E contratos de cooperativa estão na mira da Câmara de Vereadores
Criticada pelo atual prefeito durante a campanha de 2016, a terceirização de mão de obra através de cooperativas em Mesquita na gestão anterior custou mais de R$ 250 milhões em quatro anos, mas o governo atual está indo pelo mesmo caminho e, pior, sem licitação. A apesar de acumular ações trabalhistas por não pagar direitos devidos a contratados por ela e colocados à serviço de órgãos públicos, Cooperativa Central de Trabalho (Cootrab) recebeu mais de R$ 65 milhões da gestão do prefeito Jorge Miranda, através de quatro contratos emergenciais para fornecer pessoal aos setores de saúde, educação e limpeza pública. Em relação ao contrato com a Secretaria de Saúde, há denúncias de que apesar de município não dispor de serviços próprios 24h alguns funcionários teriam recebido adicional noturno e de que os salários pagos aos médicos variariam entre R$ 15 e R$ 46 mil.