Sobre a estranha pesquisa Atlas para o Senado do Rio de Janeiro

●Josué Medeiros

Em 28 de setembro, o instituto Atlas publicou uma pesquisa ao Senado do Rio de Janeiro com Alessandro Molon pontuando em 20,9% das intenções de voto, em empate técnico com Romário. São números muito discrepantes dos demais institutos. O sentido da pesquisa é inequívoco: provocar um movimento de voto útil progressista em direção ao deputado do PSB, especialmente do eleitor que apoia o candidato petista André Ceciliano.

STF suspende ação que utiliza provas ilícitas para cobrar tributos de Lula

Gilmar Mendes verificou que as provas utilizadas já foram consideradas nulas em julgamento de habeas corpus

Para Gilmar Mendes é público e notório que as provas são nulas O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu ação cautelar em que a Procuradoria da Fazenda Nacional busca assegurar o pagamento de tributos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ao conceder liminar na Reclamação (RCL) 56018, o ministro verificou que a ação fiscal, em curso na Justiça Federal de São Paulo, aproveitou provas ilícitas produzidas perante a 13ª Vara Federal de Curitiba.

Lewandowski suspende ações penais contra deputado Pedro Paulo, Eduardo Paes e ex-ministro Paulo Bernardo

O ministro Ricardo Lewandowski (foto), do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de ações penais e de procedimentos investigatórios contra o deputado federal Pedro Paulo Teixeira (PSD-RJ), o prefeito do Rio de Janeiro (RJ), Eduardo Paes, e o ex-ministro Paulo Bernardo.

A providência, tomada nos autos da Reclamação (RCL) 43007, estendeu aos três os efeitos da decisão que declarou a impossibilidade de que elementos obtidos por meio do acordo de leniência da Odebrecht fossem utilizados como prova, direta ou indiretamente, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal referente à sede do Instituto Lula.

Mercado vê sinal positivo na política fiscal com Lula  chamando o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles

A campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Planalto conseguiu dar uma importante sinalização positiva ao mercado ao conquistar o apoio formal do ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles. Para economistas ouvidos pelo Broadcast, o movimento reduz o temor com um descontrole das contas públicas e eleva a credibilidade do arcabouço fiscal em um eventual novo governo petista.

Um dos fiadores da criação do teto dos gastos enquanto chefiava a Fazenda no governo Michel Temer (MDB), Meirelles formalizou o apoio à candidatura de Lula nesta segunda-feira, 19, em um ato político com outros sete ex-candidatos à Presidência. Ele defendeu o legado econômico dos governos do petista, quando chefiou o BC. "Eu olho e vejo o resultado do seu governo, isso nos faz estar aqui. Estou aqui com tranquilidade, com confiança, porque eu sei o que funciona e o que pode funcionar no Brasil", disse.

Lula vou tentar recuperar relação federativa sadia e democrática que já existiu neste país

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à Presidência pelo PT, voltou a dizer há pouco que, caso seja eleito, vai tentar recuperar a relação sadia e democrática que sempre existiu no Brasil. Isso, de acordo com ele, implica em presidente da República conversar com governadores e prefeitos independente de filiações partidárias.“Eu vou tentar recuperar a relação [federativa] sadia e democrática que já existiu neste País”, disse Lula durante entrevista em Porto Alegre (RS), ao ser perguntado se renegociará a dívida do Rio Grande do Sul caso venha ser eleito.O ex-presidente não firmou nenhum compromisso diante dos jornalistas, mas garantiu que vai procurar o próximo governador gaúcho sobre as contas públicas do Estado. "Eu já disse e volto a repetir que, se for eleito, na minha primeira semana de mandato vou procurar os governadores e prefeitos para conversar", disse antes de emendar com críticas ao presidente Jair Bolsonaro (PL). "Não é possível ter um presidente que não dialoga com os governadores e prefeitos”.Lula, não deixou, contudo, de fazer certa ironia com o jornalista que o indagou sobre a dívida gaúcha, dizendo que, quando era presidente, um governador do Rio Grande do Sul teria dito a ele que o Estado não tinha dívidas porque as teria renegociado com o ex-ministro da Fazenda Pedro Malan, da gestão de Fernando Henrique Cardoso.

(Com a Estado)

Filho da Baixada, André Ceciliano quer ser o senador da região e elo da população do estado com o novo governo federal

● Elizeu Pires

Na vida pública desde 1998, quando conquistou o primeiro mandato de deputado estadual, André Ceciliano vem reafirmando a cada dia seu compromisso com a Baixada Fluminense, região onde nasceu, cresceu e despontou para a política. Seu trânsito fácil por todas as esferas do poder e a capacidade de articular com todas as correntes, só tem ajudado o estado do Rio de Janeiro, isso no entender até de adversários políticos. Na noite da última quinta-feira (8), em um grande comício realizado pelo PT em Nova Iguaçu, ele ouviu do presidente Lula uma declaração de apoio explícito: "André Ceciliano é o único candidato a senador que temos no Rio".

Governo não existe para agradar banqueiro, empresário ou fazendeiro, diz Lula durante encontro com mulheres no Maranhão

O candidato do PT à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou neste sábado em encontro com mulheres quebradeiras de coco de babaçu em São Luís, que quer voltar ao cargo de presidente para ajudar a "recuperar a dignidade do ser humano" e "dar um salto de qualidade de vida das pessoas".

"O governo não existe para agradar banqueiro, empresário ou fazendeiro. O governo existe para dar oportunidade às pessoas, ninguém faz opção para ser pobre", afirmou o ex-presidente. "Não quero tirar nada de ninguém, mas quero que todo mundo tenha direito ao mínimo necessário", completou.