TRE impugnou hoje mais 132 candidaturas no Rio

     O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), divulgou agora a pouco a lista de mais 132 candidaturas indeferidas, elevando para 177 o número de candidatos a deputado federal e estadual impugnados até agora. Essas impugnações ocorreram na sessão extraordinária iniciada às 13h de hoje. Nova sessão começou às 18h e até amanhã o TRE-RJ espera concluir a análise dos 1.239 processos restantes. Para conferir os nomes barrados pela Justiça Eleitoral basta clicar sobre a palavra em vermelho. 

OBS. O TRE-RJ ainda não julgou nenhum dos processos de impugnação propostos pelo Ministério Público. Isso deve ocorrer até o dia 21 deste mês.

TRE já barrou 45 candidaturas no Rio

Mas nenhum dos pedidos de impugnação feitos pelo Ministério Público foi julgado ainda

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), realizará, às 13 horas de hoje mais uma sessão extraordinária para julgar os pedidos de registros de candidaturas a deputado estadual e federal. Até a última sexta-feira a corte já havia analisado 1.106 registros de um total de 3.079 processos (1.068 de candidatos a deputado federal) e 2.011 (estadual), tendo impugnado 45 candidaturas, a maioria por erro na documentação e desincompatibilização fora do prazo. O TRE ainda não julgou nenhum pedido de impugnação requerido pelo Ministério Público Eleitoral e todos os barrados pela corte ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo para julgamento dos registros termina amanhã e para o julgamento dos processos de impugnação no dia 21 deste mês.

Câmara de Silva Jardim paga caro por máquina de “xérox”

Na pacata Silva Jardim, um dos municípios mais pobres do estado do Rio de Janeiro, trabalhar com a locação de máquinas copiadoras, a julgar pelo preço pago pela administração do Poder Legislativo local, pode ser um excelente negócio. É que  o presidente da Câmara Municipal, o vereador Roni Luiz Pereira da Silva (PRB), alugou uma máquina copiadora pagando pela locação quase nove vezes o preço de custo do equipamento para venda, que pode ser encontrado no mercado ao preço de cerca de R$ 20 mil.

O aluguel da máquina já foi denunciado ao Ministério Público, que poderá abrir procedimento para investigar o contrato, além de apurar outros gastos do Poder Legislativo, inclusive com a locação de carros e compra de combustível. No dia 8 de outubro do ano passado a Câmara de Vereadores firmou contrato de um ano com a empresa Vicma Comércio de Equipamentos para Escritório, assumindo o compromisso de pagar o total de R$ 181.200,00 em um ano, R$ 15,1 mil por mês, pela locação de uma copiadora multifuncional com condições de imprimir 30 mil no período.

Justiça manda Belford Roxo convocar aprovados em concurso de 2012

Decisão foi tomada em mandados de segurança impetrados pelo Ministério Público

Por força de decisão judicial a Prefeitura de Belford Roxo está convocando os candidatos aprovados para cargos em diversas áreas no concurso público realizado em 2012 e já fora de validade. A convocação se deve às ações movidas pelo Ministério Público dias antes de o certame caducar. Estão sendo chamados dessa vez 152 candidatos e estes tem 30 dias para se apresentarem, prazo que começou a ser contado nessa quinta-feira.

Líder do “Bonde do Jura” pega mais 22 anos de cadeia

Com ramificações inclusive na política, tendo elegido uma vereadora em Nova Iguaçu, a milícia é muito temida na Baixada Fluminense. O próprio comandante do grupo teve mais de nove mil votos em 2008

Condenado em 2010 a quatro anos e oito meses de prisão, pelo crime de associação criminosa armada, o ex-sargento da Polícia Militar Juracy Alves Prudêncio, o Jura, líder da quadrilha de milicianos conhecida como "Bonde do Jura", foi condenado a 22 anos de reclusão pelo crime de homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) cometido contra Paulo Ricardo Soares da Silva, no dia 27 de agosto de 2007, em Nova Iguaçu. Paulo foi executado à luz do dia com diversos disparos de arma de fogo na cabeça, tórax e abdômem. Jura, que segundo o Ministério Público controlava 30 bairros na região de Comendador Soares, entrou para a vida pública em 2004, buscando uma cadeira de vereador em Nova Iguaçu, obtendo apenas 726 votos. Já como “dono” do território, em 2008, teve 9.335 votos. Foi o candidato a vereador mais votado naquele ano, mas não conseguiu a vaga porque seu partido, o PRP, não atingiu o coeficiente eleitoral. Em 2012, da prisão, coordenou a campanha de sua mulher, Giane Silveira Prudência, eleita vereador pelo PMN, com 3.527 votos.

Ministério da Saúde aprova mais leitos para Porto Real

O Hospital Municipal São Francisco de Assis vai ter sua capacidade de internação ampliada em nove leitos, o que representa um grande avanço para uma cidade com menos de 20 mil habitantes. O aumento foi autorizado à Secretaria de Saúde, a partir de uma avaliação do Ministério da Saúde (MS), que a aprovou nove leitos de retaguarda, Isso representará um repasse anual extra de R$744.600, já definido pelo governo federal para a Prefeitura de Porto Real.

Segundo o secretário de Saúde, Renato Ibrahim, esse recurso agrega mais atendimento à rede hospitalar. O secretário explica que o município se mostrou merecedor do recurso alcançado. “O Ministério da Saúde visualizou como ideal a produção das guias de internação hospitalar. Isso se deve a um trabalho de avaliação realizado pelo ministério em diversos hospitais da região. Nossa equipe se dedicou e recebeu um resultado positivo e a população só tem a ganhar com esse feito”, comemorou o secretário de Saúde.

Pretensão a salvador da pátria custa R$ 6 mil a vereador

“Chegou a hora de mudar nosso planeta, ou no futuro próximo vamos precisar procurar outro. Dr. Maurício. A justiça está chegando". Essa postagem no Facebook no dia 6 de junho, feita pelo vereador de Duque de Caxias Maurício Guimarães Nascimento, candidato a deputado estadual pelo PR, vai lhe custar R$ 6 mil. É que o juiz Alexandre Chini, do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, entendeu o texto como propaganda eleitoral antecipada e arbitrou a multa. Essa é a segunda vez que Maurício tem problemas com a Justiça. Ele está sendo investigado pelo Ministério Público Eleitoral por conta de um comício ilegal com a anunciada presença do candidato a governador Anthony Garotinho.

Ainda em junho ele e o também vereador Sérgio Alberto Correa da Rocha, candidato a deputado federal, marcaram um evento político para o Clube dos 500, para o qual, segundo foi denunciado à Justiça, teriam recrutado a plateia pagando R$ 30 por cada pessoa que comparecesse. O comício extemporâneo aconteceria no dia 8 daquele mês e só não foi realizado porque fiscais do TRE, comandados pela juíza Daniela Barbosa, coordenadora estadual da fiscalização, impediu. No local juíza determinou a identificação dos presentes, para checar se eles são filiados ao Partido da República, o que caracterizaria propaganda intrapartidária. Os fiscais apreenderam um painel de 60 m² com fotos dos três então pré-candidatos, ofício da Câmara de Vereadores solicitando ônibus para o evento e assinado por Serginho, contrato de locação de dez ônibus ao custo de R$ 3,8 mil, um caminhão de água e um ônibus.

TRE fecha mais três centros sociais em Caxias

Vereadora tem duas unidades. Uma delas é mais bem equipada que muitos hospitais. As instituições funcionavam para captação ilegal de votos. Donos agora serão processados e poderão perder mandatos se eleitos forem

Os fiscais do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) levaram um susto na manhã de ontem ao chegarem no bairro Bom Retiro, em Duque de Caxias. Lá depararam com uma mega estrutura de captação ilegal de votos montada pela vereadora Maria de Fátima Pereira de Oliveira, a Fatinha, candidata a deputada estadual pelo partido Solidariedade. Ela tem dois centros sociais no bairro e em um deles, o CÁS-FÁTIMA, os agentes foram surpreendidos com o alto nível de tecnologia dos equipamentos utilizados nas salas do local, que oferecia serviços de Fisioterapia, Odontologia, Clínica Geral, Pediatria, Ginecologia, Cursos de Informática e encaminhamento para exames em órgãos públicos. Foram apreendidos aparelhos de ultrassom, dezenas de pastas com documentação de atendimento, muitas delas contendo número de título de eleitor, zona e seção, computador, medicamentos, boa parte deles com a validade vencida.

MPF vai investigar compra de remédios com verba federal em Valença

TCU constatou que notas fiscais de entrega em quantidades menores que as compradas foram atestadas por ex-secretário e ex-chefe do almoxarifado

O Ministério Público Federal (MPF), a partir de relatório de tomada de contas especial feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na Secretaria de Saúde de Valença, município do interior do estado do Rio de Janeiro, referente aos exercícios de 2001 e 2012, vai investigar os processos de aquisição de medicamentos e materiais de consumo feitas com recursos repassados à Prefeitura pelo governo federal através da Fundação Nacional de Saúde (FNS). Segundo o elizeupires.com noticiou no último dia 15, o TCU encontrou irregularidades na aplicação de recursos de pelo menos três emendas parlamentares, um total de R$ 1 .086 milhão, o que aconteceu  quando Thiago José Gomes Faria - que também foi diretor do Fundo Municipal de Saúde - era o secretário de Saúde.

Ex-deputado estadual é condenado a cinco anos por fraude

Claudeci das Ambulâncias sonegava impostos e recebia da Alerj em nome de “fantasma”

O ex-deputado estadual Claudiocis Francisco da Silva, mais conhecido como Claudeci das Ambulâncias, foi condenado pela Justiça Federal a cinco anos e quatro meses de reclusão por crime contra a ordem tributária. Hoje aposentado pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), ele vai cumprir a pena no regime semi-aberto. Claudeci, que tentou eleger-se vereador em Campos no pleito de 2012 e não conseguiu, começou a ser investigado pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2006, acusado de sonegação de imposto de renda, por ter omitido receitas nas declarações referentes aos anos-calendários 2001, 2002 e 2003. Segundo o MPF, durante a investigação foi comprovado que o político nomeou a vendedora de doces Maria de Fátima Soares da Silva como assessora parlamentar e passou a receber ele mesmo os valores depositados pela Alerj na conta-corrente dela. Maria de Fátima contou à Justiça que nunca trabalhou na Alerj, nunca recebeu nenhum valor e que assinou vários cheques para o então deputado.