu precisou, mais uma vez, ampliar e reorganizar a estrutura do Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) para atender casos do novo coronavírus. Entre quinta (07) e sexta-feira (08), 15 novos leitos foram abertos em contêineres instalados no pátio da unidade e outros 10 foram adaptados no setor exclusivo da Covid-19. Com isso, o HGNI tem agora 75 leitos para pacientes com suspeita ou confirmação da doença, sendo 30 de UTI e 45 de enfermaria. Na manhã deste sábado (09), 74 pacientes com sintomas da doença estavam internados, sendo que 21 precisavam de respirador.

A pandemia mudou completamente a rotina do HGNI, que precisou transferir setores inteiros para outros espaços dentro da unidade. A emergência de trauma, que antes recebia o paciente baleado, acidentado, vítima de arma branca e socorridos pelas ambulâncias do Samu e Corpo de Bombeiros, agora acolhe casos de pessoas com síndrome gripal e sintomas respiratórios. A sala vermelha foi higienizada e se tornou um espaço para receber casos graves de Covid-19. A sala de retaguarda e as unidades de tratamento semi-intensivo (USI e sala amarela) também se tornaram leitos para estes casos. Para atendimento nos contêineres, foram contratados médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, maqueiros e profissionais da área administrativa. As ações adotadas em caráter emergencial são para manter a assistência à população enquanto os hospitais de campanha e modular seguem em fase de construção no antigo Aeroclube da cidade.