Foto: Reprodução A 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural da Capital ajuizou uma ação civil pública para que o estado e o município do Rio de Janeiro fechem um vazadouro de lixo clandestino que se formou em área próxima à comunidade do Outeiro, situada na Estrada Arroio Pavuna, em Jacarepaguá. Seis empresas e duas pessoas físicas, que contribuíram para a formação do “lixão”, também foram incluídas na ACP, como responsáveis solidárias pelo dever de reparar e indenizar os danos ao meio ambiente.
A ação relata que o ‘lixão’ foi instalado irregularmente pelos donos de um imóvel localizado na Estrada Arroio Pavuna, próxima ao número 326, e que há vários anos a área é objeto de descarte de toneladas de resíduos de todos os tipos, sem nenhum controle ambiental ou licença. Ainda de acordo com a ACP, os resíduos são descartados por diversas empresas do ramo de transporte de resíduos e aluguel de caçambas para empresas de construção civil, resultando em acúmulo de lixo, desmatamento, contaminação do solo e risco de explosão pela presença de gás metano que aflora do subsolo. As investigações também apontaram que a área abriga a operação de uma marmoraria, sem licença ambiental, e a criação de animais como porcos e galos de rinha.