Liberação dos cânions de Capitólio alimenta expectativa do turismo

Medidas de segurança vem sendo bem recebidas pelos visitantes

Quase três meses após um paredão rochoso se desprender e atingir quatro lanchas, matando dez pessoas e ferindo várias outras, os cânions do Lago de Furnas, em Capitólio (MG), voltaram a ser reabertos à visita de turistas. A liberação parcial das visitas náuticas aconteceu no último dia 30, com o aval da prefeitura. Além de estabelecer novas regras, como a obrigação dos condutores manterem as embarcações a uma distância mínima dos paredões e respeitarem os limites estabelecidos para cada trecho do percurso, o município - distante cerca de 282 quilômetros de Belo Horizonte - contratou uma equipe de geólogos para avaliar, diariamente, a estabilidade dos blocos de pedra.

Prefeita de Japeri recorre à Polícia e à Câmara contra vereador: Para ela o parlamentar estaria forçando a barra com “denunciação caluniosa”

● Elizeu Pires

Voz mais barulhenta da oposição ao governo de Japeri na Câmara Municipal, o vereador Thiago da Silva Silva Souza (PSC), mais conhecido no município como Thiago Careca, foi alvo nesta quinta-feira (7) de duas representações feitas pela prefeita Fernanda Ontiveros (PDT). Ela deixou o cartório da 65ª Delegacia Policial no início da noite, onde foi registrar queixa contra o parlamentar por "denunciação caluniosa". Antes ela protocolou expediente no Poder Legislativo por possível quebra de decoro por parte do vereador.

Dr. Ricardo assina no MDB e confirma pré-candidatura

Lotado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o delegado da Policia Federal Ricardo Carvalho filiou-se ao MDB, confirmando a sua pré-candidatura a deputado estadual. Ele entrou na legenda a convite do prefeito de Duque de Caxias, Washington Reis, que comanda a legenda no estado do Rio de Janeiro.

Mais conhecido na região como Dr. Ricardo, ele está há 17 anos na corporação – com passagem pela Superintendência do órgão no Rio de Janeiro –, ele participou de várias investigações de vulto na instituição, tendo atuado inclusive no âmbito da Operação Lava-jato, e mais um nome de peso da Polícia Federal chamado para entrar para a política.

Mangaratiba: Polícia Civil investiga pagamentos feitos por prefeito interino à empresa de lixo

O contrato emergencial foi foi firmado na gestão interina de Charles Um contrato emergencial feito no apagar das luzes de sua interinidade pelo então prefeito temporário de Mangaratiba, Carlos Alberto Ferreira Graçano, o Charles da Vídeo Locadora (foto), com a empresa Rio Zin Ambiental, para os serviços de coleta de lixo e varrição das ruas cidade, virou alvo de inquérito da Polícia Civil. O delegado titular da 165ª DP, Fabio Asty Dantas, enviou ofício à Prefeitura solicitando cópias de dois processos administrativos, um de outubro e outro de novembro, além de informações sobre os pagamentos feitos. A estimativa é de que os contratos podem ter causado prejuízo de cerca de R$ 1,4 milhão aos cofres da municipalidade.

O inquérito é para apurar a relação contratual estabelecida entre a Prefeitura e a Rio Zin Ambiental, empresa ligada ao Grupo Locanty.  Os documentos - que já foram entregues para a autoridade policial - tem relação com o período que quem ocupava o cargo de prefeito era o então presidente da residente Câmara de Vereadores, Charles da Vídeo Locadora.

Jurista enumera crimes em áudio do ministro da Educação

Declarações podem resultar investigações de corrupção passiva, tráfico de influência e até usurpação de função pública

As declarações do ministro da Educação Milton Ribeiro (foto) de que o governo federal prioriza prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados por dois pastores que não têm cargo no governo podem ser enquadradas em quatro crimes: corrupção passiva, tráfico de influência, usurpação de função pública e improbidade administrativa. “São crimes graves e esse vazamento pode ensejar uma investigação não só contra o ministro, mas também contra os outros autores citados no áudio, como o presidente da República e os dois pastores”, explica a jurista e mestre em Direito Penal Jacqueline Valles.

Anulação de provas anima Garotinho, que cobra dos institutos a inclusão do nome dele nas pesquisas para governador

● Elizeu Pires

Garotinho se animou com decisão recente do TSE - Foto: Reprodução/ Facebook O ex-governador Anthony Garotinho acionou seus advogados para que o nome dele passe a constar nas cartelas usadas pelos institutos de pesquisas que estão fazendo consulta de intenção de votos para o governo do Rio de Janeiro. Garotinho, que também já foi prefeito de Campos – cidade do Norte Fluminense – e exerceu mandatos de deputado estadual e federal, confirmou sua pré-candidatura a governador, e, portanto, quer seu nome incluído nas pesquisas.

Prefeito de Tanguá nega ocultação de documento e promete recorrer contra condenação, impetrando embargo no processo

● Elizeu Pires

O prefeito de Tanguá, Rodrigo da Costa Medeiros (foto), usou suas redes sociais nesta quarta-feira (23), para falar sobre sua condenação a cinco e seis meses em regime semiaberto pelo juízo da 2ª Vara de Guapimirim. Ele revelou que vai impetrar um embargo de declaração para tentar reverter a sentença conferida a ele por ocultação de documento público e organização criminosa. O documento que o Ministério Público o acusa de ter escondido é um processo referente a contratação da ONG Casa Espírita Tesloo, contratada para fornecer mão de obra à Prefeitura de Guapimirim.

Ex-prefeito de Guapimirim é condenado a nove anos de prisão e leva o atual governante de Tanguá junto

● Elizeu Pires

Marcos Aurélio tinha como chefe de gabinete o hoje prefeito de Tanguá Rodrigo Medeiros Em sentença divulgada nesta terça-feira (22), a juíza da 2ª Vara de Guapimirim, Rafaela de Freitas Batista de Oliveira condenou o ex-prefeito da cidade Marcos Aurélio Dias, uma pena nove anos cinco meses de reclusão em regime fechado, por fraude na contratação de uma ONG para terceirização de mão de obra. No mesmo processo o hoje prefeito de Tanguá, Rodrigo da Costa Medeiros, pegou cinco anos e seis meses em regime semiaberto. Rodrigo era chefe de gabinete de Marcos, e foi denunciado pelo Ministério Público por ter escondido o processo relativo ao contrato, para, no entender do MP, dificultar as investigações.