Segura a sua ‘tropa’, coronel…

...e entenda que agente de postura não é policial!

O prefeito Rogério Lisboa precisa avisar a seu secretário de Segurança, o coronel reformado da Polícia Militar, Roberto Penteado (foto), que a Prefeitura não é um quartel da PM e que agente de postura não é policial. Mais uma denúncia de truculência contra camelos em Nova Iguaçu chega às redes sociais, essa, inclusive, dando conta do uso de armas e algemas. As armas de um fiscal de postura, coronel são um talão e multa e uma caneta, comandante. Apure os fatos e tome uma providência antes que ocorra uma tragédia.

Educação de Queimados assume com o MP compromisso de realizar concurso público para contratar professores

O município de Queimados assumiu com o Ministério Público o compromisso de, em 60 dias, contratar uma empresa para organizar um concurso para o setor de Educação, cujo edital de abertura deverá ser publicado no prazo máximo de quatro meses. É o que diz um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pelo secretário Lenine Lemos (foto) com a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação (núcleo Nova Iguaçu). O objetivo é preencher vagas em cargos efetivos nas creches e unidades do pré-escola e do ensino fundamental. 

O documento é parte de medidas negociadas entre a Prefeitura e o MP para acabar com uma fila de espera formada por cerca de dois mil alunos que aguardam matrícula nos três segmentos de ensino, De acordo com o governo, houve um acréscimo da ordem de 20% das vagas em oferta, passando de 13 mil, em 2017, para 15.600 este ano.

Prefeitura de Nova Iguaçu vai recorrer para manter vans fora do centro

"A Prefeitura vai recorrer". Foi com essas poucas palavras que o prefeito de Nova Iguaçu, Rogério Lisboa (foto) se pronunciou hoje sobre a decisão liminar da Justiça que determinou, ontem (5), a suspensão dos efeitos de duas portarias assinadas pelo secretário de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana, Zenildo Coelho Barroso – que já foi dono de empresa de ônibus com concessão de várias linhas municipais – impedindo o tráfego das vans do transporte complementar pelo centro da cidade. A resposta lacônica, dada via WhatsApp ao elizeupires.com, sugere que Lisboa não esperava uma decisão judicial favorável aos trabalhadores do transporte alternativo nem estava preparado para receber a notícia. Em seu despacho no processo ajuizado pela  advogada Alderi Rolim, a juíza Mariana Moreira Tangari Baptista, da 6ª Vara Cível, acabou dando um 'puxão de orelhas' na administração municipal: "Nessa esteira, não se pode admitir que o município, subitamente, sem elementos técnicos precisos elabore projetos de mobilidade urbana em manifesto benefício das empresas de ônibus e prejuízo à atividade das vans".